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Brazil-China relations between right and left governments from 2016 to 2024

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Titulo alternativo

Relações Brasil-China entre governos de direita e de esquerda de 2016 a 2024, Relaciones entre Brasil y China bajo gobiernos de derecha e izquierda de 2016 a 2024

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Resumo

This article analyses the trajectory of the relationship between Brazil and China from 2016 to 2024 through three dimensions: bilateral economic and trade relations; convergence and joint action in pluri- and multilateral forums; and the social-ideological dimension. This period begins with the ousting of President Dilma Rousseff in 2016, and ends with President Xi Jinping’s state visit to Brazil in November 2024, at the end of the second year of Luiz Inácio Lula da Silva’s (2013-) government. Despite various political changes, the economic and trade sphere appeared to remain shielded. During Michel Temer’s government (2016-2018), there was a cooling of political relations, while Jair Bolsonaro’s administration (2019-2022) adopted a hostile ideological stance toward China. With Lula’s return to the presidency, in a context where Brazil held the G20 presidency (2024), the BRICS chairmanship (2025), and hosted the 30th Conference of the Parties (COP30) (2025), joint coordination resumed, with both countries acting as leaders of the global South and greater political affinity between their leaders. However, Lula’s government has sought to adjust economic and trade relations to support Brazil’s commitment to reindustrialization, guided by ecological, energy, and digital transitions.

Resumo traduzido

Este artigo analisa a trajetória das relações entre o Brasil e a China de 2016 a 2024 em três dimensões: as relações econômicas e comerciais bilaterais; a convergência e a atuação conjunta em fóruns pluri e multilaterais; e a dimensão social e ideológica. O período tem início com a destituição da presidente Dilma Rousseff em 2016 e se encerra com a visita de Estado do presidente Xi Jinping ao Brasil em novembro de 2024, ao final do segundo ano do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (2023-). Apesar das diversas mudanças políticas, a esfera econômica e comercial pareceu permanecer protegida. Durante o governo de Michel Temer (2016-2018), houve um arrefecimento das relações políticas, enquanto a administração de Jair Bolsonaro (2019-2022) adotou uma postura ideológica hostil em relação à China. Com o retorno de Lula à presidência, em um contexto em que o Brasil ocupava a presidência do Grupo dos Vinte (G20) (2024), a presidência rotativa do BRICS (2025) e sediava a 30a Conferência das Partes (COP30) (2025), a coordenação conjunta foi retomada, com ambos os países atuando como líderes do Sul global e maior afinidade política entre seus líderes. No entanto, o governo Lula tem buscado ajustar as relações econômicas e comerciais para apoiar o compromisso do Brasil com a reindustrialização, orientada pelas transições ecológica, energética e digital.
Este artículo analiza la trayectoria de las relaciones entre Brasil y China de 2016 a 2024 en tres dimensiones: las relaciones económicas y comerciales bilaterales; la convergencia y la actuación conjunta en foros pluri y multilaterales; y la dimensión social e ideológica. El período comienza con la destitución de la presidenta Dilma Rousseff en 2016 y concluye con la visita de Estado del presidente Xi Jinping a Brasil en noviembre de 2024, al final del segundo año del gobierno de Luiz Inácio Lula da Silva (2023-). A pesar de los diversos cambios políticos, la esfera económica y comercial pareció mantenerse protegida. Durante el gobierno de Michel Temer (2016-2018), hubo un enfriamiento de las relaciones políticas, mientras que la administración de Jair Bolsonaro (2019-2022) adoptó una postura ideológica hostil hacia China. Con el regreso de Lula a la presidencia, en un contexto en el que Brasil ocupaba la presidencia del G20 (2024), la presidencia rotativa de los BRICS (2025) y era sede de la 30a Conferencia de las Partes (COP30) (2025), se reanudó la coordinación conjunta, con ambos países actuando como líderes del Sur global y con una mayor afinidad política entre sus líderes. Sin embargo, el gobierno de Lula ha buscado ajustar las relaciones económicas y comerciales para apoyar el compromiso de Brasil con la reindustrialización, orientada por las transiciones ecológica, energética y digital.

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Palavras-chave traduzidas

Brasil, China, Sul global, Lula, Bolsonaro, Nova Rota da Seda (BRI)

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SOUSA, Ana Tereza L. Marra de; SCHUTTE, Giorgio Romano. Brazil-China relations between right and left governments from 2016 to 2024. Revista Tempo do Mundo. Rio de Janeiro, n. 38, p. 567-596, ago. 2025. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/rtm38art20.

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