Publicação: Padrão espacial da evolução do emprego formal: 1995-2003
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Brasil
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1995-2003
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BR
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Grau Acadêmico
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dARK
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Texto para Discussão (TD) 1102: Padrão espacial da evolução do emprego formal: 1995-2003, Spatial pattern of formal employment trends: 1995-2003
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Resumo
As diferenças quanto à homogeneidade espacial da evolução das principais variáveis associadas ao funcionamento do mercado de trabalho já foram identificadas em alguns estudos. Se, por um lado, o comportamento do nível da ocupação parece ser espacialmente neutro, o do emprego formal e da informalidade é heterogêneo, principalmente no que diz respeito ao recorte metropolitano. Essas evidências para o emprego formal, encontradas nos dados amostrais da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), são examinadas em maior profundidade neste estudo, com base nos dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) do Ministério de Trabalho e Emprego (MTE), que consiste basicamente de uma enumeração desse setor. Essas informações confirmam as diferenças na evolução, tanto no tempo quanto na distribuição espacial. Primeiro, tanto para a ocupação formal como um todo quanto para aquela restrita à indústria, o período 1995-1998 apresentou um crescimento muito modesto, ou mesmo retração. De 1999 a 2003, entretanto, o panorama foi radicalmente distinto, com um crescimento expressivo, provavelmente reflexo da mudança de regime cambial que conferiu um “ganho” de produtividade à produção nacional. Segundo, o
processo de despolarização é claro, principalmente no caso da indústria, e em especial para regiões metropolitanas da Pesquisa Mensal de Emprego (PME), lideradas pelos dois maiores pólos: São Paulo e Rio de Janeiro. Os beneficiários foram o próprio
interior desses dois estados, bem como os estados vizinhos.
Resumo traduzido
Other studies have already identified differences in the spatial pattern related to the evolution of important labor market variables. On the one hand, the behavior of the total level occupation seems to spatially neutral. On the other, the pattern for formal employment, as well as the degree of informality, is not. This is particularly true when it come to metropolitan versus non-metropolitan areas. These findings are based on the PNADs, which national household surveys with stratified sample. This study tries to take advantage of another source of information, Rais, which constitutes an enumeration of the formal sector, to examine more closely what happened to formal employment between 1995 and 2003. First, the results support those findings, as there are evidences of differences both in time and spatial evolutions. There was a weak growth in formal employment, and even net destruction of jobs in the industry, in the first half of the period. From 1999 on, arguably as a consequence of the changes in the exchange rate regime, the rates of growth went up substantially. Second, a process of decentralization took place along the whole period, once again in a more pronounced fashion within the industrial sector. The metropolitan areas, led by the two major ones — São Paulo and Rio de Janeiro — lost a sizable share of formal employment, which renders the indications of PME biased for the Brazilian labor market for this matter.
