Publicação: Elasticidade emprego-produto no Brasil
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Cobertura espacial
Brasil
Cobertura temporal
1996-1999
2000-2010
2000-2010
País
BR
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Tipo
Grau Acadêmico
Fonte original
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dARK
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Detentor dos direitos autorais
Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Acesso Aberto
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Titulo alternativo
The Employment-product elasticity in Brazil
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Resumo
Esta nota apresenta claramente a mudança de patamar da relação entre as variações no
nível de emprego e do produto. Nota-se que tanto no que se refere ao total de ocupações da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) quanto para os dados de emprego da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), essa relação encontra, de um modo geral, valores superiores na década de
2000 aos valores máximos verificados nos anos 1990. Um simples cálculo da elasticidade emprego-produto, com base na relação entre a variação do emprego informado pela Rais e a variação do produto a preços constantes de 2009 das contas nacionais, de 1996 a 1999 e de 2000 a 2010, mostra que, enquanto no primeiro, período a elasticidade emprego-produto era da ordem de 0,88, no período subsequente, este valor havia subido para algo em torno de 1,57. Em suma, os resultados indicam que as diversas atividades se comportaram de maneira bastante diferenciada no que tange à geração de emprego, produto e produtividade. No entanto, salta aos olhos o fato de que, ao final do período 2007-2009, dentre os segmentos mais dinâmicos, isto é, geradores de emprego, renda e de produtividade crescente, não se encontram atividades de alta intensidade tecnológica, para o caso da indústria, e intensivas em conhecimento, para o caso dos serviços.
