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Coprodução de conhecimentos e institucionalização de evidências em políticas climáticas no Brasil

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Resumo

O capítulo analisa os processos de coprodução de conhecimento e de institucionalização de evidências científicas nas políticas climáticas brasileiras, concentrando-se nas esferas de mitigação e adaptação. Adotando uma abordagem metodológica baseada em análise documental, os autores problematizam o uso não linear e politicamente situado dos dados científicos no ciclo de políticas públicas, caracterizando a crise climática como um problema complexo (wicked problem). A governança é avaliada a partir de instâncias centrais como o Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima (CIM), a atuação técnico-científica do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a formulação do Plano Clima. O estudo demonstra que a agenda de mitigação opera sob uma lógica mais tecnocrática e centralizada, fortemente apoiada em métricas e modelagens de emissões globais e nacionais (como os sistemas Prodes/Deter e o Inventário Nacional). Por outro lado, a agenda de adaptação demanda uma dinâmica situada e participativa que integra múltiplos setores, esferas federativas e saberes locais ou tradicionais (como a plataforma AdaptaBrasil e o Protocolo dos Povos Indígenas). Por fim, o texto discute os principais entraves estruturais do país, incluindo a fragmentação intersetorial, a instabilidade institucional frente às mudanças de governo e a resistência político-econômica de grupos de interesse contra regulações socioambientais (green backlash). Conclui-se que o fortalecimento da política climática brasileira requer a estabilização de arranjos de governança policêntricos, investimentos contínuos em capacidades estatais e a pluralização substantiva dos regimes de conhecimento.

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ZAMBIASI, Tamara et al. Coprodução de conhecimentos e institucionalização de evidências em políticas climáticas no Brasil. In: KOGA, Natália Massaco et al. (org.). Políticas públicas informadas por evidências: conhecimentos, arranjos e capacidades para a governança democrática. Rio de Janeiro: Ipea, 2026. p. 537-564. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/9786556351001cap17.

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Políticas públicas informadas por evidências : conhecimentos, arranjos e capacidades para a governança democrática
(Ipea, 2026-05) Koga, Natália Massaco; Maurício Mota Saboya Pinheiro; Palotti, Pedro Lucas de Moura; Raissa Menezes de Oliveira; Roberto Rocha Coelho Pires; Érica Rocha dos Santos; Miguel Loureiro; Natália Massaco Koga; Mauricio Mota Saboya Pinheiro; Pedro Lucas de Moura Palotti; Raissa Menezes de Oliveira; Roberto Rocha Coelho Pires; Érica Rocha dos Santos; Miguel Loureiro
Aborda a importância do uso de evidências na formulação, implementação e avaliação de políticas públicas, destacando a necessidade de fortalecer capacidades estatais, instituições e processos decisórios em um contexto de crescente complexidade social e tecnológica. A obra enfatiza que as evidências qualificam o debate público, mas não substituem a deliberação política, sendo fundamental a articulação entre conhecimento técnico, valores públicos e práticas democráticas. Além disso, ressalta o papel do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada na produção de conhecimento aplicado ao aprimoramento das políticas públicas no Brasil. O livro reúne contribuições de diferentes áreas e instituições, consolidando a agenda das políticas públicas informadas por evidências e incentivando uma cultura institucional voltada à aprendizagem, transparência e desenvolvimento democrático.

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