Publicação:
Cadeias de comercialização de produtos florestais não madeireiros na Região Sul do Amapá

dc.contributor.otherBrasil. Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
dc.coverage.spatialRegião Sul do Amapá, Brasilpt_BR
dc.date.accessioned2017-02-23T11:31:17Z
dc.date.available2017-02-23T11:31:17Z
dc.date.issued2015
dc.date.portal2015
dc.description.abstractO desenvolvimento do setor produtivo nas comunidades rurais da Amazônia, baseado em critérios de sustentabilidade, tem representado uma estratégia de política pública que cumpre variados objetivos, entre os quais: i) a melhoria das condições de vida destas populações; ii) a busca pela independência econômica; iii) a redução dos fluxos migratórios em direção às cidades; iv) a preservação da floresta; e v) a segurança alimentar. Além dessas questões, há que se observar a estreita relação que as comunidades amazônicas mantêm com a floresta, ampliando, também por isso, a sua importância na indução das políticas públicas. O método das Contas Sociais Ascendentes Alfa (CSα), aplicado neste estudo, utilizando o modelo matriz insumo-produto (MIP), permitiu identificar o valor da produção de base agroextrativista de doze produtos analisados e acompanhar os fluxos ao longo das catorze cadeias de comercialização identificadas nos três municípios do sul do estado do Amapá, passando pelos setores de beneficiamento, transformação, comércio e serviços até seu destino final. Constatou-se que dos produtos estudados nove são alimentícios (açaí; amêndoa da castanha-do-brasil; biscoito de castanha-do-brasil; bacaba; cupuaçu; pupunha; mel de abelha; piquiá; e uxi); três, fármacos e cosméticos (copaíba; andiroba; e óleo de castanha-do-brasil); e dois, artesanais (arumã; e cipó-titica). Eles têm importância na dinâmica da economia local, assim como de outras regiões do Amapá, além dos mercados nacionais e internacionais. Os principais produtos comercializados na região foram o açaí, com 76,06% do valor pago à produção local, e a castanha-do-brasil (amêndoa, óleo e biscoito), com 21,44%, o que totaliza 97,50%. Os demais produtos florestais não madeireiros (PFNMs) somaram residuais 2,50%. O estudo também demonstrou as fragilidades e as potencialidades identificadas nas cadeias, envolvendo a iniciativa privada, os órgãos governamentais, e a sociedade direta e indiretamente relacionada às cadeias dos produtos do agro extrativismo.pt_BR
dc.description.otherPossui referências bibliográficaspt_BR
dc.description.other90 p.pt_BR
dc.identifier.urihttp://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/7476
dc.language.isoporpt_BR
dc.location.countryBRpt_BR
dc.publisherInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Presidênciapt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.rights.holderInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.rights.licenseÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.pt_BR
dc.rights.typeLicença Comumpt_BR
dc.subject.keywordCadeias de comercializaçãopt_BR
dc.subject.keywordProdutos florestais não madeireirospt_BR
dc.subject.keywordContas sociais ascendentes Alfapt_BR
dc.subject.keywordEconomia regionalpt_BR
dc.subject.vcipeaEconomia Agrícolapt_BR
dc.subject.vcipeaDesenvolvimento Regionalpt_BR
dc.titleCadeias de comercialização de produtos florestais não madeireiros na Região Sul do Amapápt_BR
dc.typeReportpt_BR
dspace.entity.typePublication
ipea.classificationAgricultura, Pecuária e Pescapt_BR
ipea.classificationDesenvolvimento Regionalpt_BR

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