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Sustainable agriculture in South America : an analysis oriented to international trade

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Abstract

This study analyzes agricultural environmental governance in South America through a comprehensive examination of regulatory frameworks and their capacity to meet international commercial requirements. Using text mining techniques applied to 3,750 legal acts from nine countries (2010-2024) and developing the Agricultural Environmental Policy Maturity Index (AEPMI), the research demonstrates that command-and-control instruments predominate (over 60% of measures), reflecting traditional regulatory approaches based on mandatory standards and enforcement. However, countries like Brazil, Colombia, and Uruguay demonstrate greater capacity to respond to international market demands by diversifying their regulatory portfolios with instruments such as green credits, payments for environmental services, and technology development programs. The AEPMI shows that regulatory maturity depends not only on the quantity of laws but on their quality, coherence, and capacity to meet commercial demands. Peru and Chile achieve leadership positions despite fewer measures than Brazil, indicating more balanced and legally sound policy adoption. Key findings indicate three critical gaps limiting the region’s capacity to meet international commercial requirements: insufficient monitoring, reporting, and verification systems; absence of harmonized green taxonomies; and limited access to climate financing. The sentiment analysis demonstrates that policy instrument diversity associates with more positive regulatory narratives, potentially enhancing social acceptance and reducing monitoring costs. Principal component analysis and clustering identify two distinct governance approaches: one driven by legislative volume and another by thematic diversification, showing that larger regulatory frameworks do not necessarily translate into higher maturity. The study concludes that South America’s future agricultural commercial integration requires evolving from reactive approaches to strategic frameworks that anticipate international market demands through instrument diversification, strengthened monitoring systems, and enhanced regional cooperation.

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Este estudo analisa a governança ambiental agrícola na América do Sul através de um exame abrangente dos marcos regulatórios e sua capacidade de atender aos requisitos comerciais internacionais. Utilizando técnicas de mineração de texto aplicadas a 3.750 atos legais de nove países (2010-2024) e desenvolvendo o Índice de Maturidade de Políticas Ambientais Agrícolas (AEPMI), a pesquisa demonstra que instrumentos de comando e controle predominam (mais de 60% das medidas), refletindo abordagens regulatórias tradicionais baseadas em padrões obrigatórios e fiscalização. Contudo, países como Brasil, Colômbia e Uruguai demonstram maior capacidade de resposta às demandas de mercados internacionais ao diversificar seus portfólios regulatórios com instrumentos como créditos verdes, pagamentos por serviços ambientais e programas de desenvolvimento tecnológico. O AEPMI mostra que a maturidade regulatória depende não apenas da quantidade de leis, mas de sua qualidade, coerência e capacidade de atender às demandas comerciais. Peru e Chile alcançam posições de liderança apesar de terem menos medidas que o Brasil, indicando adoção de políticas mais equilibradas e juridicamente sólidas. Os principais achados indicam três lacunas críticas que limitam a capacidade da região de atender aos requisitos comerciais internacionais: sistemas insuficientes de monitoramento, relato e verificação; ausência de taxonomias verdes harmonizadas; e acesso limitado ao financiamento climático. A análise de sentimento demonstra que a diversidade de instrumentos de política associa-se a narrativas regulatórias mais positivas, potencialmente aumentando a aceitação social e reduzindo custos de monitoramento. A análise de componentes principais e clustering identificam duas abordagens distintas de governança: uma impulsionada pelo volume legislativo e outra pela diversificação temática, mostrando que marcos regulatórios maiores não necessariamente se traduzem em maior maturidade. O estudo conclui que a futura integração comercial agrícola da América do Sul requer evoluir de abordagens reativas para marcos estratégicos que antecipem as demandas de mercados internacionais através da diversificação de instrumentos, fortalecimento de sistemas de monitoramento e maior cooperação regional.
Este estudio analiza la gobernanza ambiental agrícola en América del Sur mediante un examen integral de los marcos regulatorios y su capacidad para cumplir con los requisitos comerciales internacionales. Utilizando técnicas de minería de texto aplicadas a 3.750 actos legales de nueve países (2010-2024) y desarrollando el Índice de Madurez de Políticas Ambientales Agrícolas (AEPMI), la investigación demuestra que los instrumentos de comando y control predominan (más del 60% de las medidas), reflejando enfoques regulatorios tradicionales basados en estándares obligatorios y fiscalización. Sin embargo, países como Brasil, Colombia y Uruguay demuestran mayor capacidad de respuesta a las demandas de mercados internacionales al diversificar sus carteras regulatorias con instrumentos como créditos verdes, pagos por servicios ambientales y programas de desarrollo tecnológico. El AEPMI muestra que la madurez regulatoria depende no solo de la cantidad de leyes sino de su calidad, coherencia y capacidad para cumplir con las demandas comerciales. Perú y Chile alcanzan posiciones de liderazgo a pesar de tener menos medidas que Brasil, indicando adopción de políticas más equilibradas y jurídicamente sólidas. Los principales hallazgos indican tres brechas críticas que limitan la capacidad de la región para cumplir con los requisitos comerciales internacionales: sistemas insuficientes de monitoreo, reporte y verificación; ausencia de taxonomías verdes armonizadas; y acceso limitado al financiamiento climático. El análisis de sentimiento demuestra que la diversidad de instrumentos de política se asocia con narrativas regulatorias más positivas, potencialmente aumentando la aceptación social y reduciendo costos de monitoreo. El análisis de componentes principales y clustering identifican dos enfoques distintos de gobernanza: uno impulsado por el volumen legislativo y otro por la diversificación temática, mostrando que marcos regulatorios más grandes no necesariamente se traducen en mayor madurez. El estudio concluye que la futura integración comercial agrícola de América del Sur requiere evolucionar de enfoques reactivos hacia marcos estratégicos que anticipen las demandas de mercados internacionales a través de la diversificación de instrumentos, fortalecimiento de sistemas de monitoreo y mayor cooperación regional.

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Política ambiental agrícola, Maturidade regulatória, Madurez regulatoria, Agricultura sostenible
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Q15 Land Ownership and Tenure - Land Reform - Land Use - Irrigation - Agriculture and Environment
Q18 Agricultural Policy - Food Policy - Animal Welfare Policy
Q58 Government Policy
F18 Trade and Environment
O13 Agriculture - Natural Resources - Energy - Environment - Other Primary Products

Citation

MARTINS, Michelle Márcia Viana. Sustainable agriculture in South America: an analysis oriented to international trade. Brasília : ECLAC, July. 2026. (Discussion Paper, n. 3217). DOI: http://dx.doi.org/10.38116/td3217-eng.

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