Publicação: Antagonismo cooperativo na provisão de cuidado a usuários de drogas no Distrito Federal : conflitos e parcerias entre CAPS AD e CT
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Texto para Discussão (TD) 2604 : Antagonismo cooperativo na provisão de cuidado a usuários de drogas no Distrito Federal : conflitos e parcerias entre CAPS AD e CT
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Resumo
Este texto para discussão baseia-se em pesquisa qualitativa realizada pelos autores nos sete Centros de Atenção Psicossocial para Álcool e outras Drogas do Distrito Federal (CAPS AD), tendo em vista observar a implementação da Política do Ministério da Saúde para a Atenção Integral a Usuários de Álcool e Outras Drogas, de 2003; bem como o rebatimento, neste território, de uma intensa controvérsia estabelecida ao nível nacional, que opõe, de um lado, defensores do modelo de cuidado preconizado por esta política – cuidado de base territorial, orientado pela redução de danos – e, de outro, empreendedores das Comunidades Terapêuticas (CTs) – instituições da sociedade civil, muitas vezes religiosas, que proveem assistência a pessoas que fazem usos problemáticos de álcool e outras drogas, por meio de internações e com o objetivo de promover a abstinência. A pesquisa revelou que, no âmbito das práticas cotidianas dos CAPS AD, a cooperação com as CTs é bastante frequente, a despeito das diversas críticas que os operadores de ambas instituições dirigem-se reciprocamente. A análise dos dados levantados apontou, por sua vez, que esta cooperação decorre, primeiramente, das falhas presentes na Rede de Atenção Psicossocial (Raps) do Distrito Federal, onde são reduzidos os dispositivos de acolhimento residencial para clientes dos CAPS AD. Entretanto, há percepções de alguns profissionais destes CAPS AD de que as CTs podem ser utilizadas como serviços complementares aos CAPS AD na assistência a usuários de álcool e drogas.
Resumo traduzido
The article is based on qualitative research carried out by the authors at the seven Psychosocial Care Centers for Alcohol and other Drugs (CAPS AD) in the Federal District, in order to observe the implementation of the Ministry of Health Policy for Comprehensive Care for Users of Alcohol and Other Drugs, 2003; as well as the resumption, in this territory, of an intense controversy, established at national level, which opposes, on the one hand, defenders of the model of care advocated by this policy – territorial based care, guided by harm reduction – and, on the other, entrepreneurs of Therapeutic Communities (TCs) – civil society institutions, often religious, that provide assistance to people who make problematic uses of alcohol and other drugs, through hospitalizations and with the aim of promoting abstinence.
