Publicação: Renda permanente e poupança precaucional : evidências empíricas para o Brasil no passado recente
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Resumo
O objetivo central deste artigo é analisar empiricamente se há poupança precaucional no Brasil por parte dos agentes privados (famílias). Utilizam-se séries temporais agregadas e técnicas econométricas de variáveis instrumentais, incluindo máxima verossimilhança e o método generalizado dos momentos. O modelo teórico que serve como base para as estimativas econométricas é o da escolha intertemporal de quanto consumir e poupar. De forma complementar, usa-se um modelo em que uma parcela da população se vê restrita a consumir apenas a sua renda corrente para testa a validade da teoria da renda Permanente, estimando a proporção dos consumidores restritos para o Brasil. As evidencias empíricas comprovam que o efeito da incerteza sobre o consumo – e por consequência sobre a poupança – é não-trivial no Brasil. Nossas estimativas econométricas mostram que, sob o efeito da incerteza macroeconômica, a taxa de crescimento esperada do consumo é de 1,6% a.a maior do que aquela que vigoraria se eliminássemos essa incerteza. Adicionalmente, os testes econométricos revelam que aproximadamente 80% da população brasileira estão restritos a consumir apenas a sua renda corrente, valor relativamente alto para padrões internacionais.
Resumo traduzido
Using structural econometric models and instrumental-variable techniques, we investigate the importance of the precautionary-saving effect in consumption for Brazil. Aditionally, we test the permanent-income hypothesis by estimating the proportion of the population whose consumption is constrained to be equal to current income. Our empirical results show that the precautionary-saving effect in consumption is non-trivial. If we eliminate all macroeconomic uncertainty, consumption will grow at a yearly rate, which is, on average, 1,6 percentage points higher what we usually observe. Regarding permanent-income tests, we find that about 80% of the Brazilian population is constrained to consume their current income, which is high compared to G7-country standards.
