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Participação social na regulação brasileira : desafios e possibilidades na era digital

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1996-2026

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BR

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Resumo

O capítulo analisa de forma crítica o panorama, a evolução e os desafios da participação social eletrônica assíncrona nos processos regulatórios brasileiros, com foco na atuação das agências reguladoras independentes. Por meio de uma abordagem teórica e empírica, a autora fundamenta a participação em uma tripla função: legitimar decisões por meio da democracia deliberativa, aumentar a transparência e melhorar a qualidade técnica e contextual da regulação através do "conhecimento situado" trazido pelos atores afetados.

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SALINAS, Natasha Schmitt Caccia. Participação social na regulação brasileira: desafios e possibilidades na era digital. In: CUNHA, Bruno Queiroz (org.). O Estado regulador brasileiro: três décadas de reformas e agencificação (1996-2026). Rio de Janeiro: Ipea, 2026. cap. 4, p. 125-161. DOI: https://dx.doi.org/10.38116/9786556350950cap4.

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O Estado regulador brasileiro : três décadas de reformas e agencificação (1996-2026)
(Ipea, 2026) Bruno Queiroz Cunha; Bruno Queiroz Cunha
A obra analisa a trajetória do Estado regulador brasileiro ao longo de três décadas (1996–2026), destacando a criação e consolidação das agências reguladoras como instrumentos centrais da atuação estatal. Apresenta uma abordagem histórica e analítica das reformas regulatórias, evidenciando avanços institucionais, desafios de governança e limitações do modelo adotado. O livro também discute a ampliação do papel da regulação em temas contemporâneos, como inovação, desigualdades, sustentabilidade e participação social. Ao integrar diferentes perspectivas teóricas e empíricas, a obra propõe novos paradigmas para o aprimoramento da regulação no Brasil. Conclui oferecendo subsídios para o fortalecimento das capacidades estatais e a qualificação das políticas públicas.

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