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Políticas macroeconômicas baseadas em evidências são possíveis? A difícil relação da macroeconomia com as evidências empíricas

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Aborda a evolução e o papel dos modelos econométricos nas primeiras décadas do século XX, como instrumento de análise e comparação de políticas macroeconômicas baseadas em evidências. Discorre sobre a crítica de Lucas (1976), o maior desafio teórico lançado a esse tipo de abordagem empírica. Discute a crítica de Summers (1991), voltada principalmente aos modelos estruturais que foram desenvolvidos a partir da crítica de Lucas (1976). Também aborda a crítica de Romer aos modelos econométricos mais recentes, cuja complexidade muitas vezes impede uma avaliação precisa do valor dos seus resultados, o que é frequentemente agravado pela manipulação dos parâmetros por parte do analista. Examina as possibilidades de uma macroeconomia mais baseada em evidências, à luz do que foi discutido nas seções anteriores.

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Políticas públicas e usos de evidências no Brasil : conceitos, métodos, contextos e práticas
(Ipea, 2022) Koga, Natália Massaco ; Palotti, Pedro Lucas de Moura ; Mello, Janine ; Pinheiro, Maurício Mota Saboya ; Koga, Natália Massaco; Maurício Mota Saboya Pinheiro; Natália Massaco Koga; Pedro Lucas de Moura Palotti; Janine Mello; Maurício Mota Saboya Pinheiro
O uso de evidências como subsídio à atuação governamental não é tema novo no debate sobre a produção e legitimação da ação do Estado. Nas últimas décadas, no entanto, o movimento das políticas públicas baseadas em evidências (PPBEs) tem intensificado a defesa de que mais e melhores evidências sejam produzidas como instrumentos capazes de orientar a produção de políticas públicas.Esta publicação almejou ilustrar essa multiplicidade de recursos para produção de inferências com contribuições que mobilizam tanto estudos qualitativos como quantitativos ou mistos, além de experimentais. Ao longo da publicação, cada capítulo adota métodos distintos, como é de se esperar a partir dos variados objetos de análise.

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