Marinho, AlexandreCardos, Simone de SouzaAlmeida, Vivian Vicente de2013-08-092013-08-092009-02http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/1595Não existem avaliações sistemáticas sobre o Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil sobre os prazos de espera para internações, consultas ou exames nem sobre o número de pessoas que aguardam nas filas para serem atendidas. Tampouco existem avaliações oficiais dos custos desses procedimentos. Na experiência internacional, essas avaliações não são desprezadas, e os países ricos publicam, na internet, dados bastante detalhados a respeito do tema. As filas são um resultado do descompasso entre a demanda e a oferta, visto que o sistema de preços não é o mecanismo determinante da produção e do consumo de bens e produtos em saúde. No caso do SUS, a causa das filas é determinada em três âmbitos: i) governamental, que decide o tamanho do orçamento geral da saúde; ii) autoridades individuais e instituições médicas, científicas, jurídicas e empresariais atuantes no setor, que decidem os benefícios e os custos das internações; iii) profissionais de saúde, principalmente os médicos, que decidem quais são as necessidades clínicas dos pacientes. A demora no atendimento exerce impactos negativos significativos no bem-estar dos pacientes e familiares envolvidos e gera custos adicionais importantes ao sistema de saúde, incluindo o desprestígio social.porAcesso AbertoA Economia das filas no Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiroTexto para Discussão (TD) 1390: A economia das filas no Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiroThe Economy of the queues in the Unified Health System (SUS) BrazilWorking paperInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)Licença ComumÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.Sistema Único de Saúde (SUS)Avaliação dos serviços de saúdeFilas nos serviços de saúdeDemora no atendimento nos serviços de saúde