Vasconcelos, Lucas FerrazNogueira, Mauro Oddo2015-11-102015-11-102011-06http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5200Neste trabalho foram adotados dois critérios de agrupamento, no primeiro caso, os subsetores industriais foram agrupados em função do insumo predominante em seu processo produtivo, a saber: estrato intensivo em engenharia, estrato intensivo em recursos naturais e estrato intensivo em trabalho. Esta estratificação - sugerida em estudo sobre a mudança estrutural e a HE na América Latina por Cimoli et al (2005) e reproduzida por Katz (2006) para análise da relação de tal mudança com as capacidades tecnológicas locais - tem como base os subsetores relacionados na Classificação Industrial Internacional Unificada (CIIU) e busca separá-los em função de seu potencial de arraste e transbordamento para o restante da economia. Para segunda análise, as firmas foram agrupadas de acordo com seu porte. Admitindo que as diferenças de porte no setor industrial impliquem diferenças nas capacidades tecnológicas, de gestão das firmas e de ganhos de escala em geral, objetivou-se identificar em que medida a heterogeneidade no setor guarda correlação com tais características.porAcesso AbertoHeterogeneidade estrutural no setor industrialJournal articleInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)Economia IndustrialLicença ComumÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.IndústriaDesenvolvimento econômicoTecnologia e inovaçãoHeterogeneidade Estrutural (HE)