Rocha, Katia Maria CarlosSiqueira, RobertoPinheiro, FelipeCarvalho, Leonardo Mello deMoreira, AjaxFerraz, ClaudioSilveira, Marcos da2013-09-052013-09-052006-08http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/1684O presente trabalho analisa os determinantes dos spreads de 24 países emergentes no período 1998-2005, estimando através de um modelo de painel quais países são mais vulneráveis a um choque externo de liquidez e risco. Além das variáveis usuais de choques, representadas pelas taxas de juros americanas e índice VIX, fundamentos macroeconômicos como a dívida total do governo como proporção do PIB e índices de governança como a qualidade da regulação explicaram significativamente e com sinal esperado tanto o nível quanto a vulnerabilidade dos spreads soberanos, resultado não trivial se atentarmos ao fato da baixa freqüência dessas variáveis (anual e bianual) perante a freqüência diária dos spreads e dos regressores relativos aos choques externos. Conclui-se que o cenário externo favorável gerado pelo baixo risco internacional é a variável determinante na compressão extraordinária das taxas de juros pagas pelos mercados emergentes no período 2003-2005. No período 1998-2002, os indicadores de endividamento explicaram quase a mesma proporção da variação observada nos spreads soberanos.porAcesso AbertoSpreads soberanos: liquidez, endividamento ou governança?Texto para Discussão (TD) 1205: Spreads soberanos: liquidez, endividamento ou governança?Sovereign spreads: liquidity, debt and governance?Working paperInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)Licença ComumÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.Países emergentesSpreadsÍndices de governançaFundamentos macroeconômicosMercados emergentes