Doellinger, Carlos von2016-06-212016-06-211973-12http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/6558Este estudo trata de decisão do Conselho Monetário Nacional que refletiu uma certa mudança de atitude com relação à política financeira com o exterior. Essa mudança também de certa forma reconheceria que os custos decorrentes da não intervenção poderiam vir a superar os benefícios. Contudo, pode-se mesmo questionar sobre a existência desses "benefícios", na medida em que a maior parte dos recursos não são, de fato, transferências efetivas e sim meramente acúmulos de reservas financeiras no exterior. De qualquer forma, ou a medida se complementa com esquemas de ágil mobilização de recursos internos ou, muito provavelmente, a manutenção do recolhimento acarretará indesejáveis pressões no sentido da elevação das taxas de juros internos, sem que de fato tenha se resolvido realmente o problema.porAcesso AbertoConsiderações sobre a obrigatoriedade de recolhimento de parte dos empréstimos externosComunicação 2Journal articleInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)Economia – GeralEmpréstimos InternacionaisLicença ComumÉ permitida a cópia, reprodução e distribuição de textos, imagens, dados e demais arquivos, no todo ou em parte, em qualquer formato ou meio desde que sejam observadas as seguintes regras: a) O uso do material copiado se destina apenas para fins educacionais, de pesquisa, pessoal, circulação interna ou outros usos não comerciais. Reproduções para fins comerciais são proibidas; b) O material deve ser reproduzido sem sofrer qualquer alteração ou edição de conteúdo em relação ao original; e ) A reprodução deve ser acompanhada da citação da fonte, no seguinte formato: Fonte: PPE (http://ppe.ipea.gov.br).Empréstimos externosConselho Monetário NacionalDívida externaPolítica financeiraTaxa de juros