Duarte, Yeda Aparecida de OliveiraBerzins, Marília Anselmo Viana da SilvaGiacomin, Karla Cristina2019-04-112019-04-112016http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/9135Veremos neste capítulo, que a partir da segunda metade do século XX, com a redução da mortalidade infantil e das taxas de fecundidade, a sobrevivência democratizou-se em grande parte do mundo, o que contribuiu para o envelhecimento populacional dos países, inclusive no Brasil. No nosso meio, essa transição demográfica e o expressivo ganho em expectativa de vida, inclusive para a população idosa, tiveram início na metade do século XX e devem continuar a progredir. Dados recentes apontam que a esperança de vida para quem nasceu em 2013 era de 70 anos para os homens e de 79 anos para as mulheres. Aos 60 anos, os homens podiam viver mais 18,5 anos e as mulheres, 24,5 anos, havendo margem ainda para o crescimento deste indicador. Diante disso, este capítulo busca iluminar uma questão muito relevante, mas pouco tratada no texto da Política Nacional do Idoso (PNI): quem será responsável pelo cuidado dos idosos mais dependentes?porAcesso AbertoPolítica Nacional do Idoso : as lacunas da lei e a questão dos cuidadoresBook partInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)Envelhecimento da PopulaçãoSaúde da FamíliaAssistência aos IdososLicença ComumÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.Envelhecimento populacionalServiços de saúdeCuidadores de idososPolítica de cuidados de longa duraçãoAcesso aos serviços de saúdeArranjo familiar