Santos, Mari Aparecida dosFerreira Filho, Joaquim Bento de SouzaVieira Filho, José Eustáquio RibeiroYwata, Alexandre Xavier de Carvalho2017-09-142017-09-142017-08http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8039O objetivo desta pesquisa foi comparar os impactos econômicos no Brasil de alterações do Novo Código Florestal, considerando dois cenários possíveis: o primeiro, em que não há cotas de reserva ambiental (CRA); e o segundo, em que não se tem anistia para pequenos proprietários de terra. A metodologia integra dois modelos: Globiom-Brasil e Term-BR. Os resultados mostraram que o valor dos agregados macroeconômicos, no período acumulado de 2005 a 2030, comparado com a linha de base para o primeiro (sem CRA) e o segundo cenário (sem anistia), respectivamente, reduziu-se em: 0,12% e 0,51% no produto interno bruto (PIB) real; 0,11% e 0,43% no consumo; 0,11% e 0,45% no gasto do governo; 0,84% e 3,09% no investimento real; e 0,14% e 0,4% nas importações. Não obstante, para o mesmo período de análise, houve aumento das exportações em 0,43% e 1,89%. No primeiro cenário, o estado mais afetado economicamente foi Mato Grosso (-4,52% no PIB) e no segundo cenário, Goiás (-4,25% no PIB). Além disso, foi observado que a soja e a criação de bovinos são os mais afetados negativamente por tais mudanças na política ambiental.porAcesso AbertoSetor agropecuário brasileiro pós novo código florestal : uma simulação de impactos econômicosTexto para Discussão (TD) 2320 : Setor agropecuário brasileiro pós novo código florestal : uma simulação de impactos econômicosWorking paperInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)Proteção AmbientalReflorestamentoAgricultura SustentávelImplicações EconômicasLicença ComumÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.Impactos econômicosNovo Código FlorestalGlobiom-BrasilTerm-BRCenários