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dc.contributor.authorMaia, José Nelson Bessa-
dc.coverage.spatialBrasilpt_BR
dc.coverage.spatialÍndiapt_BR
dc.coverage.spatialChinapt_BR
dc.coverage.spatialRússiapt_BR
dc.coverage.spatialÁfrica do Sulpt_BR
dc.date.accessioned2018-01-09T11:32:37Z-
dc.date.available2018-01-09T11:32:37Z-
dc.date.issued2017-07-
dc.identifier.urihttp://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8216-
dc.description.abstractNo início do século XXI, surge uma nova ordem mundial multipolar, e as relações econômicas internacionais se tornam mais descentralizadas devido à globalização e à integração regional. Nesse contexto, alguns países ditos emergentes passam a adotar uma diplomacia econômica proativa como estratégia de inserção externa, engajando-se na conformação de uma governança multilateral aberta a novos atores. A China saiu na frente com seu excepcional desempenho em crescimento e escala econômica, modificando o status quo e prenunciando mudanças no diretório de países avançados que rege a economia global desde os anos 1970. Outros países de grande dimensão e potências regionais em seus continentes logo seguiram os passos da China, a exemplo de Índia, Brasil, Rússia e África do Sul. A aglutinação desses países emergentes sob a sigla BRICS, a despeito de sua heterogeneidade, torna-os de alguma forma um agrupamento geoeconômico e geopolítico relevante. Por isso, para subsidiar a redefinição da prática do Brasil na governança dos organismos multilaterais de desenvolvimento, justifica-se uma análise comparativa das respectivas estratégias de participação dos demais países do BRICS na governança de tais organismos. Este trabalho faz o mapeamento das estratégias seguidas pelos demais membros do BRICS nos organismos multilaterais de desenvolvimento e tenta trazer lições úteis para a formulação de uma diretriz do governo brasileiro para nortear a sua atuação em tais organismos, de modo a otimizar os resultados dessa atuação, tanto como receptor de recursos quanto acionista dessas instituições.pt_BR
dc.language.isopt-BRpt_BR
dc.publisherInstituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.titleA Atuação de países emergentes na governança das instituições multilaterais de desenvolvimento : a experiências de alguns países do BRICSpt_BR
dc.title.alternativeThe Performance of emerging market countries on governance of mutilateral development organizations : the experience of some BRICS countriespt_BR
dc.title.alternativeEl Ejercicio de los países emergentes en la gobernanza de organizaciones multilaterales de desarrollo : la experiencia de algunos países del BRICSpt_BR
dc.typeRevista Tempo do Mundo - Artigospt_BR
dc.rights.holderInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)pt_BR
dc.source.urlsourcehttp://www.ipea.gov.brpt_BR
dc.location.countryBRpt_BR
dc.description.physicalp. 163-192pt_BR
dc.subject.vcipeaIPEA::Quadro Institucional::Governo. Administração Pública::Administração Pública::Governabilidadept_BR
dc.subject.vcipeaIPEA::Condições Econômicas. Pesquisa Econômica. Sistemas Econômicos::Condições Econômicas::Crescimento Econômico::Países em Desenvolvimentopt_BR
dc.rights.licenseÉ permitida a reprodução deste texto e dos dados nele contidos, desde que citada a fonte. Reproduções para fins comerciais são proibidas.pt_BR
dc.subject.keywordGovernançapt_BR
dc.subject.keywordOrganismos multilaterais de desenvolvimentopt_BR
dc.subject.keywordPaíses emergentespt_BR
dc.subject.keywordBRICSpt_BR
dc.relation.referenceshttp://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/8203pt_BR
ipea.description.additionalinformationA principios del siglo XXI, un nuevo orden mundial multipolar emerge y las relaciones económicas internacionales se vuelven más descentralizadas debido a la globalización y a los esquemas de integración regional. En este contexto, algunos de los llamados países emergentes empiezan a adoptar una diplomacia económica proactiva como una estrategia de inserción internacional, comprometida con la formación de una gobernanza multilateral abierta a nuevos actores. China siguió adelante con su excepcional resultado en el crecimiento y la escala económica, cambiando el status quo y anticipando los cambios en el directorio de los países avanzados que rigen la economía mundial desde la década de 1970. Otros países grandes y poderes regionales en sus continentes pronto siguieron los pasos de China, como India, Brasil, Rusia y Sudáfrica. El conjunto de estos países emergentes bajo el acrónimo BRICS, a pesar de su heterogeneidad, los hace de alguna manera una agrupación geoeconómica y geopolítica relevante. Por lo tanto, se justifica un análisis comparativo de las estrategias para la participación de otros países de los BRICS en la gobernanza de los organismos multilaterales de desarrollo para subvencionar la redefinición de la práctica de Brasil en la gobernanza de estas organizaciones. En este trabajo se procede a trazar las estrategias seguidas por otros miembros de BRICS en la gobernanza de los organismos multilaterales de desarrollo y trata de extraer lecciones útiles para la formulación de una política para el gobierno brasileño orientar sus actividades en dichos organismos con el fin de optimizar los resultados de esas acciones, tanto como receptor de los fondos, como accionista de estas instituciones.pt_BR
ipea.description.additionalinformationArtigo publicado em: Tempo do Mundo: v. 3, n.2 jul. 2017pt_BR
ipea.description.additionalinformationPossui referências bibliográficaspt_BR
ipea.description.additionalinformationISSN 2176-7025pt_BR
ipea.access.typeAcesso Abertopt_BR
ipea.rights.typeLicença Comumpt_BR
ipea.englishdescription.abstractIn the early twenty-first century, a new multipolar world order emerges and international economic relations become more decentralized due to globalization and schemes of regional integration. In this backdrop, some so called emerging countries start to adopt a proactive economic diplomacy as an international insertion strategy, engaging in the formation of a multilateral governance opened to new actors. China went ahead with its exceptional performance in growth and economic scale, changing the status quo and foreshadowing changes in the directorate of advanced countries that has been governing the global economy since the 1970s. Other large countries and regional powers in their continents soon followed in the footsteps of China, such as India, Brazil, Russia and South Africa. The assemblage of these emerging countries under the acronym BRICS, despite its heterogeneity, makes them somehow a relevant geo-economic and geo-political grouping. Therefore, in order to support the redefinition of Brazil’s practice in the governance of multilateral development agencies, a comparative analysis of the respective strategies of participation of the other BRICS countries in the governance of such organizations is justified. This work proceeds to map the strategies followed by some members of BRICS in the governance of multilateral development agencies and tries to extract useful lessons for the formulation of a policy for the Brazilian government to guide its activities in such agencies in order to optimize the results of those actions, both as funds receiver and as shareholder of these institutions.pt_BR
ipea.researchfieldsInserção Internacional Soberanapt_BR
ipea.classificationAdministração Pública. Governo. Estadopt_BR
ipea.classificationDesenvolvimento Regionalpt_BR
Appears in Collections:Desenvolvimento Regional: Artigos
Administração Pública. Governo. Estado: Artigos

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