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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 3, jan. 1997

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Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Panorama geral : Mercado de Trabalho n.03 – jan. 1997
Conjuntura macroeconômica – janeiro 1997 : Mercado de Trabalho n.03 – jan. 1997
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.03 – jan. 1997
O papel do salário-mínimo no contexto da estabilização econômica
O que fazer com o salário mínimo ?
A necessidade de recuperação da política nacional de salário mínimo
Salário mínimo e sincronismo das negociações salariais

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Publicação
Panorama geral : Mercado de Trabalho n.03 – jan. 1997
(Ipea, 1997-01) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados /CAGED) do Ministério do Trabalho – referentes ao mês de outubro – apontam uma nova queda do nível de emprego formal no Brasil como um todo e, particularmente, na região Sudeste. Embora o saldo acumulado nos dez primeiros meses do ano ainda seja levemente positivo, 1996 deverá terminar com um resultado líquido negativo, visto que os desligamentos tradicionalmente superam as admissões nos dois últimos meses do ano.
Publicação
Conjuntura macroeconômica – janeiro 1997 : Mercado de Trabalho n.03 – jan. 1997
(Ipea, 1997-01) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
O debate econômico no final de 1996 esteve centrado, por um lado, no grande sucesso na redução dos índices de inflação, que registraram valores inferiores aos projetados no início do ano; e por outro, na persistência de dois importantes desequilíbrios: o déficit público e o déficit comercial. Além disso, a discussão que permeia estes problemas refere-se ao ritmo de crescimento da economia neste ano, suscitando comentários acerca de uma possível “freada" na economia para evitar um superaquecimento e uma consequente deterioração das contas externas e a reaceleração inflacionária. Na verdade, enquanto o ano de 96 teve dois momentos distintos em termos de atividade econômica - uma certa estagnação no primeiro semestre e uma recuperação forte no segundo - este ano deve apresentar uma trajetória mais suave, porém firme, de crescimento, principalmente se operarem os mecanismos "naturais" de controle de demanda, como a retração espontânea do crédito (por conta de seu grande crescimento nos últimos meses de 1996), que tornam desnecessárias novas medidas restritivas por parte do Banco Central. Este deve continuar com o movimento de redução gradual das taxas de juros e aprofundar as medidas no sentido de alterar a condução da política monetária, especialmente com relação ao redesconto.
Publicação
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.03 – jan. 1997
(Ipea, 1997-01) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
O rápido aumento da População Economicamente Ativa (PEA) já assinalado no último número desta publicação não apenas teve continuidade, mas se reforçou no último trimestre para o qual os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE se encontram disponíveis. Segundo esta pesquisa, o número de participantes no mercado de trabalho em setembro de 1996 era 4, 16% superior ao do mesmo mês do ano anterior. Esta tendência foi observada em todas as regiões metropolitanas, mas sobretudo em São Paulo e Porto Alegre, onde este aumento foi superior a 5%. Ela foi muito mais forte para as mulheres (6,84%) que para os homens (2,42%)- em função da forte elevação da taxa de participação destas (gráfico 2) e se verificou para todas as faixas etárias, exceto a de 15 a 17 anos, cuja taxa de participação continuou em declínio (vide as tabelas A.1.1 a A.1.6 do anexo).
Publicação
O papel do salário-mínimo no contexto da estabilização econômica
(Ipea, 1997-01) Jatobá, Jorge; Chahad, José Paulo Zeetano; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Jorge Jatobá; José Paulo Zeetano Chahad
O Brasil vive um especial momento de sua história: necessita consolidar a estabilidade de preços e retomar o crescimento econômico auto-sustentado com uma melhor distribuição de renda. Nesse contexto, tem emergido como uma polêmica o papel do salário-mínimo.
Publicação
O que fazer com o salário mínimo ?
(Ipea, 1997-01) Roberto Macedo; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Roberto Macedo
Maio está chegando e isso significa que o governo federal irá enfrentar, mais uma vez, o problema de como reajustar o salário mínimo. E um assunto antigo e complicado pelas suas implicações políticas e econômicas. Dá manchete nos jornais, toma tempo no rádio e na televisão. Novamente, os adversários políticos, e mesmo alguns aliados, vão criticar o Presidente pelo reajuste, pedindo outro, bem maior. Entre esses políticos, há alguns que conseguem sobreviver com o salário mínimo. Politicamente, é claro. Quanto menor, melhor.

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