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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 2, set. 1996

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Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Panorama geral : Mercado de Trabalho n.02 – out. 1996
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.02 – out. 1996
Conjuntura macroeconômica – setembro 1996 : Mercado de Trabalho n.02 – out. 1996
Sistema público de emprego : um imperativo para a modernização do mercado de trabalho brasileiro
Um pacto pelo trabalho
Em direção a um serviço público de emprego : com atividades articuladas, integradas e com participação social
Estabilização, salário mínimo e a redução recente da pobreza

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Publicação
Panorama geral : Mercado de Trabalho n.02 – out. 1996
(Ipea, 1996-10) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Em resposta às mudanças recentes na condução da política econômica, o desempenho do mercado de trabalho brasileiro tem melhorado nos últimos meses: o nível de emprego formal e a renda real média do trabalho estão de novo aumentando, o crescimento da produtividade se reacelerou e as taxas de desemprego baixaram na maioria das regiões metropolitanas - inclusive e sobretudo em São Paulo, onde a situação tinha se deteriorado rapidamente entre fins de 1995 e o início de 1996.
Publicação
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.02 – out. 1996
(Ipea, 1996-10) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE apontam que o rápido crescimento da PEA que vinha se registrando nos primeiros meses do ano se estancou a partir de abril, chegando a se reverter em junho. Ainda assim, o saldo acumulado no primeiro semestre no conjunto das seis regiões metropolitanas pesquisadas foi positivo em mais de 290.000 pessoas. Embora 55,26% destas se encontrassem na região metropolitana de São Paulo, a PEA que mais cresceu foi a de Belo Horizonte (3, 75%), enquanto Recife e Salvador registravam variações negativas. Quase 97% dos novos participantes do mercado de trabalho metropolitano foram mulheres. A taxa de participação destas, de fato, passou de 43, 42% em dezembro de 1995 para 44,82% em junho deste ano, ao passo que a dos homens continuou sua tendência decrescente (iniciada no começo desta década), retrocedendo, neste mesmo período, de 76,46% para 76, 18%. Merece também registro, por fim, que tem caído o tamanho absoluto do segmento da PEA composto por indivíduos de 25 a 29 anos. Este movimento não é provocado por uma redução de sua taxa de participação na força de trabalho, mas por uma diminuição do número total de pessoas com estas características nas regiões metropolitanas.
Publicação
Conjuntura macroeconômica – setembro 1996 : Mercado de Trabalho n.02 – out. 1996
(Ipea, 1996-10) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
O cenário mais geral nesse terceiro trimestre vem confirmando as expectativas de uma recuperação mais forte da atividade econômica. Simultaneamente, a inflação voltou a desacelerar-se, com alguns índices apontando até mesmo para uma pequena deflação em setembro. A recuperação dos níveis de produção tende a ser reforçada pela continuidade da estratégia de flexibilização da política monetária e liberação gradual do crédito. Nesse sentido, não apenas as taxas de juros recuaram de patamar, mas também uma série de normatizações foi implementada, beneficiando os consórcios, as empresas de arrendamento mercantil e factoring. No que se refere ao-setor externo, a balança comercial voltou a apresentar déficits a partir de junho, embora o primeiro semestre tenha registrado uma redução no déficit em transações correntes. Este movimento foi acompanhado por melhora no perfil da conta de capital, com os investimentos diretos e os empréstimos de longo prazo tomando o lugar antes reservado aos investimentos em portfólio e empréstimos de curto prazo. Os elementos críticos continuam situados no setor governamental. Com efeito, o déficit operacional até julho, de 3, 7%, aponta para uma grave restrição ao ajustamento de longo prazo, comprometendo as taxas de crescimento futuras.
Publicação
Sistema público de emprego : um imperativo para a modernização do mercado de trabalho brasileiro
(Ipea, 1996-10) Chahad, José Paulo Zeetano; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; José Paulo Zeetano Chahad
Num mundo do trabalho em transformação, um Sistema Público de Emprego tem um papel fundamental a desempenhar - combater o desemprego estrutural e adequar a força de trabalho para os novos requisitos profissionais. Ele aumenta substancialmente a "empregabilidade" da força de trabalho, permitindo uma recolocação mais rápida do desempregado, assim como tende a reduzir o tempo de procura por emprego. Permite ainda administrar e controlar melhor o seguro-desemprego, assim como facilita o equilíbrio entre oferta e demanda de mão de obra.
Publicação
Um pacto pelo trabalho
(Ipea, 1996-10) Gomes, Antônio Carlos Mendes; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Antônio Carlos Mendes Gomes
Todos os países do mundo têm hoje uma preocupação comum: o desemprego. No Brasil, apesar do anúncio de taxas de desemprego aberto relativamente baixas, há um sentimento generalizado de insegurança por parte daqueles que ainda se mantêm no emprego formal, e uma constatação clara de crescente precarização das alternativas de oportunidades de trabalho que se apresentam aos que perdem seu emprego e aos que buscam entrar para o mercado de trabalho.

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