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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 46, n. 03, dez. 2016

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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A Estabilidade da desigualdade no Brasil entre 2006 e 2012 : resultados adicionais
Como as mudanças no trabalho e na renda dos pais afetam as escolhas entre estudo e trabalho dos jovens?
Comparação de métodos de valoração de preferências sociais por estados de saúde
O Impacto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h sobre indicadores de mortalidade : evidências para o Rio de Janeiro
Efetividade da Lei do Bem no estímulo aos dispêndios em P&D : uma análise com dados em painel
Consumo de energia elétrica das exportações brasileiras : uma análise sistêmica por área de concessão de distribuição

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Publicação
A Estabilidade da desigualdade no Brasil entre 2006 e 2012 : resultados adicionais
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2016-12) Medeiros, Marcelo; Souza, Pedro Herculano Guimarães Ferreira de
Avalia-se em que medida a tendência da desigualdade na distribuição de rendimentos totais entre os adultos no Brasil de 2006 a 2012 é afetada pelas medidas de desigualdade utilizadas, fontes de dados, definição de estratos e variáveis de ordenamento nas tabulações dos dados tributários, subestimação da base e metodologia de correção da subestimação do topo nas pesquisas amostrais. Conclui-se que a hipótese de estabilidade da desigualdade no Brasil encontra respaldo em evidências empíricas. Diferentes tabulações de dados do imposto de renda e distintos métodos de estimação da desigualdade levam resultados convergentes: nível mais alto que medido nas pesquisas domiciliares, estabilidade e grande importância dos ricos para explicar o comportamento da desigualdade entre 2006 e 2012.
Publicação
Como as mudanças no trabalho e na renda dos pais afetam as escolhas entre estudo e trabalho dos jovens?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2016-12) Vieira, Caterina Soto; Cabanas, Pedro Henrique Fonseca; Menezes-Filho, Naércio Aquino; Komatsu, Bruno Kawaoka
Este artigo examina os determinantes das situações de estudos e oferta de trabalho dos jovens e de suas mudanças ao longo do tempo. Temos como foco os efeitos da renda e da situação de trabalho dos pais, examinando os efeitos diferenciados dessas variáveis, a depender se elas se referem ao pai ou à mãe. Nossos resultados indicam que o crescimento da renda da mãe teve importância maior, em comparação com a renda do pai, para explicar o aumento da proporção de jovens que se dedicam exclusivamente aos estudos e a redução daqueles que somente participam do mercado de trabalho.
Publicação
Comparação de métodos de valoração de preferências sociais por estados de saúde
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2016-12) Reis, Carla de Barros; Andrade, Mônica Viegas; Noronha, Kenya Valeria Micaela de Souza
Este artigo explora a equivalência entre três métodos de aferição de preferências por estados de saúde: Ranking, Visual Analogue Scale (VAS) e Time Trade-off (TTO). As preferências são utilizadas em avaliações de tecnologias em saúde. Utilizando dados de um estudo de avaliação com base no sistema descritivo EQ-5D, em Minas Gerais, realiza-se a transformação das informações ordinais em cardinais por meio do modelo logit condicional. Os resultados mostram que apesar da ordenação das preferências ser similar entre os três métodos analisados, diferenças expressivas na magnitude dos valores são observadas, com consequências importantes para a tomada de decisões quanto à alocação de recursos em saúde.
Publicação
O Impacto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h sobre indicadores de mortalidade : evidências para o Rio de Janeiro
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2016-12) Rocha, Rudi; Fernandes, Lucas Merenfeld da Silva
Este artigo avalia o impacto das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) 24h sobre as taxas de mortalidade nos municípios do estado do Rio de Janeiro entre 2000 e 2011. Para tanto, estimou-se um modelo de dados em painel ao nível do município-mês, no qual se identificou o efeito das UPAs sobre as taxas de mortalidade por município de residência, local de ocorrência e causa do óbito. Observou-se que as UPAs têm um efeito negativo, porém não significativo sobre a taxa geral de mortalidade. Ao caracterizar este efeito com mais detalhes, por local de ocorrência e causa do óbito, observou-se uma redução significativa dos óbitos em hospitais (-16%) e na rua (-27%), mas um aumento de óbitos ocorridos em outros estabelecimentos de saúde (em que as UPAs estão classificadas). Isso sugere realocação parcial de óbitos entre locais de ocorrência. Ao examinar efeitos sobre a mortalidade em hospitais, observou-se um efeito negativo sobre óbitos por doenças circulatórias e endócrinas, bem como por causas externas.
Publicação
Efetividade da Lei do Bem no estímulo aos dispêndios em P&D : uma análise com dados em painel
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2016-12) Kannebley Júnior, Sérgio; Shimada, Edson; De Negri, Fernanda
Este artigo produz uma avaliação quantitativa para o impacto direto sobre os dispêndios em pesquisa e desenvolvimento (P&D) do incentivo fiscal à P&D, denominado Lei do Bem. Esta avaliação foi conduzida a partir de estimações de modelos econométricos com microdados de empresas industriais brasileiras para o período de 2000 a 2009. Foi aplicado o procedimento de propensity score matching (PSM) aliado à estimação de modelos com dados em painel a fim de corrigir para a presença de viés de seleção e verificou-se que os incentivos fiscais produzem um efeito de adicionalidade aos dispêndios em P&D. O impacto médio estimado foi de um acréscimo de 43% a 81% para os dispêndios em P&D e de 9% a 10% para o incremento de pessoal técnico-científico ligado à P&D.

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