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Tempo do Mundo (TM): v. 3, n. 2, jul. 2017

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Resumo

A Revista Tempo do Mundo é uma publicação internacional patrocinada pelo Ipea, órgão que integra a Presidência da República Federativa do Brasil. A revista contará com versões em português e inglês e foi idealizada para apresentar e promover os debates contemporâneos, com ênfase na temática do desenvolvimento, em uma perspectiva Sul – Sul. O campo de atuação é o da economia política, com abordagens plurais sobre as dimensões essenciais do desenvolvimento, como questões econômicas, sociais e relativas à sustentabilidade.

Resumo traduzido

The Perspective of the World is an international periodical sponsored by Ipea (Institute of Applied Economic Research), a body belonging to the Presidency of the Federative Republic of Brazil, and was designed to promote contemporary debates, emphasizing the theme of development from a South – South perspective. The goal is to formulate proposals for the development of public policies and to encourage international comparisons, focusing on the scope of political economy.

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Exportações da Argentina para o Brasil nos últimos anos : um problema de demanda insuficiente ou oportunidade perdida?
China e as conexões do desenvolvimento : questões de economia, sociedade e política
Integração financeira na América Latina entre 2000 e 2014 : avanços, limites e caminhos à frente
A Cooperação técnica brasileira e a busca pela inserção na "sociedade do conhecimento" : da subordinação norte-sul à aliança estratégica sul-sul?
A Atuação de países emergentes na governança das instituições multilaterais de desenvolvimento : a experiências de alguns países do BRICS
O "Espírito de Dunquerque" e o NHS inglês : teoria, história e evidências
A Influências da cooperação sul-sul sobre outras formas de cooperação : o caso da colaboração do IPC-IG na elaboração de um programa de transferências de renda para Cabo Verde

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Publicação
Exportações da Argentina para o Brasil nos últimos anos : um problema de demanda insuficiente ou oportunidade perdida?
(Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-07) Bekerman, Marta; Dulcich, Federico
Em um contexto em que retorna a restrição externa ao crescimento na economia argentina, este trabalho se pergunta o que é a realidade hoje das atuais relações comerciais entre Argentina e Brasil, ou seja, quem sempre desempenhou um papel fundamental como um destino para as exportações argentinas, especialmente as industriais. Embora durante o período de 2003-2013 o programa macroeconômico no Brasil tenha gerado um aumento significativo na penetração de importações, este aumento foi fornecido em vários setores por outros provedores, especialmente a China. Neste contexto, e tendo em conta a recente queda das exportações argentinas para o Brasil, este trabalho tem como objetivo identificar em que medida esta diminuição está ligada à crise econômica e à recessão, mostrando o seu sócio comercial, ou se é de natureza estrutural, com impactos mais elevados em longo prazo, relacionados com o papel da China como um competidor no mercado brasileiro.
Publicação
China e as conexões do desenvolvimento : questões de economia, sociedade e política
(Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-07) Castro, Demian
Este artigo procura discutir alguns dos dilemas atuais do desenvolvimento chinês. A partir de um quadro de indicadores econômicos, que apontam uma desaceleração consistente do crescimento, são discutidas questões relativas à população, ao mercado de trabalho, às políticas sociais e a transição para um padrão de acumulação mais tecnológico. Aponta-se que a construção de bem-estar é o grande desafio chinês.
Publicação
Integração financeira na América Latina entre 2000 e 2014 : avanços, limites e caminhos à frente
(Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-07) Martins, Norberto Montani
O artigo pretende atualizar a análise sobre o processo de integração financeira na América Latina, cobrindo o período entre 2000 e 2014, e ampliar o escopo analítico de trabalhos anteriores dedicados ao tema por meio da incorporação de elementos institucionais e políticos. Busca-se fornecer uma visão ampla, congregando fatores econômicos, institucionais e políticos, para avaliar a evolução da integração e seus limites face às idiossincrasias regionais. Conclui-se que o processo de integração financeira latino-americana avançou de forma lenta, mas não desprezível, no período analisado. Argumenta-se, porém, que o desenrolar do processo de integração manteve, ou mesmo criou, importantes barreiras à sua expansão, devido à manutenção das assimetrias regionais em áreas-chave, como tamanho dos mercados, regulação e infraestrutura. Defende-se também que o aparente alinhamento político dos países não foi suficiente para estimular a criação de um projeto comum de integração financeira, dando origem a iniciativas fragmentadas que enfraquecem o avanço desse processo.
Publicação
A Cooperação técnica brasileira e a busca pela inserção na "sociedade do conhecimento" : da subordinação norte-sul à aliança estratégica sul-sul?
(Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-07) Hitner, Verena; Carlotto, Maria Caramez
Este artigo busca analisar as mudanças na cooperação técnica do Brasil a partir do momento em que ela se transforma em ferramenta privilegiada da política externa adotada pelo país atualmente. Para tanto, parte-se de uma comparação entre dois diferentes padrões de transferência de conhecimentos, com o objetivo de compreender a importância da mudança do conceito de cooperação para a política de desenvolvimento e inserção internacional brasileira. Analisa-se particularmente a cooperação técnica entre Brasil e Estados Unidos no campo de políticas educacionais nos anos 1950, 1960 e 1970 e no campo de políticas de ciência e tecnologia nos anos 1980 e 1990, comparando-as com a cooperação técnica para transferência de tecnologia agrícola do Brasil com outros países em desenvolvimento nos anos 2000. O objetivo é analisar em que medida o atual modelo brasileiro pode ser considerado um novo padrão de cooperação técnica em relação a um novo formato de inserção internacional.
Publicação
A Atuação de países emergentes na governança das instituições multilaterais de desenvolvimento : a experiências de alguns países do BRICS
(Instituo de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-07) Maia, José Nelson Bessa
No início do século XXI, surge uma nova ordem mundial multipolar, e as relações econômicas internacionais se tornam mais descentralizadas devido à globalização e à integração regional. Nesse contexto, alguns países ditos emergentes passam a adotar uma diplomacia econômica proativa como estratégia de inserção externa, engajando-se na conformação de uma governança multilateral aberta a novos atores. A China saiu na frente com seu excepcional desempenho em crescimento e escala econômica, modificando o status quo e prenunciando mudanças no diretório de países avançados que rege a economia global desde os anos 1970. Outros países de grande dimensão e potências regionais em seus continentes logo seguiram os passos da China, a exemplo de Índia, Brasil, Rússia e África do Sul. A aglutinação desses países emergentes sob a sigla BRICS, a despeito de sua heterogeneidade, torna-os de alguma forma um agrupamento geoeconômico e geopolítico relevante. Por isso, para subsidiar a redefinição da prática do Brasil na governança dos organismos multilaterais de desenvolvimento, justifica-se uma análise comparativa das respectivas estratégias de participação dos demais países do BRICS na governança de tais organismos. Este trabalho faz o mapeamento das estratégias seguidas pelos demais membros do BRICS nos organismos multilaterais de desenvolvimento e tenta trazer lições úteis para a formulação de uma diretriz do governo brasileiro para nortear a sua atuação em tais organismos, de modo a otimizar os resultados dessa atuação, tanto como receptor de recursos quanto acionista dessas instituições.

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