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Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 25, maio/ago. 2019

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Resumo

O Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) é uma publicação da Diretoria de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais (Dinte) do Ipea e visa promover o debate sobre temas importantes para a inserção do Brasil no cenário internacional, com ênfase em estudos aplicados no campo da Economia Internacional e das Relações Internacionais, tendo como público-alvo acadêmicos, técnicos, autoridades de governo e estudiosos das relações internacionais em geral.

Resumo traduzido

The Economics and International Policy Bulletin (BEPI) is a publication of the Board of Studies and Economic Relations and International Policies (Dinte) IPEA and aims to promote debate on issues important to the insertion of Brazil internationally, with an emphasis on applied studies in the field of International Economics and International Relations, with the academic audience, technical, government officials and scholars of international relations in general.

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A Governança global da cooperação para o desenvolvimento e a agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030
Cooperação Sul-Sul brasileira e a avaliação dos projetos estruturantes : o estado da arte e uma agenda de pesquisa
Cooperação em ciência, tecnologia e inovação no BRICS
A Institucionalidade da integração fronteiriça na Unasul e no

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Publicação
A Governança global da cooperação para o desenvolvimento e a agenda de Desenvolvimento Sustentável 2030
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2019-08) Souza, André de Mello e
A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, adotada em 2015 pelos Estados-membros da Organização das Nações Unidas (ONU), logrou estabelecer como aspiração global o desenvolvimento sustentável e inclusivo. Conforme reconhecido explicitamente pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 17, o cumprimento dessa agenda exigirá cooperação internacional. No entanto, a governança da cooperação para o desenvolvimento ainda carece de regime global, funcional e abrangente, dados os fracassos de esforços recentes de criar tal regime por meio do agrupamento institucional dos doadores da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e dos principais países em desenvolvimento, inclusive o Brasil. Este artigo discute as deficiências dessa governança, marcada pela fragmentação institucional, e suas implicações para a consecução dos ODS. Argumenta-se que um regime global é necessário e preferível ao status quo, devido aos ganhos de eficiência que proporcionaria, particularmente no que tange aos requisitos de coordenação e coerência das políticas da Agenda 2030. Tal regime seria especialmente importante para aqueles ODS que envolvem diretamente a provisão de bens públicos globais, em face da inexistência de mecanismos de priorização dos ODS nessa agenda.
Publicação
Cooperação Sul-Sul brasileira e a avaliação dos projetos estruturantes : o estado da arte e uma agenda de pesquisa
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2019-08) Rizzo, Aline Duarte da Graça
A cooperação técnica para o desenvolvimento (CTPD) brasileira tem como uma de suas estratégias a ênfase em projetos estruturantes, que se caracterizam por fortalecer as capacidades institucionais do país parceiro. Este trabalho tem por objetivo apresentar a definição de “projeto estruturante”, apontar os desafios de avaliação dessa modalidade, apresentar inciativas de avaliação e propor uma possível agenda de pesquisa.
Publicação
Cooperação em ciência, tecnologia e inovação no BRICS
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2019-08) Kubota, Luis Claudio
O objetivo deste texto é apresentar a situação atual da cooperação entre os países do BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) na área de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), tendo como referência a cooperação mais antiga e consolidada da União Europeia (UE). A experiência europeia é referência para outros blocos de países, e pode também ser útil para os membros do BRICS. Em comparação com a UE, a análise mostra que os países do BRICS evoluíram na sua agenda de ciência e tecnologia (C&T) – por exemplo por meio dos BRICS STI Framework Programmes – mas não tanto no que diz respeito à inovação. Os membros do BRICS ainda possuem baixos índices de produção científica conjunta, o que significa que há bastante espaço para maiores intercâmbios científicos.
Publicação
A Institucionalidade da integração fronteiriça na Unasul e no
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2019-08) Barros, Pedro Silva; Samurio, Sofía Escobar
Em 2019, o Brasil deveria ter assumido a presidência pro tempore da União de Nações Sul-Americanas (Unasul) por um ano, a partir de 17 de abril, e assumiu a do Mercado Comum do Sul () por seis meses, no dia 17 de junho. Diante dessa coincidência de mandatos, abriu-se um debate em torno da possibilidade de convergência das agendas das organizações regionais para a integração de fronteira na América do Sul. Este trabalho é uma versão preliminar de uma pesquisa em andamento, cujo objetivo consiste em apresentar e contextualizar a agenda de fronteira desses dois organismos e analisar o que tem acontecido recentemente no Subgrupo de Trabalho sobre Integração Fronteiriça (SGT) no 18 do , assim como no Programa sobre Integração Fronteiriça que se desenvolvia na Unasul, principalmente os avanços do Grupo Técnico Executivo (GTE) sobre Integração e Facilitação Fronteiriça e o Sistema de Informação Geográfica (SIG), ambos do Conselho Sul-Americano de Infraestrutura e Planejamento (Cosiplan).

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