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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 02, n. 01, jun. 1972

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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A Evolução da capacidade de produção da indústria automobilística brasileira no período 1957-1969
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O Emprego de deflatores inadequados e o problema de erro comum nas variáveis em estudos econométricos : um comentário
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Estado e planejamento econômico no Brasil
7 ensaios sobre a economia brasileira

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Publicação
Industrialização e emprego : o problema da reposição de equipamentos
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1972-06) Versiani, Flávio Rabelo
Este trabalho oferece interpretações que envolvem basicamente argumentos de três ordens: a) inflexibilidades tecnológicas: b) imperfeições nos mercados de fatores; e c) baixa qualificação média da força de trabalho. A ideia geral que informa o primeiro tipo de argumento é a de que as opções tecnológicas abertas, em certos setores industriais, à escolha do empresário de um país subdesenvolvido são restritas, no sentido de que técnicas relativamente intensivas em capital são minimizadoras de custos mesmo dado um baixo preço relativo da mão-de-obra o resultado de tal mudança estrutural.
Publicação
A Evolução da capacidade de produção da indústria automobilística brasileira no período 1957-1969
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1972-06) Almeida, José
Este artigo trata de um dos conceitos mais discutidos na literatura econômica que é o de "Capacidade". Até agora não se encontrou denominador comum nem para definir, nem para avaliar capacidade. As dificuldades começam com as divergências entre economistas e engenheiros. Estes, com o conceito de capacidade técnica: a produção máxima, com determinado estoque de capital por unidade de tempo. Nesse caso, plena capacidade é a produção que se pode obter do equipamento existente em condições normais, tanto no que diz respeito ao número de horas, como ao número de turnos de trabalho. A esse conceito, os economistas contrapõem o de capacidade econômica, isto é, a produção que se obtém com o mínimo de custo médio unitário.
Publicação
A Renda familiar e por habitante na cidade do Recife
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1972-06) Cavalcanti, Clóvis de Vasconcelos
Este artigo tem como propósito comparar uma série de diversas informações relativas à renda por família e por habitante do Recife, visando a testar a solidez dos vários resultados conseguidos e, em seguida, se valido o teste, situar a posição ordinal do Recife na escala do progresso econômico. Propósito paralelo do trabalho é examinar a consistência de certas afirmações referentes ao desenvolvimento de todo o Nordeste, que lhe atribuem qualidade algo espetacular.
Publicação
Escolha de tecnologias, preços dos fatores de produção e dependência : uma contribuição ao debate
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1972-06) Erber, Fabio Stefano
O trabalho trata do diagnóstico dos autores para o custo relativamente baixo do capital em relação ao custo da mão-de-obra, e o que teria levado os empresários a adotar técnicas altamente intensivas de capital e sugerem que a manipulação dos preços relativos dos dois fatores, através da redução do custo do trabalho, levaria os empresários a adotar técnicas mais intensivas de mão-de-obra. O presente comentário tem o propósito de acrescentar alguns dados à análise do problema que, se podem ser ignorados num exercício econométrico, influem bastante na formulação de uma política exequível de absorção de mão-de-obra.
Publicação
O Emprego de deflatores inadequados e o problema de erro comum nas variáveis em estudos econométricos : um comentário
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1971-12) King, Kenneth
Tal artigo trata da compilação das estatísticas econômicas em termos nominais enquanto os modelos são construídos em termos reais. Nas abordagens estatísticas aos modelos econômicos os valores nominais são deflacionados por alguns índices de preços de maneira a aproximar o comportamento das variáveis reais. Se o índice de preços representa falsamente o seu comportamento, as variáveis deflacionadas poderão conter uma covariância sistemática que as verdadeiras variáveis reais não encerram. Este problema tem sido praticamente ignorado na literatura teórica bem como nos estudos econométricos que dependem fundamentalmente de variáveis deflacionadas. No entanto, como se argumenta abaixo, em certas condições os vieses resultantes do emprego de um deflator inadequado podem revestir-se de extrema seriedade.

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