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Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 37, set./dez. 2023

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A 37a edição do Boletim de Economia e Política Internacional tem como tema especial as Relações internacionais de entes subnacionais, sintetizadas no termo paradiplomacia, popularizado por autores como Panayotis Soldatos e Ivo Duchacek a partir dos anos 1980.

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BOLETIM DE ECONOMIA E POLÍTICA INTERNACIONAL. Relações internacionais de entes subnacionais. Brasília, DF: Ipea, n. 37, set./dez. 2023. ISSN 2176-9915. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/bepi37

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Apresentação - Boletim de Economia e Política Internacional nº 37 - set./dez. 2023
City networks and diplomacy
“Paradiplomacia da resistência” : a reação subnacional à política (anti)ambiental de Bolsonaro
São Paulo, Xangai : convergências, choques e perspectivas da paradiplomacia nas relações bilaterais Brasil-China
Governos subnacionais e a internacionalização de políticas no nordeste brasileiro : uma análise da atuação das secretarias estaduais
Paradiplomacia e os mercados internacionais de cidades : o caso de Curitiba
A Paradiplomacia da cidade do Rio de Janeiro : um estudo de caso sobre o governo de Eduardo Paes (2009-2016)
A Atuação internacional de cidades pequenas : um diagnóstico do potencial internacional da cidade de Marau, no Rio Grande do Sul
Os Governos subnacionais brasileiros no Mercosul : balanço, perspectivas e uma proposta de relançamento

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Publicação
Apresentação - Boletim de Economia e Política Internacional nº 37 - set./dez. 2023
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-03) Alves, André Gustavo de Miranda Pineli
A 37a edição do Boletim de Economia e Política Internacional tem como tema especial as Relações internacionais de entes subnacionais, sintetizadas no termo paradiplomacia, popularizado por autores como Panayotis Soldatos e Ivo Duchacek a partir dos anos 1980.
Publicação
City networks and diplomacy
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-03) Balbim, Renato Nunes
A característica internacional das cidades é intrínseca, dando relevância a seu papel geopolítico no cenário global. A recente criação e relevância de um espaço interconectado de cidades que pode ou não ser influenciado por Estados-nações tem fomentado pesquisas sobre as relações internacionais protagonizadas por cidades. O objetivo deste artigo é apresentar a diplomacia das cidades para além da diplomacia ocidental. Buscamos conceituar e categorizar a diplomacia das cidades, suas estratégias e agentes desde seu surgimento. Tendo como foco o Brasil, busca-se compreender de que maneira o Sul global tem se engajado nesse campo. Considerando que o território das cidades é central para estratégias globais de produção e acumulação, por vezes a diplomacia das cidades encontra-se em meio a contradições, num campo de forças em que grandes corporações, Estados-nações, agências multilaterais, organizações não governamentais (ONGs) e cidadãos disputam espaços de poder e visões da cidade e de mundo. Este cenário leva à formação de redes: i) de projeto; ii) corporativas; e iii) de cidades. As cidades brasileiras têm se postado internacionalmente como consumidoras do mundo, muito mais do que produtoras; entretanto, outras cidades do Sul global buscam inserir-se como produtoras de soluções globais a partir da valorização de estratégias locais. De um modo geral, o campo de estudos sobre a diplomacia das cidades demanda avanços teóricos e metodológicos para compreender este complexo fenômeno.
Publicação
“Paradiplomacia da resistência” : a reação subnacional à política (anti)ambiental de Bolsonaro
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-03) Barros, Marinana Andrade e; Secches, Daniela Vieira
Historicamente, as divergências entre os entes federados brasileiros no âmbito da paradiplomacia são raras. Contudo, a agenda política de Jair Bolsonaro (2019-2022), baseada no questionamento da ordem internacional liberal, levou a uma importante fratura nos entendimentos estabelecidos entre os governos estaduais e federal sobre a atuação internacional subnacional. Alguns estados-membros, na contramão do Executivo federal, passaram a cooperar diretamente com entidades estrangeiras ao identificar, em discursos radicalizados e ações negacionistas, dinâmicas nocivas aos governos estaduais – com perda de recursos financeiros ou erosão de políticas públicas locais. Chamamos esse fenômeno de “paradiplomacia de resistência”. É possível vê-lo em vários campos da agenda política, especialmente no âmbito da preservação ambiental. Seguindo a diretriz de extrema-direita e com o apoio do agronegócio, o governo Bolsonaro classificou a questão climática como pauta marxista e secundária. O artigo analisa as ações tomadas por governos estaduais frente aos questionamentos propostos por atores internacionais sobre os índices de desmatamento e queimadas, e as reações à perda de recursos financeiros internacionais. Ao engendrar uma ruptura com essa antipolítica, concluímos que os governos estaduais usaram a paradiplomacia para moderar a posição federal, buscando assim se aproximar da governança ambiental global.
Publicação
São Paulo, Xangai : convergências, choques e perspectivas da paradiplomacia nas relações bilaterais Brasil-China
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-03) Sousa, Ana Tereza Lopes Marra de; Rodrigues, Gilberto M. A.
Valendo-se de uma estrutura paradiplomática desenvolvida ao longo dos anos 1990 e 2000, o estado de São Paulo (ESP) passou a incrementar suas relações com a China, em convergência com o adensamento das relações sino-brasileiras em nível subnacional. Entretanto, durante a gestão de Jair Bolsonaro (2019-2022), o ESP entrou em choque com o governo federal, incluindo as suas relações paradiplomáticas, que se desenvolveram em conflito com a política externa brasileira (PEB) de Bolsonaro e se exacerbaram com a pandemia da covid-19, levando o ESP a realizar ações paradiplomáticas não apenas comerciais, mas sanitárias e políticas. Com o fim da pandemia e as eleições de 2022, o ESP passou a ser governado em 2023 por um político do campo bolsonarista. O artigo tem como objetivo investigar as convergências, choques e perspectivas da paradiplomacia de São Paulo com a China, maior parceiro comercial do país e sócio estratégico em várias áreas, visando compreender como as relações internacionais de São Paulo têm se pautado na chave cooperação-conflito com a União, tendo a China como foco.
Publicação
Governos subnacionais e a internacionalização de políticas no nordeste brasileiro : uma análise da atuação das secretarias estaduais
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-03) Fróio, Liliana Ramalho; Superti, Eliane; Souza, Guilherme de Lima
O trabalho tem como objetivo avaliar a relação entre as estruturas institucionais paradiplomáticas e a internacionalização de políticas, com foco na atuação das secretarias dos governos estaduais do Nordeste brasileiro. A pesquisa baseia-se na análise não sistemática de literatura especializada e no mapeamento exploratório das experiências de internacionalização de políticas públicas nos governos estaduais da região. Os resultados do mapeamento mostram que os estados do Nordeste possuem potencial paradiplomático e que, mesmo em condições adversas, tiveram certo protagonismo no processo de internacionalização, levando à necessidade de uma melhor reflexão sobre a atuação paradiplomática de governos considerados periféricos.

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