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Carta de Conjuntura : n. 62, jan./mar. 2024

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A Carta de Conjuntura, com periodicidade trimestral, traz uma análise dos principais temas econômicos, sempre acompanhada de projeções dos mais importantes indicadores macroeconômicos.

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CARTA DE CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Ipea, n.62, jan./mar. 2024. ISSN: 19828772. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/13585

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Publicação
Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em dezembro de 2023
(Ipea, 2024-04) Ferreira, Sergio; Martins, Felipe; Ipea; Sergio Ferreira; Felipe Martins
De acordo com dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, obtidos por meio do Tesouro Gerencial, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN),1 dezembro de 2023 apresentou um déficit primário de R$ 119,4 bilhões nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a despesa totalizou R$ 302,6 bilhões, acréscimo de 72,4% na mesma base de comparação, impactada pelo adiantamento do pagamento de precatórios não pagos em exercícios anteriores no valor de R$ 93,1 bilhões, por meio de créditos extraordinários. 2 Já a receita líquida do governo central atingiu R$ 183,2 bilhões nesse mês, representando crescimento de 1,7% em termos reais, comparativamente a dezembro de 2022.
Publicação
Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de outubro de 2023
(Ipea, 2024-03) Carvalho, Leonardo Mello de; Ipea; Leonardo Mello de Carvalho
O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos na construção civil e em outros ativos fixos, registra uma queda de 1,9% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal. O resultado representou a quinta queda consecutiva na margem. Com isso, o trimestre móvel encerrado em outubro registrou retração de 3,5% na comparação dessazonalizada. Vale notar que o indicador se situa 23,3% abaixo do máximo atingido na série, verificado em abril de 2013.
Publicação
Inflação por faixa de renda – dezembro/2023
(Ipea, 2024-03) Lameiras, Maria Andreia Parente; Ipea; Maria Andreia Parente Lameiras
O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda revela que, em dezembro, todas as classes apontaram aceleração da inflação na margem (tabela 1). Em termos absolutos, as maiores taxas de inflação no mês foram registradas nos segmentos de renda alta (0,62%) e renda muito baixa (0,61%), refletindo a alta dos alimentos, no primeiro caso, e o reajustes das passagens aéreas, no segundo. Já o segmento de renda média alta foi o que apresentou a menor taxa de inflação no período (0,51%). Com a incorporação desse resultado, nota-se que, embora no acumulado de 2023 todas as faixas de renda tenham apresentado desaceleração da inflação em relação à observada no ano anterior, ela foi bem mais intensa no estrato de renda muito baixa. Por certo, enquanto para as famílias de renda muito baixa a taxa de inflação acumulada no ano recuou de 6,4%, em 2022, para 3,3%, em 2023, a queda da inflação nesse período apurada no segmento de renda alta foi bem mais amena, de 6,8% para 6,2%.
Publicação
Mercados e preços - soja e milho - janeiro de 2024
(Ipea, 2024-03) Ferreira, Diego; Souza Júnior, José Ronaldo de Castro; Ipea; Diego Ferreira; José Ronaldo de Castro Souza Júnior
A semeadura da soja está finalizada em quase todas as regiões. Há uma perspectiva de estabilidade na produção doméstica, diante da queda da produtividade e do aumento da área de plantio. Espera-se também que haja queda na participação brasileira nas exportações mundiais e manutenção de preços pressionados devido à alta da produção mundial. A semeadura do milho da primeira safra foi finalizada em quase todas as regiões. Já a semeadura da segunda safra deve se iniciar em meados de janeiro. Espera-se queda na produção doméstica, diante da piora da produtividade e da redução da área de plantio. A participação nas exportações mundiais também deve diminuir, reflexo da recuperação argentina e estadunidense. Espera-se valorização de preços domésticos nos próximos meses, ainda que sob contexto de baixa volatilidade.
Publicação
Panorama Fiscal : destaques de 2023 e perspectivas
(Ipea, 2024-03) Cavalcanti, Marco Antônio Freitas de Hollanda; Ferreira, Sergio Fonseca; Martins, Felipe dos Santos; Nobrega, Wellington Charles L.; Ipea; Marco Antônio Freitas de Hollanda Cavalcanti; Sergio Fonseca Ferreira; Felipe dos Santos Martins; Wellington Charles L. Nobrega
O quadro fiscal de 2023 foi marcado, no âmbito federal, pela combinação de queda real de arrecadação, após forte crescimento observado em 2021 e 2022, e expressivo aumento real da despesa. Do lado da receita, observou-se, de acordo com nossa estimativa preliminar, queda real de 21,1% para as receitas não administradas pela Receita Federal do Brasil (RFB) e de 1,1% para as administradas, levando a uma queda de 2,9% para a receita total. Pelo lado da despesa, registrou-se crescimento real de 12,9%, ou R$ 247 bilhões, em reais de dezembro de 2023, com destaque para as despesas obrigatórias com controle de fluxo (alta de R$ 105,2 bilhões, ou 45,2%, muito impactadas pelo crescimento das despesas com o programa Bolsa Família, com aumento real de R$ 48,1 bilhões, ou 40,6%), créditos extraordinários (aumento de R$ 46 bilhões, ou 92,3%, sob o impacto da decisão do Supremo Tribunal Federal – STF para pagamento imediato dos passivos com precatórios no valor de R$ 92,4 bilhões), despesas com benefícios previdenciários (aumento de R$ 38,8 bilhões, ou 4,6%) e despesas discricionárias (aumento de R$ 24,4 bilhões, ou 15,2%). Nesse contexto, o resultado primário no ano registrou déficit de R$ 234,3 bilhões, a preços de dezembro de 2023, correspondente a cerca de 2,1% do produto interno bruto (PIB).

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