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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 42, n. 03, dez. 2012

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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Educação, salários e a alocação de trabalhadores entre tarefas: teoria e evidências para o Brasil
Mercados e concentração no setor suplementar de planos e seguros de saúde no Brasil
Análise de decomposição estrutural para o setor de saúde brasileiro : 2000-2005
A Hipótese de Kuznets e mudanças na relação entre desigualdade e crescimento de renda no Brasil
Capitanias Hereditárias e desenvolvimento econômico: herança colonial sobre desigualdade e instituições
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5084
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5083
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5082
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Educação, salários e a alocação de trabalhadores entre tarefas: teoria e evidências para o Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2012-12) Fernandes, Reynaldo; Menezes-Filho, Naércio Aquino
Esse artigo constrói um modelo competitivo que relaciona os salários relativos e a alocação de trabalhadores com diferentes níveis de educação à demanda e à oferta de competências, fornecendo evidências empíricas para o caso do Brasil. O modelo assume que todos os trabalhadores qualificados realizam tarefas complexas, que todos os trabalhadores não qualificados executam tarefas simples e que os intermediários podem fazer ambas. A distribuição dos trabalhadores intermediários nas tarefas é gerada endogenamente para maximizar o produto total da economia. O modelo é simulado empiricamente para a economia brasileira entre 1981 e 2009. Os resultados sugerem que houve um aumento na demanda relativa por trabalhadores qualificados nas tarefas complexas e pelos intermediários em tarefas simples. Sem esses choques de demanda, os salários relativos dos trabalhadores intermediários teriam se reduzido ainda mais e os dos trabalhadores qualificados teriam declinado nos últimos 30 anos.
Publicação
Mercados e concentração no setor suplementar de planos e seguros de saúde no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2012-12) Andrade, Mônica Viegas; Gama, Marina Moreira; Ruiz, Ricardo Machado; Maia, Ana Carolina; Modenesi, Bernardo; Tiburcio, Daniel Mattos
Neste trabalho investiga-se a estrutura de mercado do setor de planos e seguros de saúde no Brasil, considerando a dimensão relacionada à concentração de ofertantes. Para analisar a concentração do mercado de planos de saúde, faz-se necessário delimitar o mercado relevante nas dimensões produto e geográfica. Utiliza-se aqui uma metodologia para definição de mercado geográfico de planos de saúde no Brasil baseada nos modelos gravitacionais. No Brasil, a utilização de uma metodologia alternativa à fronteira geopolítica como critério de definição da dimensão geográfica pode ser complementar, haja vista a heterogeneidade geopolítica e socioeconômica do país. Nesse sentido, propõe-se que a área de mercado seja definida através do fluxo de relações de troca (consumo). Esse fluxo de relações depende da oferta de serviços, da demanda potencial e da distância entre a oferta de serviços e o local de residência. A parametrização do modelo é realizada a partir das informações de utilização de serviços hospitalares na rede pública proveniente dos registros de autorização de internação hospitalar (AIH). A aplicação empírica é realizada para o Brasil utilizando os dados de registros das operadoras de planos de saúde e seguros-saúde disponibilizados pela ANS para junho de 2007 e para janeiro de 2010. Do ponto de vista empírico, os resultados encontrados neste trabalho evidenciam a presença de um mercado concentrado em algumas áreas, sendo os mercados de planos coletivos menos concentrados que os de planos individuais.
Publicação
Análise de decomposição estrutural para o setor de saúde brasileiro : 2000-2005
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2012-12) Cabral, Joilson de Assis; Perobelli, Fernando Salgueiro
Este artigo faz uma Análise de Decomposição Estrutural – Structural Decomposition Analysis (SDA) – para o setor de saúde brasileiro no período 2000-2005. A decomposição realizada visa investigar quais os impactos das mudanças estruturais e de demanda final sobre a produção dos setores relacionados à Saúde no Brasil. Para atingir tal objetivo os dados utilizados foram as matrizes de insumo-produto (MIPs) elaboradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para os anos de 2000 e 2005 compatibilizadas com as Contas Nacionais de saúde, também, divulgadas pelo IBGE. Os resultados mostraram que o componente de demanda final é relevante para explicar a variação da produção dos setores de saúde. Com relação à variação da inter e intradependência setorial, tornou-se nítida a existência de significativa disparidade entre os setores da economia brasileira. No que tange aos setores da saúde, os que mais se destacaram, com um aumento da interdependência setorial, foram assistência médica suplementar e fabricação de produtos farmacêuticos.
Publicação
A Hipótese de Kuznets e mudanças na relação entre desigualdade e crescimento de renda no Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2012-12) Linhares, Fabrício Carneiro; Ferreira, Roberto Tatiwa; Irffi, Guilherme Diniz; Macedo, Cecília Maria Bortolassi
A relação entre desigualdade e renda na forma de “U” invertido, conhecida como a hipótese de Kuznets, ainda é bastante controversa. Diversos trabalhos têm analisado os dados brasileiros, mas os resultados não são tão claros quanto a sua validade. Este artigo investiga essa relação para um painel de dados no Brasil e sua heterogeneidade entre as unidades que compõem o país. Estimativas de modelos econométricos com efeito threshold mostram que a forma de “U” invertido, como sugerido por Kuznets, só ocorre nas economias com renda per capita mensal acima de R$ 258,00. Para as demais, mudanças na renda não têm efeito direto sobre a desigualdade. Esse resultado mostra que políticas de crescimento econômico não necessariamente melhoram a distribuição de renda de todos os estados brasileiros. O governo deveria, portanto, investir na criação de programas mais direcionados a cada perfil socioeconômico estadual e reavaliar políticas governamentais do tipo Top-Down para a superação de problemas sociais, entre eles a desigualdade na distribuição de renda no Brasil.
Publicação
Capitanias Hereditárias e desenvolvimento econômico: herança colonial sobre desigualdade e instituições
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2012-12) Mattos, Enlinson H. C.; Innocentini, Thais; Benelli, Yuri
Este trabalho tem como objetivo analisar os eventuais efeitos da herança colonial na formação dos municípios brasileiros sobre suas condições atuais de desigualdade de distribuição de terra e renda e sobre a qualidade das instituições. Em particular, empregam-se área, latitude, longitude e a data de fundação para identificar os municípios pertencentes aos territórios das Capitanias Hereditárias (CHs). Em seguida, busca-se estimar se esta característica histórica dos municípios está correlacionada com suas instituições atuais, considerando diversos controles, tais como: área proporcional da capitania; haver pertencido aos ciclos da cana e do ouro; estar no litoral; sua distância em relação a Portugal; tipo de solo; quantidade de chuva; altitude; temperatura média; e as variáveis socioeconômicas municipais. Os resultados sugerem de forma robusta que o município que pertenceu à área destinada às CHs (um aumento de um desvio-padrão) está associado a uma concentração maior de terras (Censo Agrícola de 1996), medida pelo índice de Gini (aumento de meio desvio-padrão), a menores gastos públicos locais e a menor persistência política. No entanto, não se encontrou associação robusta sobre os seguintes indicadores dos municípios brasileiros: desigualdade de renda, Produto Interno Bruto (PIB) municipal per capita, número de agências bancárias públicas, de cartórios e empresas públicas no município, nem na governança local e no acesso à justiça local.

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