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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 5, jul. 1997

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Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Panorama geral : Mercado de Trabalho n.05 – jul. 1997
Conjuntura macroeconômica – novembro 1997 : Mercado de Trabalho n.05 – jul. 1997
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.05 – jul. 1997
A Emergência da modernização
Organização sindical

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Publicação
A Opinião dos atores
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1997-07) Paiva, Paulo; Ferreira, Carlos Eduardo Moreira; Silva, Vicente Paulo da
Modernizar a organização sindical, requisito essencial para fortalecer e democratizar a representação dos trabalhadores na negociação coletiva. O debate em torno da modernização da organização sindical no Brasil é uma imposição da nova realidade econômica brasileira, que surgiu com o Plano de Estabilização de 1994, o Real. A economia mudou, a produção mudou e está mais do que na hora de mudarem as relações trabalhistas e a organização sindical no País.
Publicação
Panorama geral : Mercado de Trabalho n.05 – jul. 1997
(Ipea, 1997-07) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
0 comportamento do mercado de trabalho no início de 1997, como em anos passados, foi influenciado pelo encerramento da formação de estoques no lado da produção, redução da sua comercialização, passadas as festas de final de ano, e pela concentração de gozo de férias característica deste período. Uma das consequências destes fatores sazonais que mais desperta atenção e suscita o debate a respeito de seu desempenho é o aumento natural que se verifica nas taxas de desemprego.
Publicação
Conjuntura macroeconômica – novembro 1997 : Mercado de Trabalho n.05 – jul. 1997
(Ipea, 1997-07) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Dentre as questões normalmente abordadas nas análises da conjuntura, duas têm atraído maior atenção no período mais recente. A primeira refere-se ao nível da atividade econômica, e em particular da trajetória esperada para o segundo semestre. Alguns analistas, com base em dados recentes que apontam para uma queda do consumo de bens de consumo duráveis, preveem uma diminuição do ritmo da atividade, situando o crescimento do PIB inclusive abaixo dos 2, 9% observados no ano passado. O modelo de previsão do Grupo de Acompanhamento Conjuntural (GAC), ao contrário, prevê a manutenção (em termos dessazonalizados) da atividade econômica no patamar observado no segundo trimestre, o que resultaria em uma expansão do PIB de 4% para 1997. A segunda questão, estreitamente ligada à primeira, diz respeito aos setores que garantiriam a manutenção da atividade econômica. Assim, embora se observe uma forte desaceleração nas vendas de eletroeletrônicos (que, segundo a Eletros, aumentaram apenas 2,8% no primeiro semestre em relação a igual período do ano passado), já é possível também observar um deslocamento do eixo de crescimento da produção industrial. De acordo com os últimos dados de produção industrial do IBGE, registrou-se em junho um crescimento de 13,5% na produção de bens de capital em relação ao mês anterior. Assim, nas projeções do GAC para o segundo semestre encontra-se implícita a hipótese de que o setor de bens de capital, assim como a construção civil (com impacto no segmento de bens intermediários), estariam ocupando o espaço que vinha sendo preenchido pelos bens de consumo duráveis. Como se pode perceber, as implicações dessa inflexão são fundamentais no que diz respeito ao incremento da produtividade e às perspectivas futuras da estabilização do ponto de vista de sua sustentabilidade externa.
Publicação
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.05 – jul. 1997
(Ipea, 1997-07) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
No primeiro quadrimestre de 1997 a População Economicamente Ativa (PEA), que havia declinado no final de 1996, voltou a crescer, de acordo com os dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), do IBGE, refletindo o aumento progressivo da atratividade do mercado de trabalho com a retomada do ritmo normal de funcionamento do mercado, após a retração característica de início de ano.
Publicação
A Emergência da modernização
(Ipea, 1997-07) Ferreira, Carlos Eduardo Moreira; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Carlos Eduardo Moreira Ferreira
O debate em torno da modernização da organização sindical no Brasil é uma imposição da nova realidade econômica brasileira, que surgiu com o Plano de Estabilização de 1994, o Real. A economia mudou, a produção mudou e está mais do que na hora de mudarem as relações trabalhistas e a organização sindical no país. Acreditamos que seja um momento privilegiado para discutirmos o tema pois, a despeito dos graves problemas sociais que o país enfrenta, com o desemprego em primeiro lugar, vivemos um momento de estabilidade econômica e normalidade institucional que reforça a confiança no futuro do Brasil.

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