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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 35, n. 01, abr. 2005

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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Geração de empregos e realocação espacial no mercado de trabalho brasileiro — 1992-2002
Uma Avaliação do leque das previsões de inflação do Banco Central do Brasil
Avaliando três especificações para o fator de desconto estocástico através da fronteira de volatilidade de Hansen e Jagannathan : um estudo empírico para o Brasil
Mudança cíclica versus mudança estrutural : uma análise da produtividade da mão-de-obra na indústria brasileira
Evolução do tamanho das firmas no Brasil : uma abordagem demográfica
Região e espaço no desenvolvimento agrícola do Brasil
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4394
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4395
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4397
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4392
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http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3371

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Publicação
Geração de empregos e realocação espacial no mercado de trabalho brasileiro — 1992-2002
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-04) Ramos, Lauro Roberto Albrecht; Ferreira, Valéria
O objetivo principal deste estudo é examinar a geração e, principalmente, a distribuição ao longo do território nacional dos empregos criados no Brasil entre 1992 e 2002, com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Além da ocupação como um todo, são também inspecionados segmentos específicos — segundo recortes setoriais e por características dos trabalhadores — bem como o contingente de desocupados. Os resultados desse exercício mostram que o processo de realocação espacial no mercado de trabalho brasileiro ocorreu de forma diferenciada, segundo o objeto de análise: por um lado, tanto a ocupação quanto a desocupação total não apresentaram mudanças significativas na sua distribuição espacial no período; por outro, para alguns segmentos específicos — cabendo destacar o emprego na indústria, o emprego formal e, também, o desemprego entre trabalhadores que são chefes de família —, as mudanças na distribuição espacial são mais pronunciadas, com destaque para o contraste entre as áreas metropolitanas e o restante do país. Uma implicação importante desses achados é que os resultados das pesquisas domiciliares mais conjunturais — que são restritas às regiões metropolitanas, como a PME — podem ser bons indicadores da realidade do mercado nacional no que se refere ao crescimento da ocupação total e ao comportamento da taxa de desemprego, por exemplo, mas nem sempre refletem adequadamente mudanças na composição setorial ou, segundo atributos dos trabalhadores, de emprego e desemprego.
Publicação
Uma Avaliação do leque das previsões de inflação do Banco Central do Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-04) Galvão, Ana Beatriz C.
Publicado pelo Banco Central trimestralmente desde 1999, o leque de inflação contém informações sobre a incerteza prevista para os valores futuros da inflação, além de ser útil para o cálculo da previsão da probabilidade de a inflação estar acima da meta. Este artigo mostra como é possível avaliar a informação apresentada no leque de inflação, tanto através da sua precisão estatística quanto da sua relevância econômica. A avaliação, usando probabilidades cumulativas e a previsão de probabilidades de eventos, mostra que a precisão das previsões deteriora-se com o alongamento do horizonte e que os intervalos de previsão não consideram eficientemente a incerteza sobre a inflação. No entanto, as previsões para a probabilidade de a inflação estar acima da meta para os próximos 6 a 12 meses têm sido importantes insumos na decisão de alteração da Selic.
Publicação
Avaliando três especificações para o fator de desconto estocástico através da fronteira de volatilidade de Hansen e Jagannathan : um estudo empírico para o Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-04) Araújo, Eurilton
Este trabalho estuda três modelos de apreçamento de ativos baseados em consumo. A plausibilidade do fator de desconto estocástico gerado por cada um desses modelos é avaliada através da fronteira de volatilidade proposta por Hansen e Jagannathan (1991). Os modelos estudados envolvem um agente representativo, o qual decide seu perfil de consumo ao longo do tempo, bem como a alocação de sua riqueza entre um ativo arriscado e outro sem risco. Desse modo, o fator de desconto estocástico dos modelos está associado à taxa marginal de substituição intertemporal, advinda da especificação da função utilidade para o referido agente. Neste trabalho, avaliamos três especificações, já clássicas na literatura, para a função utilidade: a função com coeficiente de aversão relativa ao risco constante; a Formação de Hábito; e a especificação proposta por Epstein e Zin (1991). Os testes baseados na fronteira não conseguem discriminar qual desses fatores de desconto descreve melhor os dados e corroboram as evidências já existentes, as quais apontam para a inexistência de um Equity Premium Puzzle no Brasil.
Publicação
Mudança cíclica versus mudança estrutural : uma análise da produtividade da mão-de-obra na indústria brasileira
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-04) Galvão Júnior, Antônio Fialho; Gomes, Fábio Augusto Reis; Salvato, Márcio Antônio
Este artigo analisa duas diferentes explicações sobre a evolução recente da produtividade da mão-de-obra brasileira. Enquanto a primeira sugere que o aumento da produtividade verificado no início da década de 1990 se deve a fatores cíclicos, a segunda propõe que tal aumento se deve a um choque estrutural: a abertura comercial. Desenvolvemos então uma nova abordagem econométrica, baseada em testes de mudança estrutural endógena, para avaliar a aderência aos dados dessas explicações. Encontramos evidências de que a indústria como um todo e 14 de seus 16 gêneros apresentam uma mudança estrutural, cuja data varia entre maio de 1987 e abril de 1994. Portanto, não rejeitamos a hipótese de que a abertura comercial teve um impacto crucial sobre a evolução da produtividade brasileira.
Publicação
Evolução do tamanho das firmas no Brasil : uma abordagem demográfica
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2005-04) Pereira, Roberto de Oliveira; Faria, Daniela de Melo
O artigo tem como objetivo modelar a dinâmica demográfica das firmas brasileiras. Utiliza como ferramenta básica a teoria de processos estocásticos. A modelagem da dinâmica demográfica permitiu identificar os padrões de sobrevivência das firmas no Brasil, tais como expectativa de vida ao nascer, crescimento e geração de postos de trabalho em firmas de diversos portes. Foi possível, também, identificar a tendência de longo prazo do perfil das firmas (em termos de porte e idade) em função das taxas demográficas observadas. Os dados deste estudo foram obtidos a partir da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), um questionário do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) respondido anualmente pelas empresas em caráter compulsório. O estudo utiliza dados do período 1995-2002. A modelagem abrange o setor formal da economia brasileira.

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