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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 0, mar. 1996

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1676-0883

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Resumo

Mercado de Trabalho é uma publicação trimestral produzida pela Diretoria de Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (DIPES/IPEA) para o Ministério do Trabalho, no âmbito de um convênio proporcionado pela Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC).

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MERCADO DE TRABALHO: Conjuntura e Análise. Brasília, DF: Ipea, v. 01, n. 0, mar. 1996. ISSN 1676-0883. Disponível em: https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/19051

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O Governo e a sociedade face à questão do emprego
Revendo prioridades nacionais
O mercado de trabalho em 1995
Panorama geral : Mercado de Trabalho n.0 – jun. 1996
Conjuntura macroeconômica – setembro 1996 : Mercado de Trabalho n.0 – mar. 1996
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.0 – mar. 1996
Uma nota sobre a evolução da produtividade industrial brasileira entre 1990 e 1995

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Publicação
O Governo e a sociedade face à questão do emprego
(Ipea, 1996-03) Paiva, Paulo; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Paulo Paiva
A questão do emprego assume, no contexto da globalização competitiva, contornos muito complexos, que constituem um novo e grande desafio para o governo e a sociedade. As perdas de posto de trabalho que vêm sendo observadas na economia brasileira desde o início dos anos 90 originam-se do processo de abertura comercial e de inserção competitiva que superou o antigo modelo de industrialização protegida característico do desenvolvimento brasileiro até o final da década de 80. Os dados do CAGED/MTb revelam que entre janeiro de 1990 e dezembro de 1995 foram eliminados cerca de 2, 1 milhões de empregos no segmento formal do mercado de trabalho brasileiro. O caráter essencialmente estrutural do problema do emprego demanda um conjunto de ações ao longo do tempo cujo sucesso depende do grau de consenso que possam obter na sociedade. Governo, trabalhadores e empresários têm que construir, em parceria, ações para enfrentar o desemprego, abrir novas oportunidades de trabalho e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.
Publicação
Revendo prioridades nacionais
(Ipea, 1996-03) Mendonça, Sérgio Eduardo Arbulu; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Sérgio Eduardo Arbulu Mendonça
Durante o ano passado, a preocupação com a estabilidade dos preços ocupou espaço central entre as preocupações do governo federal. Exemplo disto foram as medidas amargas implementadas ainda no primeiro trimestre de 1995, que tiveram por finalidade alterar o comportamento da economia nacional e favorecer o combate à inflação. A interrupção no forte ritmo de crescimento econômico, na ampliação do saldo comercial deficitário e na expansão do crédito doméstico fez parte de um rol de medidas que buscou privilegiar, quase exclusivamente, a manutenção do sucesso do Plano Real no enfrentamento do processo inflacionário. O fracasso dos planos de estabilização anteriormente aplicados e os possíveis prejuízos impostos à sociedade brasileira, em especial aos trabalhadores, com o retorno do regime de altas taxas de inflação foram lembrados pelas autoridades governamentais como forma de justificar a necessidade de ações duras e imediatas na condução da política econômica. Por um lado, o ano de 1995 terminou com aumentos do custo de vida relativamente baixo, somente comparáveis aos do início dos anos 70. Do ponto de vista do resultado final, portanto, as medidas estabelecidas de combate à inflação parecem ter apresentado eficácia, sem discutir, com isso, se a dosagem foi ou não correta e quais foram seus efeitos colaterais. Por outro lado, o movimento de desaceleração da economia contribuiu para corroer ainda mais a base de sustentação da expansão da quantidade de empregos e dos rendimentos que havia sido estabelecida a partir de julho de 1994, com a drástica redução das taxas de inflação. Mesmo com o afrouxamento das metas monetárias e creditícias a partir do último trimestre do ano passado, não se verificou alteração de curso no comportamento do mercado de trabalho, iniciado no final do primeiro semestre de 1995: diminuição do ritmo de crescimento dos salários médios reais e queda no nível de emprego formal.
Publicação
O mercado de trabalho em 1995
(Ipea, 1996-03) Reis, José Guilherme Almeida; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; José Guilherme Almeida Reis
Nos últimos anos, o desempenho do mercado de trabalho brasileiro tem ajudado a reforçar a percepção de que é preciso mudar as instituições que regulam seu funcionamento. Como decorrência das profundas mudanças que vêm ocorrendo na economia e na sociedade brasileira, a questão do emprego vem se constituindo no tema predominante, contribuindo para por em xeque um aparato regulador baseado em forte intervencionismo governamental e em ampla e detalhada legislação. As principais forças que estão por trás deste processo de transformação são a abertura comercial, a privatização das empresas estatais do setor produtivo e, mais recentemente, a estabilização de preços, que aumentaram de forma significativa o grau de concorrência da economia, obrigando as empresas a perseguirem padrões de eficiência e competitividade até então explorados apenas pelos segmentos mais integrados ao comércio internacional.
Publicação
Panorama geral : Mercado de Trabalho n.0 – jun. 1996
(Ipea, 1996-03) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
0 comportamento do mercado de trabalho em 1995, como não poderia deixar de ser, foi fortemente influenciado oscilações macroeconômicas que caracterizaram o período. Por um lado, nos primeiros meses do ano - quando a economia estava superaquecida - as taxas de desemprego caíram, o nível de emprego formal aumentou e os salários reais cresceram significativamente. Por outro, a guinada da política econômica tomada necessária pela trajetória insustentável da balança comercial, ocorrida ainda no primeiro semestre repercutiu negativamente sobre o nível de atividade e, portanto, sobre a demanda de trabalho. Com isto, as taxas de desemprego se elevaram e as admissões do setor formal diminuíram drasticamente, provocando uma redução do nível de emprego formal; os salários reais, entretanto, continuaram subindo. Enfim, a recuperação de taxas positivas de crescimento nos últimos meses do ano pouco impactou sobre o mercado de trabalho, tanto porque estas taxas foram moderadas quanto pela própria incipiência do processo.
Publicação
Conjuntura macroeconômica – setembro 1996 : Mercado de Trabalho n.0 – mar. 1996
(Ipea, 1996-03) Levy, Paulo Mansur; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Paulo Mansur Levy
Um breve retrospecto da economia no ano passado revela tanto avanços quanto desafios que ainda precisam ser enfrentados no sentido de consolidar a estabilização. Na primeira categoria, enquadram-se a manutenção da inflação em patamar reduzido (20% no acumulado do ano pela média dos principais índices de preços), a recuperação da política monetária enquanto instrumento eficaz para a estabilização e a aprovação das reformas relativas aos monopólios estatais e capital estrangeiro. No segundo caso, destacam-se a questão fiscal, que apresentou sensível deterioração ao longo do ano, e as reformas que visam a um ajuste fiscal permanente (as reformas tributária, administrativa e da Previdência), além da necessidade de se aprofundar o programa de privatizações.

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