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Boletim de Economia e Política Internacional (BEPI) : n. 40, set./dez. 2024

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Efeitos da Ascensão Econômica da China sobre Outros Países e Regiões do Mundo

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A 40. edição especial do Boletim de Economia e Política Internacional, composta de seis artigos, tem como objetivo lançar luzes sobre os impactos da ascensão econômica da China, entendida de forma ampla a fim de abarcar os efeitos sobre as dinâmicas internas do país, assim como sobre sua capacidade de projeção geopolítica e militar, sobre a economia e a política internacional contemporâneas, em especial sobre países e regiões específicos. Nos interessa, especialmente, vislumbrar e entender as escolhas que o Brasil pode – e deve – fazer neste mundo no qual o peso econômico e político do gigante asiático é cada vez maior.

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BOLETIM DE ECONOMIA E POLÍTICA INTERNACIONAL. Efeitos da ascensão econômica da China sobre outros países e regiões do mundo. Brasília, DF: Ipea, n. 40, set./dez. 2024. ISSN 2176-9915. DOI: http://dx.doi.org/10.38116/bepi40

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Apresentação : Boletim de Economia e Política Internacional nº 40 - set./dez. 2024
O Fórum China-Celac : uma plataforma e “marca” para o multilateralismo sinocêntrico
A China no regime internacional de investimentos : uma análise dos tratados bilaterais de investimentos chineses com países africanos
Prospectos de uma nova ordem : a disputa hegemônica entre China e Estados Unidos e os caminhos da política externa brasileira no sistema internacional
A Ascensão chinesa e a economia brasileira no sistema centro-periferia
Vietnã : o grande beneficiário (até agora) da disputa comercial e tecnológica entre Estados Unidos e China?
Chancay, o Brasil e a América do Sul : considerações sobre o megaporto peruano e a integração da infraestrutura regional

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Apresentação : Boletim de Economia e Política Internacional nº 40 - set./dez. 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Alves, André Gustavo de Miranda Pineli ; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE
A 40ª edição especial do Boletim de Economia e Política Internacional, composta de seis artigos, tem como objetivo lançar luzes sobre os impactos da ascensão econômica da China, entendida de forma ampla a fim de abarcar os efeitos sobre as dinâmicas internas do país, assim como sobre sua capacidade de projeção geopolítica e militar, sobre a economia e a política internacional contemporâneas, em especial sobre países e regiões específicos. Nos interessa, especialmente, vislumbrar e entender as escolhas que o Brasil pode – e deve – fazer neste mundo no qual o peso econômico e político do gigante asiático é cada vez maior.
Publicação
O Fórum China-Celac : uma plataforma e “marca” para o multilateralismo sinocêntrico
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Moraes, Rodrigo Fracalossi de
Este artigo analisa o papel do Fórum China-Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac) como instrumento e expressão de um multilateralismo sinocêntrico. Essa forma de multilateralismo baseia-se na norma do pluralismo, bem como em agendas voltadas para o desenvolvimento. Operacionalmente, o multilateralismo sinocêntrico consiste na multilateralização de relações bilaterais. O Fórum constitui uma camada institucional mínima entre as relações bilaterais e as iniciativas globais chinesas, permitindo à China coordenar engajamentos e legitimar padrões de interação na região. Além disso, imprime sobre atividades, discussões, comitês e outros espaços ou interações uma “marca” caracterizada por uma combinação de pluralismo internacional e cooperação Sul-Sul, expressa sobretudo no princípio da não interferência em assuntos internos e em uma agenda orientada para o desenvolvimento. O Fórum não é apenas um espaço de diálogo, é também uma ferramenta para a socialização de elites, organização de interações em múltiplas áreas e legitimação de atividades e normas. Com o retorno de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos e a intensificação do unilateralismo e diplomacia coercitiva na política externa norte-americana, o Fórum pode se tornar mais relevante para a China e para os países latino-americanos e caribenhos em busca de diversificação – especialmente os países menores da região.
Publicação
A China no regime internacional de investimentos : uma análise dos tratados bilaterais de investimentos chineses com países africanos
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Garcia, Ana Saggioro
Os acordos de proteção de investimentos ganharam destaque no período pós-Segunda Guerra Mundial, em meio à geopolítica da Guerra Fria e ao processo de descolonização de países africanos e asiáticos. Com a liberalização dos mercados e a globalização nos anos 1990, os tratados bilaterais de investimento (TBIs) se tornaram amplamente difundidos, refletindo assimetrias econômicas e reforçando o poder das corporações multinacionais, muitas vezes limitando as políticas regulatórias nacionais em questões sociais, ambientais e de direitos humanos. Uma cláusula central nos TBIs permite que investidores estrangeiros contornem os tribunais domésticos e levem disputas à arbitragem internacional, afetando desproporcionalmente países do Sul global. Em resposta, alguns países do BRICS – como Brasil, África do Sul e Índia – reformaram seus marcos regulatórios de investimento, enquanto a China, em grande medida, adaptou-se ao regime existente, equilibrando flexibilidade e interesses estratégicos. Este artigo examina o papel da China no regime internacional de investimentos, com foco em seus 37 TBIs com países africanos. Por meio de análise documental, avaliam-se definições de investimento, proteções contra expropriação, mecanismos de resolução de disputas e cláusulas de responsabilidade social corporativa. Além disso, o artigo revisa casos envolvendo empresas chinesas em arbitragens internacionais. Conclui-se que, embora a China siga as normas globais de investimento, suas empresas raramente recorrem à arbitragem investidor-Estado, preferindo negociações diretas ou canais diplomáticos.
Publicação
Prospectos de uma nova ordem : a disputa hegemônica entre China e Estados Unidos e os caminhos da política externa brasileira no sistema internacional
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Zaidan, João Vitor; Cavalcanti, Ana Beatriz; Nóbrega, Flavianne; Vieira, Pedro; Fonseca, João Henrique; Silva, Laura Gabriella
Este artigo tem como objetivo confrontar os paradigmas da política externa brasileira com o novo cenário que se forma a partir do processo de ascensão da China. Ele revisita o debate teórico sobre o que pode ser chamado de transição de poder entre este país e os Estados Unidos, além das implicações para as posições chinesas e para o sistema internacional. Também sublinha tais paradigmas, com ênfase em questões como o autonomismo e diferentes interpretações sobre cooperação e multilateralismo. Em seguida, discutem-se pontos estratégicos para o Brasil que poderão sofrer mudanças ou transformações no contexto da ascensão da China no sistema internacional, visando considerar como o país poderá assegurar seus interesses em uma nova ordem. Como resultados, pôde-se observar que, à medida que a China avança no processo de transição de poder, o que atualmente se observa como cooperação Sul-Sul pode tomar graus ainda maiores de assimetria. Dessa forma, é necessário que a política externa brasileira se realinhe de modo a preservar a autonomia brasileira ante os novos desafios, algo já bastante feito em momentos anteriores da História.
Publicação
A Ascensão chinesa e a economia brasileira no sistema centro-periferia
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024-12) Medeiros, Carlos Aguiar de; Majerowicz, Esther
A partir do sistema centro-periferia, tal como formulado por Prebisch, este artigo objetiva analisar as relações econômicas entre China e Brasil, bem como discutir seus possíveis caminhos. Avança-se na interpretação de que, no século XXI, tais relações evoluíram enquanto síntese de um duplo processo: a ascensão da China à condição de um novo centro do sistema internacional e a adaptação passiva da economia brasileira, forjando novas relações centro-periferia. Neste contexto, analisam-se dois caminhos possíveis para estas relações. O primeiro, a estratégia predominante, business as usual, corresponde aos principais interesses econômicos da China no país e do agronegócio, pecuaristas e mineradores brasileiros, reproduzindo e ampliando as atuais relações centro-periferia. O segundo, uma moderna “estratégia de desenvolvimento” baseada em novo tipo de parceria econômica, contemplando a diversificação da produção e das exportações brasileiras, não é predominante. Ele não corresponde aos principais interesses empresariais e à divisão vertical do trabalho entre os dois países, mesmo que alguns investimentos em curso (por exemplo, energia renovável, digitalização, veículos elétricos) possam viabilizar uma maior cooperação tecnológica. Esta evolução, entretanto, requer maior planejamento estatal e decisão política, bem como a existência de um sujeito social que a sustente.

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