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Radar: Tecnologia, Produção e Comércio Exterior : n. 12, fev. 2011 : edição especial : mão de obra e crescimento

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Resumo

O “Radar: Tecnologia, Produção e Comércio exterior” é uma publicação bimestral do IPEA, que apresenta artigos variados originados de pesquisas do corpo técnico da instituição. Seu objetivo é apresentar os resultados preliminares de pesquisas que se encontram em desenvolvimento no Ipea, e que serão publicadas na forma de Textos para Discussão ou de capítulos de livros. Os temas divulgados envolvem estudos sobre inovações tecnológicas, competitividade industrial, comércio exterior, políticas de apoio ao desenvolvimento científico, mercado de trabalho, qualificação de mão de obra, patentes industriais, e outros temas desenvolvidos pelo IPEA.

Resumo traduzido

Radar: Technology, Production and Foreign Trade is published by IPEA every two months, and presents a varied set of articles originating from research by IPEA staff. The bulletin aims to anticipate the preliminary results of work in progress in IPEA, which will later be published as Discussion Texts or book chapters. The subjects comprise studies on technological innovation, industrial competitiveness, foreign trade, policy support to scientific development, the labor market and employees’ qualifications, industrial patents and other themes that are the subjects of research in IPEA.

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Potenciais gargalos e prováveis caminhos de ajustes no mundo do trabalho no Brasil nos próximos anos
Evolução do desempenho cognitivo do Brasil de 2000 a 2009
Contexto e dimensionamento da formação de pessoal técnico-científico e de engenheiros
Oferta de engenheiros e profissionais afins no Brasil: resultados de projeções iniciais para 2020
A Demanda por engenheiros e profissionais afins no mercado de trabalho formal

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Publicações

Publicação
Potenciais gargalos e prováveis caminhos de ajustes no mundo do trabalho no Brasil nos próximos anos
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-02) Pompermayer, Fabiano Mezadre; Nascimento, Paulo A. Meyer M.; Maciente, Aguinaldo Nogueira; Gusso, Divonzir Arthur; Pereira, Rafael Henrique Moraes
Com o recente crescimento econômico pelo qual passa o Brasil, surgiram receios quanto à disponibilidade de mão de obra para sustentar tal crescimento, em especial a oferta de mão de obra especializada. Como ponto de partida para se avaliar uma possível escassez de empregados qualificados, vale destacar as cinco diferentes circunstâncias que Butz et al. (2003) apontam como reveladoras de que a produção de um bem ou serviço, inclusive trabalhadores especializados, poderia ser considerada “baixa”: 1. se a produção for menor do que a verificada em anos recentes; 2. se a participação de competidores na produção total for paulatinamente crescente – isto é, se a oferta estiver se tornando cada vez mais concentrada; 3. se a produção for menor do que os produtores desejariam produzir; 4. se for produzido menos do que em tese a sociedade precisaria; e 5. se a produção não for suficiente para atender à demanda, com consequentes preços ascendentes do bem ou serviço. Sem deixar de reconhecer que cada uma dessas cinco circunstâncias merece atenção específica, Butz et al. (2003) dão destaque especial à quinta delas. Isto porque ela traria consigo o próprio mecanismo de ajuste ao problema. Este ensaio, em particular, busca avançar nesta discussão, levantando algumas questões a serem ponderadas quanto a este cenário. As considerações contidas nas próximas seções são fruto de reflexão interna dos autores. Muitas não se constituem em fatos evidenciados empiricamente, mas em hipóteses entendidas como parte indispensável do debate e que merecerão a atenção em futuras investigações.
Publicação
Evolução do desempenho cognitivo do Brasil de 2000 a 2009
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-02) Soares, Sergei Suarez Dillon; Nascimento, Paulo A. Meyer M.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) promove, desde 2000, uma avaliação educacional em larga escala em seus países membros e em países com os quais estabelece acordos de parceria para esta finalidade. A avaliação, denominada Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa, na sigla em inglês), acontece a cada três anos. Sua quarta e mais recente edição teve lugar em 2009 – com os respectivos resultados divulgados em dezembro de 2010. Seu principal mérito é tornar disponível, para livre acesso, uma base pública de dados de abrangência internacional, com informações sobre desempenho cognitivo passíveis de serem cruzados com variáveis contextuais construídas a partir de questionários respondidos pelas escolas, pelas famílias, e pelos próprios estudantes testados. Assim sendo, no que tange à evolução das desigualdades, as quatro edições do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) tornam possível vislumbrar como tem evoluído a variância do desempenho dos estudantes brasileiros ao longo do tempo. Com isso, pode-se perceber a distância entre nossos estudantes de melhor e de pior desempenho estaria aumentando – o que sinalizaria um aumento das desigualdades educacionais – ou diminuindo – o que seria um indicio de redução das desigualdades educacionais.
Publicação
Contexto e dimensionamento da formação de pessoal técnico-científico e de engenheiros
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-02) Gusso, Divonzir Arthur; Nascimento, Paulo A. Meyer M.
O presente ensaio trata do debate a respeito do grau de suficiência ou da real ocorrência de escassez de profissionais qualificados neste ciclo de crescimento acelerado da economia brasileira tem um de seus lastros na questão da formação destes recursos humanos. Alguns acreditam que, de imediato, seria preciso aumentar significativamente a capacidade de formação, especialmente na educação superior, e que isto daria resultados ainda nos prazos que as pressões do mercado de trabalho estariam impondo. Porém, não se pode subestimar o fato de que a formação deve ocorrer num entorno institucional e pedagógico estimulante – especialmente em áreas como a das engenharias, que exigem forte interação da formação técnico-profissional com a produção e disseminação de ciência e tecnologia. Daí ser pertinente olhar com cuidado o cenário em que os processos formativos estão acontecendo. Aqui se pretende levantar as informações necessárias para melhor conduzir este olhar, Intenta-se sumarizar uma visão panorâmica das dimensões e da evolução recente das estruturas de educação superior e como elas contribuem para a criação dos quadros técnico-científicos de que o país necessita e dá-se maior relevo à formação do contingente de graduados na área das engenharias.
Publicação
Oferta de engenheiros e profissionais afins no Brasil: resultados de projeções iniciais para 2020
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-02) Pereira, Rafael Henrique Moraes; Araújo, Thiago Costa
O objetivo deste trabalho é lançar luz sobre o debate da questão da oferta de mão de obra qualificada no Brasil, qualificando-o com análises empíricas assentadas em métodos e dados que, a despeito de suas próprias imprecisões, consigam ir além de reações instantâneas a desequilíbrios momentâneos que uma economia aquecida fatalmente acarreta a mercados específicos. Em particular, este texto apresenta os resultados preliminares de uma proposta metodológica em construção para projeções da disponibilidade de profissionais especializados – com destaque, neste momento, para a população com diploma em cursos de engenharia.
Publicação
A Demanda por engenheiros e profissionais afins no mercado de trabalho formal
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2011-02) Maciente, Aguinaldo Nogueira; Araújo, Thiago Costa
Graças a um maior crescimento econômico, o emprego formal expandiu-se no Brasil de forma vigorosa nos últimos anos, o que levou a uma maior competição, por parte das empresas, pelos profissionais mais qualificados. Além de refletir aspectos conjunturais, no entanto, a demanda por mão de obra mais qualificada responde à pressão do sistema econômico por uma produtividade cada vez maior das empresas, e ao aumento do peso relativo de alguns setores que demandam qualificações específicas, como os setores de petróleo e gás e de telecomunicações. Este texto tem o propósito de retomar as questões levantadas por Nascimento et al. (2010), que avaliaram as possibilidades de uma escassez relativa de engenheiros e profissionais afins no mercado de trabalho brasileiro nos próximos anos. O estudo utiliza alterações metodológicas com relação às projeções para a oferta de engenheiros e profissionais afins, abordadas nos demais textos deste boletim. Incorpora também, na projeção da demanda por engenheiros no mercado formal, estimativas diferenciadas para o crescimento da atividade econômica e para a demanda por engenheiros em diferentes setores de atividade. Nas projeções deste trabalho, leva-se em conta uma gama de ocupações associadas à engenharia e disciplinas correlatas mais ampla que o universo considerado em Nascimento et al. (2010). Foram considerados “engenheiros” neste texto todos os profissionais que, segundo a descrição da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), tenham formação superior típica nas áreas de formação correspondentes ao grupo engenharia, produção e construção, de acordo com a classificação adotada pelo Censo do Ensino Superior do Ministério da Educação.

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