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Tempo do Mundo (TM): n. 38, ago. 2025

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2176-7025
0100-0551
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

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Revista Tempo do Mundo (RTM), The perspective of the world review (PWR), Perspective of the world

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A Revista Tempo do Mundo é uma publicação internacional patrocinada pelo Ipea, órgão que integra a Presidência da República Federativa do Brasil. A revista contará com versões em português e inglês e foi idealizada para apresentar e promover os debates contemporâneos, com ênfase na temática do desenvolvimento, em uma perspectiva Sul – Sul. O campo de atuação é o da economia política, com abordagens plurais sobre as dimensões essenciais do desenvolvimento, como questões econômicas, sociais e relativas à sustentabilidade.

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The Perspective of the World is an international periodical sponsored by Ipea (Institute of Applied Economic Research), a body belonging to the Presidency of the Federative Republic of Brazil, and was designed to promote contemporary debates, emphasizing the theme of development from a South – South perspective. The goal is to formulate proposals for the development of public policies and to encourage international comparisons, focusing on the scope of political economy.

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TEMPO DO MUNDO. Rio de Janeiro: Ipea, n. 38, ago. 2025. ISSN 2176-7025. DOI: https://doi.org/10.38116/rtm38
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Artigos em português, inglês e espanhol. Mudança de título: a partir de 2015, a publicação deixa de ser intitulada "Revista Tempo do Mundo" e passa a ser "Tempo do Mundo."

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Presentation : The Time of BRICS and Brazil in the world
(Ipea, 2025-08) Tan, Yan; Geletu, Jafar Bedru; Walter Antonio Desiderá Neto; Pedro Silva Barros; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Yan Tan; Jafar Bedru Geletu; Walter Desiderá; Pedro Silva Barros
O texto apresenta o dossiê temático da Revista Tempo do Mundo (n. 38, 2025) dedicado ao BRICS, contextualizando o papel do agrupamento no cenário internacional contemporâneo e destacando a presidência rotativa do Brasil em 2025. O documento enfatiza que o fortalecimento do BRICS é estratégico para o governo brasileiro e para os países do Sul Global, sobretudo em um contexto marcado por instabilidades geopolíticas, fragmentação da ordem internacional e desafios ao multilateralismo.
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Apresentação : o tempo do BRICS e o Brasil no mundo
(Ipea, 2025-08) Tan, Yan ; Geletu, Jafar Bedru ; Walter Antonio Desiderá Neto; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Yan Tan; Jafar Bedru Geletu; Walter Desiderá; Pedro Silva Barros
O texto apresenta o dossiê temático da Revista Tempo do Mundo (n. 38, 2025) dedicado ao BRICS, contextualizando o papel do agrupamento no cenário internacional contemporâneo e destacando a presidência rotativa do Brasil em 2025. O documento enfatiza que o fortalecimento do BRICS é estratégico para o governo brasileiro e para os países do Sul Global, sobretudo em um contexto marcado por instabilidades geopolíticas, fragmentação da ordem internacional e desafios ao multilateralismo.
Item type:Publication,
BRICS and global governance reform : ontological realism for an equitable world order
(Ipea, 2025-08) Prat, Lillie Ferriol; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Lillie Ferriol Prat
Global governance institutions, rooted in scarcity-driven realist paradigms, perpetuate structural inequities despite reform efforts. This study proposes Ontological Realism, a reformulated realism that rejects resource scarcity and incorporates individual agency through Critical Realist Ontology, as a prerequisite for equitable multilateral reform. Focusing on BRICS (2009-2025), it hypothesises that the bloc’s ontological shift drives measurable equity gains. Using a qualitative-dominant mixed-methods design, the study analyses 17 BRICS summit declarations to construct an Ontological Realism Score (ORS), correlated with an Equity Outcome Index (EOI) comprising International Monetary Fund (IMF) quota shifts, New Development Bank (NDB) lending, and local-currency trade. Findings show that post-2023 ORS surges precede significant EOI gains, with BRICS outperforming a synthetic G20 control and increasing network centrality in global payments. Despite intra-bloc asymmetries, BRICS’ emphasis on ontological peace (freedom from disturbance) and neutrality (bottom-up representation) offers a viable model for reform. Recommendations include reweighting IMF quotas via an ontological equity index and institutionalising civic forums in BRICS and the United Nations (UN). This study redefines realism for a pluralist world order, positioning BRICS as a transformative actor in global governance.
Item type:Publication,
BRICS as a "development partner" in a period of geopolitical fragmentation
(Ipea, 2025-08) Kubayi, Mikatekiso; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Mikatekiso Kubayi
Often interchanged with strategic partnership and development cooperation, development partnership is an elusive concept in the relations of global South economies with developed economies, outside of the history of aid dependency. Global South – BRICS relations are another relationship that requires reflection. This is even more important considering the expansion of BRICS to the BRICS+ and BRICS Partners. Developing economies require partnerships, both at a bilateral and multilateral level, for increased access to development finance and investment. The African Union’s Agenda 2063, for instance, lists fifteen flagship projects and seven priority projects. These projects need financing, tech transfers, and other collaborations; can development partnerships be a solution? This paper expands on the development partnership potential for the global South of the BRICS bloc, the political economy, and geopolitics that impact this potential.
Item type:Publication,
A Presidência brasileira do BRICS : desafios e potencialidades para a agenda econômico-financeira
(Ipea, 2025-08) Nascimento, Juliana; Tigre, Marcos Constant Bastos; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Juliana Nascimento; Marcos Constant Bastos Tigre
Em um cenário global de incertezas e tensões geopolíticas, este artigo busca examinar a presidência brasileira do BRICS; realizar uma comparação entre o Grupo dos Sete (G7) e o Grupo dos Vinte (G20); e discutir a crescente heterogeneidade do BRICS, destacando a importância do bloco em superar assimetrias. As considerações apontam que a cooperação econômico-financeira se consolida como o pilar central do BRICS, embora haja um desafio em fortalecer suas instituições e mecanismos permanentes de governança. A presidência brasileira tem se posicionado como uma voz articuladora do multilateralismo e da maior representatividade do Sul global. O artigo conclui que o BRICS busca uma abordagem gradual e não confrontadora para reformar o sistema multilateral. A longo prazo, o grupo trabalha no desenvolvimento de novos instrumentos de cooperação para reduzir sua dependência de instituições financeiras globais dominadas por potências ocidentais.
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