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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 30, Maio. 2006

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O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

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The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Apresentação : Mercado de Trabalho n.30 – maio 2006
(Ipea, 2006-05) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Com esse número, o Boletim Mercado de Trabalho Conjuntura e Análise atinge a expressiva marca de 30 edições, disponibilizadas ao público ao longo dos dez anos de existência de uma proveitosa parceria entre o Ipea e o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Aproveitando o momento, este número marca também o início de outra parceria do Ipea com o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes). Embora possua escopo mais amplo, essa parceria tem como foco os dados levantados pela Pesquisa Mensal de Emprego (PME) que, em convênio com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é realizada desde 1999 pelo Ipardes na Região Metropolitana de Curitiba (RMC). Assim, por ter a mesma metodologia e os mesmos procedimentos operacionais, ela é totalmente compatível com a tradicional PME que cobre as RMs de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, podendo integrar as análises do Boletim, além de permitir, a partir de seus microdados, dentro do que estabelece o convênio Ipardes/ Ipea, a realização de estudos mais aprofundados sobre a RMC, inclusive análises comparativas, considerando as demais regiões cobertas pela PME.
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Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.30 – maio 2006
(Ipea, 2006-05) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Como indicado na Apresentação, este número do Boletim traz uma interessante novidade na análise do mercado de trabalho metropolitano: a ampliação da sua abrangência para sete regiões metropolitanas (RMs) com a inclusão da RM de Curitiba (RMC) às tradicionais seis RMs levantadas e divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A adoção de Curitiba na análise faz a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) representar 24,7% de toda a população ocupada no país e 25,7% de toda a sua População Economicamente Ativa (PEA). A RMC tem algumas características peculiares em relação ao mercado de trabalho. É detentora de umas das menores taxas de desemprego – em abril foi a terceira menor, só perdendo para Porto Alegre e Rio de Janeiro – mesmo tendo maior pressão da taxa de participação (o maior nível desse indicador para as sete RMs). Outra singularidade do mercado de trabalho na RMC é a maior participação do emprego com carteira no seu total de ocupados, o que impulsiona a formalização das relações do trabalho para os maiores níveis entre todas as RMs da PME. A análise da PME se dará, fundamentalmente, com as sete RMs agrupadas, sendo que em alguns casos será destacada a RMC em função da adoção dessa região como agregada da PME pela primeira vez.
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Desigualdade de rendimentos do trabalho no Brasil no período pós-real
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2006-05) Ramos, Lauro Roberto Albrecht
Avalia a evolução da desigualdade de rendimentos e da estrutura salarial com base nas Pnads entre 1995 e 2004. Apresenta uma breve descrição da interação entre a distribuição de educação e o funcionamento do mercado de trabalho, e suas implicações em termos da desigualdade de rendimentos.
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O Dilema do financiamento orçamentário das políticas públicas de emprego
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2006-05) Paiva, Luis Henrique
Demonstra que a primeira avaliação encoberta problemas importantes, tanto técnicos como fiscais, relacionados às ações de emprego: a) ênfase crescente nas ações passivas de emprego e não nas ações de caráter mais ativo (como seria desejável); b) falta de focalização das ações passivas – pois, apesar de estarem entre as mais dispendiosas ações sociais do governo federal, não chegam aos trabalhadores mais pobres, graças ao seu desenho; c) vinculação orçamentária de parte significativa das despesas do MTE à variação do salário mínimo (SM) – que, nos últimos anos, tem sido superior à inflação.
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