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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 33, jul. 2007

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Resumo

O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

Resumo traduzido

The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Um Breve panorama dos principais agregados do mercado de trabalho brasileiro segundo as PNADS de 2001 a 2006
Um Aspecto da subocupação por insuficiência de horas trabalhadas : a análise do desejo de trabalhar horas adicionais
O Ambiente de negócios do Estado do Rio de Janeiro: uma nota sobre o tempo de abertura de firmas
Apresentação : Mercado de Trabalho n.33 – jul. 2007
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.33 – jul. 2007

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Publicações

Publicação
Um Breve panorama dos principais agregados do mercado de trabalho brasileiro segundo as PNADS de 2001 a 2006
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2007-07) Ramos, Lauro Roberto Albrecht; Cavaleri, Rosangela; Corseuil, Carlos Henrique Leite
Aproveitar a disponibilidade recente dos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) para o ano de 2006, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para apresentar um panorama geral do mercado de trabalho brasileiro nos seis primeiros anos desta década (2001 a 2006).
Publicação
Um Aspecto da subocupação por insuficiência de horas trabalhadas : a análise do desejo de trabalhar horas adicionais
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2007-07) Machado, Danielle Carusi; Machado, Ana Flávia
A subocupação por insuficiência de horas de trabalho é um fenômeno pouco estudado no caso brasileiro. Os dados, no entanto, mostram que o percentual de pessoas ocupadas insatisfeitas com a jornada de trabalho é de 10%, correspondendo a um total aproximado de 1 milhão de pessoas. No período estudado, houve decréscimo dessa parcela de trabalhadores, após aumento significativo em 2003, o que impediu que a proporção de subocupados voltasse ao nível de setembro de 2002. Considerando as questões propostas por este trabalho, pode-se, em primeiro lugar, afirmar que existe, sim, uma diferença regional relativa à subocupação. Recife é a RM de maior proporção de subocupados, ao passo que São Paulo é a de menor. Em alguns anos, Salvador se apresenta na mesma posição de Recife. Em segundo lugar, há, sim, uma relação entre insuficiência de horas trabalhadas e insuficiência de renda. Embora não se tenha introduzido nenhuma medida de pobreza, o fato de a subocupação prevalecer em Recife e em Salvador vis-à-vis as outras metrópoles analisadas, de estar sobre-representada entre os de menor nível de rendimento e entre os ocupados no setor informal, em ocupações manuais, é uma evidência da associação entre essa condição de ocupação e a de pobreza.
Publicação
O Ambiente de negócios do Estado do Rio de Janeiro: uma nota sobre o tempo de abertura de firmas
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2007-07) Azevedo, João Pedro; Guilhon, Letícia; Rosa, Rafael
Esta nota técnica tem como objetivo apresentar os principais resultados de uma recente contribuição da Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro que, através da Subsecretaria de Estudos Econômicos, desenvolveu uma metodologia para mensurar o tempo de abertura de negócios do Estado do Rio de Janeiro a partir dos registros administrativos existentes. Entre as principais vantagens dessa metodologia destacam-se o seu caráter censitário, que garante maior comparabilidade dos resultados, e menor custo de coleta dos dados, em termos de tempo e recursos financeiros, que possibilita o seu acompanhamento longitudinal.
Publicação
Apresentação : Mercado de Trabalho n.33 – jul. 2007
(Ipea, 2007-07) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
O desempenho do mercado de trabalho metropolitano brasileiro nos primeiros oito meses de 2007 tem sido marcado por recuperação gradual nos seus principais indicadores segundo os dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), corroborados por informações de outras fontes. O destaque maior fica por conta do forte crescimento do nível da ocupação, que em agosto último apresentou um crescimento de 2,9% no acumulado de 12 meses. Isso contribuiu de forma decisiva para baixar a taxa de desemprego, que alcançou o patamar de 9,5%, 1,1 ponto percentual (p.p.) abaixo da marca de agosto do ano passado. Tão importante quanto a expansão da ocupação foi o fato de ela ter sido lastreada pela geração de postos de trabalho com carteira assinada, o que implicou uma redução apreciável no grau de informalidade. O outro agregado importante que apresentou melhora foi o rendimento real médio, que cresceu 1,2% no mesmo período. A constatação de que esse panorama bastante favorável não se repete ao se contemplar o horizonte dos últimos três meses, quando a taxa de desemprego e os rendimentos reais não apresentaram evolução positiva, pode ser em parte debitada a fatores sazonais e à própria natureza amostral da pesquisa. Não obstante esse arrefecimento, as perspectivas permanecem favoráveis em função do desempenho da economia e do início de um período em que os fatores sazonais são bastante favoráveis.
Publicação
Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.33 – jul. 2007
(Ipea, 2007-07) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
De acordo com os dados da Pesquisa Mensal do Emprego (PME), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mercado de trabalho brasileiro vem apresentando, nesses primeiros oito meses de 2007, uma lenta e gradual recuperação dos seus principais indicadores, em comparação com o mesmo período do ano anterior. O crescimento do nível de ocupação neste ano de 2007 até agora já está se refletindo em um dos indicadores que mais chamam a atenção da sociedade: a taxa de desemprego. Os indicadores de rendimentos, é bem verdade que de forma mais tímida, também estão acompanhando essa melhora e mostram variações positivas em relação aos meses correspondentes do ano passado, ainda que essa diferença venha declinando nos meses mais recentes.

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