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Carta de Conjuntura : n. 67, abr./jun. 2025

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A Carta de Conjuntura, com periodicidade trimestral, traz uma análise dos principais temas econômicos, sempre acompanhada de projeções dos mais importantes indicadores macroeconômicos.

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CARTA DE CONJUNTURA. Rio de Janeiro: Ipea, n.67, abr./jun. 2025. ISSN: 19828772. Disponível em:
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Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em março de 2025
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-06) Ferreira, Sergio
De acordo com dados da execução orçamentária, registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, os quais fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), março de 2025 apresentou um superávit primário de R$ 1,5 bilhão nas contas do governo central. Conforme mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 174,2 bilhões nesse mês, um crescimento de 0,5% em termos reais, comparativamente ao apurado em março de 2024, ao passo que a despesa totalizou R$ 172,7 bilhões, um decréscimo real de 1,0% na mesma base de comparação. No acumulado do ano, o resultado primário apresenta um superávit de R$ 56,1 bilhões, a preços constantes de março, ante o superávit de R$ 22,0 bilhões no mesmo período de 2024.
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Indicadores mensais do mercado de trabalho : fevereiro de 2025
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-06) Lameiras, Maria Andreia Parente; Hecksher, Marcos Dantas
As estimativas próprias mensais apresentadas nesta Nota1 – feitas com base nos dados por trimestre móvel da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) – sinalizam que, em fevereiro, o mercado de trabalho segue aquecido, conjugando expansões da população ocupada (PO) e dos rendimentos reais, possibilitando, desta forma, a manutenção da desocupação em níveis historicamente baixos e forte crescimento da massa salarial.
Item type:Publication,
Inflação por faixa de renda : março de 2025
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-06) Lameiras, Maria Andreia Parente
Os dados do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que, a despeito de uma alta mais acentuada dos preços dos alimentos no domicílio, a inflação desacelerou em março, comparativamente a fevereiro, para todos os estratos de renda pesquisados. Para as famílias de renda muito baixa, a taxa de inflação recuou de 1,59% para 0,60% (tabela 1), repercutindo, sobretudo, o reajuste bem mais ameno da tarifa de energia elétrica, cuja variação de 0,12%, registrada em março, contrasta com a alta de 16,8%, apontada em fevereiro. Ainda que em menor intensidade as quedas das passagens de ônibus urbano (-1,1%) e do metrô (-1,7%) também ajudam a explicar o alívio inflacionário em março para os segmentos de menor poder aquisitivo.
Item type:Publication,
Investimento líquido e estoque de capital : dezembro de 2024
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-06) Cavalcanti, Marco Antônio Freitas de Hollanda; Cordeiro, Bruno F.; Cornelio, Felipe Moraes
Esta Nota atualiza as séries do Indicador Ipea para investimento líquido e estoque de capital até dezembro de 2024. Os dados acumulados em doze meses dos investimentos brutos (formação bruta de capital fixo – FBCF) indicaram crescimento real de 6,9% no fim do ano passado. A depreciação do estoque de capital acumulada em doze meses, por sua vez, diminuiu 5,1% em relação a dezembro de 2023. O investimento líquido (FBCF excluído o valor da depreciação) apresentou, assim, crescimento substancial no período (aumento de 150%). Todos os componentes do investimento líquido registraram crescimento, com destaque para o setor de máquinas e equipamentos, que voltou a apresentar valor positivo no acumulado em doze meses após três anos. Como resultado do aumento do investimento líquido, a taxa de crescimento interanual do estoque de capital líquido passou de 0,6% em dezembro de 2023 para 1,5% em dezembro de 2024.
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Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – fevereiro de 2025
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2025-06) Carvalho, Leonardo Mello de
O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 1,3% na comparação entre fevereiro e janeiro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Esse resultado ocorreu em razão da queda de 0,3% da produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) e da alta de 7,0% das importações de bens industriais, conforme mostra a tabela 1.
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