Unidade Organizacional:
Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC

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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)

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Responsável pela unidade organizacional

Claudio Roberto Amitrano

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Resumo

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Informações sobre a unidade organizacional

À Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas compete a promoção e a realização de estudos, pesquisas e demais ações necessárias ao cumprimento da missão institucional do Ipea em questões relacionadas às áreas de acompanhamento e análise conjuntural, comércio exterior e economia internacional, finanças públicas, condução da política monetária, economia financeira, articulação entre o regime cambial e monetário e questões relacionadas à trajetória de crescimento e desenvolvimento econômico.

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Item type:Publicação,
Título - Artigos de Revista
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2024) Bruno Queiroz Cunha; José Ronaldo de Castro Souza Júnior; Bruno Queiroz Cunha; Fernando José da Silva Paiva Ribeiro; Sachetti, Camile; Tulio Kahn; Guilherme de Oliveira Schmitz; Alexandre Samy de Castro; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sanchez-Badin, Michelle R.; Ipea; Graziela Ferrero Zucoloto
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Item type:Publicação,
Boletim de expectativas - Fevereiro de 2023
(Ipea, 2023-03) Bastos, Estêvão Kopschitz Xavier; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Estêvão Kopschitz Xavier Bastos
Este Boletim de Expectativas destaca as projeções para o PIB e seus componentes, pelo lado da oferta e da demanda, coletadas de diversas fontes. A expectativa para o PIB de 2023, conforme coletada pelo Banco Central do Brasil (BCB) em seu Sistema de Expectativas de Mercado, elevou-se de 0,5% no meio do ano passado para 0,8%, na divulgação mais recente. Divulgada em 16 de dezembro de 2022, a projeção do Grupo de Conjuntura da Dimac/Ipea é de 1,4%. O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima sua previsão, agora de 1,2%, segundo o World Economic Outlook de janeiro. Na abertura das projeções para o PIB pelo lado da oferta, chama a atenção, no Focus, a evolução da previsão para 2023 da agropecuária, que, em meados de 2022, estava em 2,5% e, agora, alcança 6,5%. O Grupo de Conjuntura da Dimac/Ipea também previa 2,5% na divulgação de junho de 2022, mas, em setembro, elevou o crescimento esperado para 10,9%, revendo-o, em dezembro, para 11,6%. No seu relatório trimestral de inflação, o BCB previu, para o PIB da agropecuária de 2023, 7,0% na edição de dezembro. A participação da agropecuária no PIB subiu recentemente: nos dez anos terminados em 2019, foi, em média, de 4,4%, com pouca variação, mas subiu a partir de 2020, alcançando 7,5% em 2021 e 7,6% nos três primeiros trimestres de 2022.
Item type:Publicação,
Comércio exterior do agronegócio : janeiro de 2023
(Ipea, 2023-03) kreter, Ana Cecília; Ferreira, Diego; Servo, Fabio; Bastos Filho, Guilherme Soria; Souza Júnior, José Ronaldo de Castro; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Ana Cecília Kreter; Diego Ferreira; Fabio Servo; Guilherme Soria Bastos Filho; José Ronaldo de Castro Souza Júnior
Depois de ter terminado o ano com crescimento de 32,0% no valor das exportações do agronegócio, o Brasil inicia 2023 atingindo novo recorde, US$ 10,22 bilhões em janeiro – alta de 16,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior (gráfico 1). A balança comercial do agronegócio fechou superavitária em US$ 8,69 bilhões, enquanto a balança comercial total, que considera os produtos de todos os setores, apresentou um superávit de US$ 2,61 bilhões (tabela 1).1 O valor das importações do setor também apresentou alta em janeiro (37,1%) diante de 2022 (gráfico 2), subindo para US$ 1,53 bilhão. Já no acumulado dos últimos doze meses, houve alta de 29,6% nas exportações e de 15,1% nas importações. Apesar de ambos apresentarem crescimento, o saldo da balança comercial do agronegócio aumentou para US$ 142,66 bilhões neste período (tabela 2). Esse resultado foi mais que suficiente para compensar o déficit acumulado pelos demais setores (US$ 78,46 bilhões). Com isso, o saldo total (na soma de todos os setores da economia) foi positivo em US$ 64,19 bilhões.
Item type:Publicação,
Desempenho recente do mercado de crédito : Carta de Conjuntura, n. 58, jan./mar., 2023
(Ipea, 2023-03) Santos, Francisco Eduardo de Luna e Almeida; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Francisco Eduardo de Luna e Almeida Santos
O saldo total de crédito no Sistema Financeiro Nacional (SFN), medido em relação ao produto interno bruto (PIB), foi de 54,2% na leitura de dezembro de 2022. Em valores reais, o saldo do crédito livre apresentou, em dezembro, aumentos de 1,1% em relação a setembro de 2022 e de 7,5% em relação a dezembro de 2021. Em igual comparação, o saldo da carteira de crédito direcionado cresceu 2,4% e 8,0%, respectivamente.
Item type:Publicação,
Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em janeiro de 2023
(Ipea, 2023-03) Ferreira, Sergio; Martins, Felipe; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sergio Ferreira; Felipe Martins
De acordo com dados da execução orçamentária registrada no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, obtidos por meio do Tesouro Gerencial, que fornecem boa aproximação com os dados oficiais relativos ao resultado primário que será divulgado posteriormente pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN),1 o mês de janeiro de 2023 apresentou um superávit primário de R$ 79,6 bilhões nas contas do governo central. Como mostra a tabela 1, a receita líquida do governo central atingiu R$ 227,9 bilhões nesse mês, crescimento em termos reais de 6% quando comparado com janeiro de 2022, ao passo que a despesa totalizou R$ 148,3 bilhões, acréscimo real de 10,8% na mesma base de comparação. No acumulado em doze meses até janeiro, o superávit primário está em R$ 55,8 bilhões em valores desse mês, contra um déficit de R$ 9,9 bilhões em igual período terminado em janeiro de 2022.

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