Pesquisador:
João Maria de Oliveira

Carregando...
Foto do Perfil

Paginação

Primeira página

Última página

Data

Data de publicação

Data da Série

Data do evento

Data

Data de defesa

Data

Edição

Idioma

Cobertura espacial

Cobertura temporal

País

orgunit.page.location.country

Tipo de evento

Grau Acadêmico

Fonte original

ISBN

ISSN

DOI

dARK

item.page.project.ID

item.page.project.productID

Detentor dos direitos autorais

Acesso à informação

Termos de uso

Endereço de E-mail

Lattes

Sobre o pesquisador

Doutor em Economia (UnB) e mestre em Administração (UFRN). Graduação em Engenharia Civil (UFRN). Técnico de Planejamento e Pesquisa do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) desde 2009. Desenvolveu pesquisas nas seguintes áreas

Titulo alternativo

Variações do nome da Unidade organizacional

Variações no nome completo

Autor(a)

Orientador(a)

Editor(a)

Organizador(a)

Coordenador(a)

Responsável pela unidade organizacional

Outras autorias

Palestrante / Mediador(a) / Debatedor(a)

Coodenador do Projeto

Resumo

Resumo traduzido

Informações sobre a unidade organizacional

Web of Science ResearcherID

Scopus ID

Informações sobre o projeto

project.page.project.productdescription

Vocabulário Controlado do Ipea

Palavras-chave traduzidas

Citação

URI

Aviso

Notas

Série / coleção

Versão preliminar

Versão final desta publicação

Faz parte da série

Publicações relacionadas / semelhantes

orgunit.page.relation.references

Livros (Autor)

Livros (Editor)

Livros (Organizador)

Livros (Coordenador)

Eventos (Autor)

Eventos (Editor)

Eventos (Organizador)

Eventos (Coordenador)

Eventos (Palestrante / debatedor / mediador)

Notícias (Autor)

Publicações (Orientador)

Item type:Publicação,
Prestação do serviço de banda larga : incentivos e regulação
(Ipea, 2016) Rodrigues, Suzana Silva; Fabiano Mezadre Pompermayer; João Maria de Oliveira; Suzana Silva Rodrigues; Lobo, Nathalia Almeida de Souza; João Maria de Oliveira; Fabiano Mezadre Pompermayer
O presente trabalho volta-se à análise do modelo regulatório aplicável ao setor de telecomunicações, em especial a existência de vários serviços de telecomunicações. Para tanto, utiliza-se de pesquisa bibliográfica, coleta e análise de dados, além de pesquisa documental em legislação, Informes, Análises e Pareceres, direcionados ao tema. Tendo em vista o caráter multidisciplinar do assunto, três diferentes pilares dão sustentação à análise: o tecnológico, o econômico e o jurídico. Na esfera tecnológica, constata-se a irreversível convergência de serviços e plataformas. Sob o ponto de vista econômico são analisadas a demanda e oferta dos principais serviços de telecomunicações (telefonia fixa e móvel, banda larga fixa e TV por assinatura), inclusive no que diz respeito à participação de mercado dos grupos econômicos que prestam serviços de telecomunicações e situação do Brasil comparada a outros países. A abordagem jurídica demonstra o descompasso existente entre a regulamentação relativa a telecomunicações e a realidade fática do setor, o que inclui a aplicação do regime público como regime jurídico de prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado – STFC, apesar do progressivo desinteresse da população neste serviço. Em sentido diametralmente oposto, apesar da crescente demanda por serviços de dados prestados em banda larga, o Serviço de Comunicação Multimídia – SCM e o Serviços Móvel Pessoal mantém-se sob o regime privado de prestação de serviço. Acresce a isso, o fato de que muitos serviços tratados como TICs confundem-se com telecomunicações, muito embora não estejam sujeitos à regulamentação aplicável a esse setor. Tal situação enseja conflitos positivos e negativos de competência, além de alegações de quebra de isonomia. Com intuito de colaborar nas discussões sobre a revisão do marco regulatório, o estudo propõe mudanças, de forma a que existam apenas um serviço de telecomunicações. Acredita-se que esse é um mecanismo aderente à realidade dos dias de hoje apto a garantir uma eficiente simplificação regulatória.
Item type:Publicação,
Uso de etanol como estímulo à concorrência no mercado de combustíveis : uma análise baseada no modelo de equilíbrio de preços
(Ipea, 2019) Silva, Sissi Alves da; Fabiano Mezadre Pompermayer; João Maria de Oliveira; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Sissi Alves da Silva; Mattos, César Costa Alves de; Fabiano Mezadre Pompermayer; João Maria de Oliveira; Cavalcanti, Marco Antonio F. de H.
O objetivo desse trabalho foi verificar se o uso do etanol contribui para aumentar a concorrência no elo de refino do mercado de combustíveis, a partir de um modelo de equilíbrio espacial de preços. Com vistas a isso, implementou-se um modelo de oligopólio multiproduto com mercados produtores e demandantes separados espacialmente, desenvolvido de forma que cada um dos agentes maximiza o seu próprio lucro, buscando o equilíbrio de Cournot-Nash. Nos cenários simulados, considerou-se um oligopólio fechado, com um número fixo de firmas: cinco firmas refinadoras, sendo que uma delas com doze refinarias, dois traders de derivados, um trader de etanol e três usinas de etanol cujas plantas estão agregadas em regiões: Norte-Nordeste, CentroSul Expansão e Tradicional. Com o objetivo de responder à questão de pesquisa, foram simulados três cenários: com e sem elasticidade cruzada entre etanol e gasolina e com as elasticidades da gasolina iguais à do etanol. De modo geral, como resultado da introdução do etanol como substituto da gasolina, observou-se uma redução marginal dos preços de equilíbrio da gasolina e nenhuma alteração nos preços do diesel e do óleo combustível, em relação à situação do cenário em que as elasticidades cruzadas entre gasolina e etanol foram nulas. Esse comportamento parece decorrer do fraco efeito de substituição que o etanol provoca no mercado de derivados e deve ser levado em conta na elaboração de políticas públicas com desdobramentos nos campos econômico e ambiental.

Publicações (Editor)

Publicações (Membro da banca)

Item type:Publicação,
Prestação do serviço de banda larga : incentivos e regulação
(Ipea, 2016) Rodrigues, Suzana Silva; Fabiano Mezadre Pompermayer; João Maria de Oliveira; Suzana Silva Rodrigues; Lobo, Nathalia Almeida de Souza; João Maria de Oliveira; Fabiano Mezadre Pompermayer
O presente trabalho volta-se à análise do modelo regulatório aplicável ao setor de telecomunicações, em especial a existência de vários serviços de telecomunicações. Para tanto, utiliza-se de pesquisa bibliográfica, coleta e análise de dados, além de pesquisa documental em legislação, Informes, Análises e Pareceres, direcionados ao tema. Tendo em vista o caráter multidisciplinar do assunto, três diferentes pilares dão sustentação à análise: o tecnológico, o econômico e o jurídico. Na esfera tecnológica, constata-se a irreversível convergência de serviços e plataformas. Sob o ponto de vista econômico são analisadas a demanda e oferta dos principais serviços de telecomunicações (telefonia fixa e móvel, banda larga fixa e TV por assinatura), inclusive no que diz respeito à participação de mercado dos grupos econômicos que prestam serviços de telecomunicações e situação do Brasil comparada a outros países. A abordagem jurídica demonstra o descompasso existente entre a regulamentação relativa a telecomunicações e a realidade fática do setor, o que inclui a aplicação do regime público como regime jurídico de prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado – STFC, apesar do progressivo desinteresse da população neste serviço. Em sentido diametralmente oposto, apesar da crescente demanda por serviços de dados prestados em banda larga, o Serviço de Comunicação Multimídia – SCM e o Serviços Móvel Pessoal mantém-se sob o regime privado de prestação de serviço. Acresce a isso, o fato de que muitos serviços tratados como TICs confundem-se com telecomunicações, muito embora não estejam sujeitos à regulamentação aplicável a esse setor. Tal situação enseja conflitos positivos e negativos de competência, além de alegações de quebra de isonomia. Com intuito de colaborar nas discussões sobre a revisão do marco regulatório, o estudo propõe mudanças, de forma a que existam apenas um serviço de telecomunicações. Acredita-se que esse é um mecanismo aderente à realidade dos dias de hoje apto a garantir uma eficiente simplificação regulatória.
Item type:Publicação,
Uso de etanol como estímulo à concorrência no mercado de combustíveis : uma análise baseada no modelo de equilíbrio de preços
(Ipea, 2019) Silva, Sissi Alves da; Fabiano Mezadre Pompermayer; João Maria de Oliveira; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Sissi Alves da Silva; Mattos, César Costa Alves de; Fabiano Mezadre Pompermayer; João Maria de Oliveira; Cavalcanti, Marco Antonio F. de H.
O objetivo desse trabalho foi verificar se o uso do etanol contribui para aumentar a concorrência no elo de refino do mercado de combustíveis, a partir de um modelo de equilíbrio espacial de preços. Com vistas a isso, implementou-se um modelo de oligopólio multiproduto com mercados produtores e demandantes separados espacialmente, desenvolvido de forma que cada um dos agentes maximiza o seu próprio lucro, buscando o equilíbrio de Cournot-Nash. Nos cenários simulados, considerou-se um oligopólio fechado, com um número fixo de firmas: cinco firmas refinadoras, sendo que uma delas com doze refinarias, dois traders de derivados, um trader de etanol e três usinas de etanol cujas plantas estão agregadas em regiões: Norte-Nordeste, CentroSul Expansão e Tradicional. Com o objetivo de responder à questão de pesquisa, foram simulados três cenários: com e sem elasticidade cruzada entre etanol e gasolina e com as elasticidades da gasolina iguais à do etanol. De modo geral, como resultado da introdução do etanol como substituto da gasolina, observou-se uma redução marginal dos preços de equilíbrio da gasolina e nenhuma alteração nos preços do diesel e do óleo combustível, em relação à situação do cenário em que as elasticidades cruzadas entre gasolina e etanol foram nulas. Esse comportamento parece decorrer do fraco efeito de substituição que o etanol provoca no mercado de derivados e deve ser levado em conta na elaboração de políticas públicas com desdobramentos nos campos econômico e ambiental.
Item type:Publicação,
Um Imposto sobre o desenvolvimento : a deterioração da malha rodoviária federal como imposto implícito – evidências a partir de um modelo de Equilíbrio Geral Computável
(Ipea, 2026) Faé, Fernanda Giminez Machado; Fabiano Mezadre Pompermayer; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Fernanda Giminez Machado Faé; Cavalcanti, Marco Antônio Freitas de Hollanda; João Maria de Oliveira; Fabiano Mezadre Pompermayer; Mello, Luiz Guilherme Rodrigues de
Esta dissertação quantifica os impactos econômicos do estado de conservação da malha rodoviária federal sob gestão do DNIT sobre o PIB brasileiro, tratando a infraestrutura de transportes como um determinante estrutural da eficiência alocativa da economia. Parte-se do diagnóstico de que a deterioração física do pavimento atua como uma fricção produtiva transversal que distorce preços relativos e induz a processos de realocação de recursos potencialmente associados à perda de eficiência alocativa (misallocation), conforme a literatura de distorções produtivas. Metodologicamente, adaptou-se um Modelo de EGC inter-regional, calibrado para o ano-base de 2018 e operado em abordagem estático-comparativa, integrando informações do Índice de Condição da Superfície (ICS), custos de usuário da rodovia (RUC) estimados via modelo HDM-4 e fluxos logísticos do Plano Nacional de Logística (PNL). A partir de choques exógenos nos custos de transporte, simulam-se cenários contrafactuais de melhoria e deterioração severa da malha, avaliando seus efeitos sobre o PIB agregado, regional, por Unidade da Federação, por macrossetor e por setor de atividade. Os resultados revelam uma sensibilidade assimétrica e não linear da economia brasileira: enquanto a melhoria da infraestrutura gera ganhos marginais no PIB, a deterioração severa da malha federal impõe perdas imediatas e expressivas, da ordem de bilhões de reais. A análise regional e setorial indica maior penalização econômica nas regiões Norte e Sul, com destaque para UFs como Pará, Mato Grosso e Rio Grande do Sul, bem como nos macrossetores da agropecuária e da indústria de transformação, intensivos em transporte rodoviário. No exercício comparativo-estático adotado, os choques logísticos adversos são absorvidos predominantemente como variação do produto agregado no curto prazo. Conclui-se que a conservação da malha rodoviária federal possui valor econômico primordialmente associado à mitigação do custo da inação, uma vez que a deterioração do pavimento opera como um imposto implícito que compromete a eficiência alocativa e reduz o nível de produto no equilíbrio considerado, evidenciando a manutenção preventiva como instrumento estratégico de política econômica para preservar a competitividade, reduzir assimetrias regionais e sustentar o desenvolvimento econômico.

Publicações (Organizador)

Publicações (Coordenador)

Projeto (Coordenador)

Volume de Revista (Editor)

Fascículo (Editor)

Séries (Editor)

Séries (Organizador)

Séries (Coordenador)

Livros (Debatedor)

Publicações (Palestrante / debatedor / mediador)

Livros (Orientador)

Página do item completo
REPOSITÓRIO DO CONHECIMENTO DO IPEA
Redes sociais