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Tulio Chiarini

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Sobre o pesquisador

Graduação em economia pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), com mestrado em economia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e em gestão da inovação pela Scuola Superiore Sant’Anna, e doutorado em economia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Desenvolveu estágio de pós-doutorado no Istituto di Ricerche sulla Popolazione e le Politiche Sociali do Consiglio Nazionale delle Ricerche (CNR), foi professor da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) e chefe da Divisão de Estratégia do Instituto Nacional de Tecnologia (INT). É analista em ciência e tecnologia cedido ao Ipea desde 2021. No CTS, desenvolve estudos sobre políticas de inovação tecnológica e dedica-se às complexas relações entre desenvolvimento tecnológico e transformações socioeconômicas, com foco na economia e sociedade de plataformas e em como a “plataformização” está alterando e criando mercados e setores.

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Publicação
Infraestrutura pública digital : abordagens, iniciativas, tensões e agendas de pesquisa
(Ipea, 2026-01-09) Tulio Chiarini; Gonzales, Alexandre Arns; Paraná, Edemilson; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Diretoria de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia - DIEST; Tulio Chiarini; Alexandre Arns Gonzales; Edemilson Paraná
TD 3180
A infraestrutura pública digital (digital public infrastructure – DPI) tem sido compreendida como um conjunto de sistemas digitais compartilhados de forma segura e interoperável, construído com base em padrões abertos e projetados para garantir acesso a serviços públicos e privados em escala social. Todavia, não há consenso em torno da definição da expressão. Apesar da crescente adesão de governos e da literatura prática concernente à matéria, o debate conceitual e teórico sobre DPIs ainda é incipiente no campo acadêmico. O conceito carece de maior consolidação, e há lacunas relevantes na avaliação de seus impactos sociais, econômicos e políticos. Este texto para discussão busca contribuir para esse campo emergente, ao: i) apresentar os principais conceitos e elementos constitutivos da DPI; ii) sistematizar críticas e tensões atuais sobre sua adoção, uso e governança; e iii) propor agendas de pesquisa e ação pública, a partir de um mapeamento global de iniciativas de DPI e da identificação de temas estratégicos para o Brasil e outros países do Sul Global.
Publicação
Bem-estar digital em perspectiva : fundamentos conceituais, propostas da OCDE e situação brasileira
(Ipea, 2026-01) Tulio Chiarini; Antônio de Pádua de Lima Brito; Vitor da Silva Marinho; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Tulio Chiarini; Antônio de Pádua de Lima Brito; Vitor da Silva Marinho
Nota Técnica Diset 145
Analisa o conceito de bem-estar digital como um fenômeno emergente associado à expansão e à centralidade das tecnologias digitais na vida social contemporânea. O documento discute os fundamentos teóricos do bem-estar, articulando contribuições da economia, das ciências sociais e da filosofia, e examina como as transformações tecnológicas recentes introduzem efeitos ambíguos sobre a qualidade de vida, a autonomia, a saúde mental e as relações sociais. O estudo destaca que o bem-estar digital envolve tanto oportunidades — como ampliação do acesso à informação, a serviços e a redes de apoio — quanto riscos, incluindo intensificação de desigualdades, problemas de saúde mental, dependência de plataformas e perda de autonomia. Nesse contexto, analisa a abordagem da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que propõe a incorporação de dimensões digitais aos indicadores tradicionais de bem-estar social, por meio de domínios objetivos e subjetivos reunidos no Digital Well-being Hub. Por fim, a nota apresenta e discute dados referentes ao Brasil, situando o país no cenário internacional e problematizando os desafios impostos pelo processo de digitalização e de plataformização. O trabalho ressalta a necessidade de políticas públicas que garantam não apenas o acesso às tecnologias digitais, mas também sua apropriação significativa, com foco em direitos, capacidades, inclusão social e regulação, de modo a promover efetivamente o bem-estar digital da população.

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