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Rafael de Moraes Baldrighi

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Sobre o pesquisador

Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de São Paulo (USP). É servidor de carreira no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com lotação no Gabinete da Presidência do órgão. Anteriormente, foi Assessor de Cooperação Internacional na Universidade Tiradentes (UNIT) e Adido para Assuntos Públicos, Culturais e Educacionais do Consulado-Geral do Canadá em São Paulo. Graduado também em Relações Internacionais pela Universidade Federal de Sergipe (UFS). Também é professor da graduação de Relações Internacionais do IDP Brasília.

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Publicações (Autor)

Publicação
Comparando a inserção internacional think tanks : o Ipea e seus pares em quatro dimensões
(Ipea, 2025-12) Rafael de Moraes Baldrighi; Gabinete da Presidência - GABIN; Rafael de Moraes Baldrighi
Nota Técnica Gabin 12
A nota técnica analisa comparativamente a inserção internacional de think tanks, com foco no Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a partir de um estudo de benchmarking realizado com instituições pares de diferentes contextos geopolíticos. Fundamentado em revisão de literatura e em questionário aplicado a think tanks selecionados, o estudo propõe um modelo analítico baseado em quatro dimensões da internacionalização: gestão e governança institucional, comunicação e projeção internacional, política editorial e de publicação, e capacitação interna. Os resultados indicam que, embora o Ipea possua trajetória consolidada de atuação internacional e competências técnicas relevantes, ainda enfrenta lacunas institucionais relacionadas à formalização da governança, à comunicação multilíngue, à estratégia editorial voltada a públicos estrangeiros e à oferta sistemática de capacitação para atuação internacional. O trabalho contribui para a literatura sobre internacionalização de think tanks, especialmente em países em desenvolvimento, e oferece subsídios estratégicos para o fortalecimento da inserção internacional do Ipea.
Publicação
Academic cooperation within BRICS : ten years of the Brics Network University (Brics NU) from a brazilian perspective
(Ipea, 2025-08) Rafael de Moraes Baldrighi; Luiz Marcelo Michelon Zardo; Diretoria de Estudos Internacionais - DINTE; Rafael de Moraes Baldrighi; Luiz Marcelo Michelon Zardo
Tempo do Mundo 38
This paper proposes a diagnosis of the state of the art of academic cooperation at the university level among BRICS member countries. To this end, our analysis emphasizes the history and recent evolution of the BRICS Network University (BRICS NU), which thus far constitutes the bloc’s main initiative in this field. Methodologically, the study relies on primary sources such as official documents, normative acts, and quantitative data, complemented marginally by secondary sources, including previously published works on the subject. In addition, a semi-structured interview was conducted with the Director of International Relations of the Federal Agency for Support and Evaluation of Graduate Education (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES), given the agency’s recent role in strengthening BRICS NU. The main findings indicate that academic mobility – the primary proxy for university cooperation – among BRICS countries remains incipient, with most of its determinants still favoring ties with the so-called global North. Therefore, strengthening intra-bloc academic cooperation requires, inexorably, exogenous stimuli through national and multilateral actions. In this regard, BRICS NU represents an important instrument for the decolonization of academic relations among its member states. However, what can be observed so far are challenges in enabling the Network University to fully achieve its initial purposes, mainly due to shortcomings in governance and funding, as well as overlaps with other similar but less institutionalized mechanisms. It is therefore essential to revitalize BRICS NU’s structure through the action of national authorities (such as CAPES in Brazil), which, nevertheless, also requires coordination efforts among member countries – something that has thus far proven difficult to achieve.
Publicação
Plano Estratégico de Inserção Internacional do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (2026-2031)
(Ipea, 2026-02) Rafael de Moraes Baldrighi; Alexandre dos Santos Cunha; Gabinete da Presidência - GABIN; Rafael de Moraes Baldrighi; Alexandre dos Santos Cunha
Relatório Institucional
O Plano Estratégico de Inserção Internacional do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (2026-2031), elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), estabelece diretrizes, ações e mecanismos de monitoramento para fortalecer e qualificar a atuação internacional da instituição, alinhando-a aos objetivos do Planejamento Estratégico Institucional (PEI 2024-2031). Fundamentado em diagnóstico interno (survey com servidores e mapeamento de competências), estudo comparativo com órgãos da administração pública federal e benchmarking com think tanks nacionais e estrangeiros, o plano propõe 36 ações estruturadas nas dimensões de pesquisa, política e gestão, com foco em capacitação em idiomas e representação institucional, política editorial em línguas estrangeiras, aprimoramento da comunicação internacional, governança de acordos, internacionalização do programa de pós-graduação e ampliação da cooperação técnica e acadêmica. O documento enfatiza a racionalização de recursos, a consolidação de redes já existentes, a institucionalização de práticas e a criação de instrumentos de acompanhamento e avaliação, visando tornar a inserção internacional um diferencial estratégico para o fortalecimento da missão do Ipea de qualificar a formulação, o planejamento e a avaliação de políticas públicas no Brasil.
Publicação
Experiências e competências internacionais do Ipea : subsídios para uma estratégia institucional
(Ipea, 2026-04) Rafael de Moraes Baldrighi; Gabinete da Presidência - GABIN; Rafael de Moraes Baldrighi
Nota Técnica Gabin 13
A nota técnica analisa as experiências, competências e interesses internacionais dos profissionais do Ipea, com o objetivo de subsidiar a formulação do Plano Estratégico de Inserção Internacional (2026–2031). O estudo baseia-se em um diagnóstico institucional realizado por meio de survey aplicado a servidores, bolsistas, terceirizados e estagiários, abrangendo dimensões como formação acadêmica internacional, experiências profissionais no exterior, participação em projetos com parceiros estrangeiros, competências linguísticas e interesse em capacitação. Os resultados evidenciam que o Ipea dispõe de um capital humano qualificado, com significativa experiência internacional e elevada proficiência em idiomas, especialmente inglês, espanhol e francês. Observa-se participação relevante em atividades e projetos internacionais, embora concentrada em determinadas áreas finalísticas do instituto. Também se identificam lacunas institucionais, como a ausência de formalização de parte das parcerias internacionais, a necessidade de maior transparência na distribuição de oportunidades e a carência de políticas estruturadas de capacitação linguística. O levantamento revela ainda forte interesse dos servidores em aprimorar competências linguísticas e participar de iniciativas de internacionalização, indicando potencial para ampliação da atuação global do instituto. Conclui-se que o Ipea possui uma base sólida para avançar em sua inserção internacional, sendo necessário fortalecer mecanismos institucionais, promover maior integração interna e estruturar estratégias que alinhem capacidades existentes às diretrizes do planejamento estratégico.

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