(Ipea, 2012) André Gustavo de Miranda Pineli Alves; Ribeiro, Elton Jony Jesus; Acioly, Luciana; Nozaki, William Villa; Acioly, Luciana; Ribeiro, Elton Jony Jesus; Luciana Acioly; Luis Afonso Fernandes Lima; Elton Ribeiro; André Gustavo de Miranda Pineli Alves; Leonardo Silveira de Souza; Rodrigo Pimentel Ferreira Leão; William Villa Nozaki
Analisa a expansão internacional de empresas de seis países — China, Malásia, Rússia, África do Sul, Coreia do Sul e Espanha —, destacando o papel das políticas públicas no apoio a esse processo. A obra mostra como, no início do século XXI, o cenário econômico global passou por uma reconfiguração com o aumento da participação de economias emergentes nos fluxos de investimento estrangeiro direto (IED). Cada capítulo examina a trajetória histórica, o perfil das empresas internacionalizadas, os setores estratégicos e os instrumentos estatais utilizados, como incentivos fiscais, mecanismos de financiamento e acordos internacionais. A experiência chinesa, por exemplo, evidencia forte protagonismo estatal na promoção de suas corporações globais, enquanto outros países combinaram políticas de liberalização e inovação. O estudo fornece subsídios para o debate sobre o papel do Estado na inserção internacional de empresas brasileiras e políticas de apoio à internacionalização.
(Ipea, 2012) André Gustavo de Miranda Pineli Alves; Ribeiro, Elton Jony Jesus; Acioly, Luciana; Nozaki, William Villa; Acioly, Luciana; Ribeiro, Elton Jony Jesus; Luciana Acioly; Luis Afonso Fernandes Lima; Elton Ribeiro; André Gustavo de Miranda Pineli Alves; Leonardo Silveira de Souza; Rodrigo Pimentel Ferreira Leão; William Villa Nozaki
Analisa a expansão internacional de empresas de seis países — China, Malásia, Rússia, África do Sul, Coreia do Sul e Espanha —, destacando o papel das políticas públicas no apoio a esse processo. A obra mostra como, no início do século XXI, o cenário econômico global passou por uma reconfiguração com o aumento da participação de economias emergentes nos fluxos de investimento estrangeiro direto (IED). Cada capítulo examina a trajetória histórica, o perfil das empresas internacionalizadas, os setores estratégicos e os instrumentos estatais utilizados, como incentivos fiscais, mecanismos de financiamento e acordos internacionais. A experiência chinesa, por exemplo, evidencia forte protagonismo estatal na promoção de suas corporações globais, enquanto outros países combinaram políticas de liberalização e inovação. O estudo fornece subsídios para o debate sobre o papel do Estado na inserção internacional de empresas brasileiras e políticas de apoio à internacionalização.
(Ipea, 2014) Acioly, Luciana; Calixtre, André Bojikian; Seminário Os Desafios da Política Externa Brasileira em um Mundo em Transição : 2012 : Brasília, DF; Perpétua Almeida; Luciana Acioly; André Bojikian Calixtre
Traz os resultados das intervenções de autoridades e especialistas, ocorridas no seminário: "Os desafios da política externa brasileira em um mundo em transição". Apresenta síntese das palestras, de atores que exerceram ou exercem papel relevante, na condução e na pesquisa sobre a política externa brasileira. Aborda os limites e as possibilidades de uma política externa que, altiva e ativamente, superou as dificuldades impostas pela nova ordem global.
Discute a ascensão da China como potência global e os desafios e oportunidades que esse processo coloca para o Brasil. O painel aborda a rápida transformação econômica chinesa desde 1978, caracterizada por crescimento acelerado, industrialização, planejamento estatal, fortalecimento de conglomerados públicos, expansão internacional via comércio e investimentos e aumento de sua influência estratégica. São apresentados elementos da política externa chinesa, seu papel regional na Ásia, a interdependência com os Estados Unidos, a busca por recursos naturais e a atuação no marco dos BRICS. Os palestrantes analisam o impacto da China sobre o Brasil, destacando a complementaridade comercial, o desafio da competitividade industrial brasileira, o “custo Brasil”, as tensões produtivas e a necessidade de uma estratégia nacional clara para lidar com o parceiro asiático. A dimensão empresarial é enfatizada, mostrando como as corporações chinesas — especialmente estatais — se internacionalizam e redefinem cadeias produtivas globais. Também são abordadas iniciativas culturais, como a expansão dos Institutos Confúcio, e a importância do conhecimento da língua e da cultura chinesas para o Brasil. O painel conclui que a ascensão chinesa não representa apenas desafios, mas grandes oportunidades, demandando políticas de longo prazo, fortalecimento industrial, diplomacia ativa e cooperação estratégica baseada em benefícios mútuos.