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Felipe Vella Pateo

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Sobre o pesquisador

Doutor em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília com período sanduíche na Goethe Universitat Frankfurt, graduado em Economia pela Universidade de São Paulo. Atuou 10 anos como Analista de Políticas Sociais no Ministério do Trabalho e Emprego tendo sido responsável pelas áreas de estatísticas de trabalho e de fomento à economia solidária.

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https://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/18419

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Publicações (Autor)

Publicação
A Representação de pessoas trans nas bases de dados oficiais do Brasil
(Ipea, 2025-11-19) Alberto Luis Araújo Silva Filho; Filipe Matheus Silva Cavalcanti; Felipe Vella Pateo; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Alberto Luis Araújo Silva Filho; Filipe Matheus Silva Cavalcanti; Felipe Vella Pateo
TD 3172
No presente estudo, apresentamos o mapeamento sistemático de bases/registros dos dados relacionados à população trans e/ou de variáveis que dialogam com a questão da identidade de gênero no âmbito do governo federal. Além disso, discorremos brevemente sobre alguns dos aspectos que essas apresentam. As fontes mapeadas correspondem a doze, distribuídas em seis eixos selecionados de políticas: assistência social; educação; registros de identidade; saúde; trabalho e previdência; e vitimização e direitos humanos. Essas fontes podem ser compreendidas como rastros ou vestígios informacionais, os quais proporcionam um retrato parcial do grupo social em questão, na medida em que não possuem abrangência capaz de fornecer retrato sociodemográfico nacional. A partir desse levantamento, esperamos contribuir para a proposição de inclusões e/ou melhorias no que diz respeito à disponibilidade de informações governamentais acerca da população trans, bem como abrir caminho para futuras pesquisas quantitativas.
Publicação
Avanços entre desafios : uma análise da evolução da qualidade das informações de raça/cor na RAIS e no novo CAGED
(Ipea, 2026-02-02) Felipe Vella Pateo; Mattei, Taíse Fátima; Magalhães, Mario; Santana, Synthia Kariny Silva de; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Diretoria de Estudos e Políticas Setoriais, de Inovação, Regulação e Infraestrutura - DISET; Felipe Vella Pateo; Taíse Fátima Mattei; Mario Magalhães; Synthia Kariny Silva de Santana
TD 3184
Este estudo analisa a evolução da qualidade das informações de raça/cor declaradas na base de dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), com ênfase nos impactos da transição para o sistema eSocial e nas consequências do recente fechamento, em 2024, do campo “raça/cor não informada”. Ademais, são retomadas as comparações entre os dados de raça/cor da Rais e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), destacando-se a primeira comparação focada em trabalhadores do setor público. As conclusões obtidas são de que há, via de regra, uma evolução temporal na qualidade dos dados declarados, ainda que se verifiquem limitações em setores específicos que devam ser levadas em consideração por analistas interessados. Por fim, são recomendadas estratégias que poderiam aperfeiçoar o processo de declaração, como o desenvolvimento de ferramentas automatizadas de auditoria nos dados e a incorporação de mecanismos de autoidentificação digital por parte dos trabalhadores.
Publicação
Mudanças na jornada e na escala de trabalho : elementos empíricos para o debate
(Ipea, 2026-02) Felipe Vella Pateo; Joana Simões de Melo Costa; Círiaco, Juliane da Silva; Diretoria de Estudos e Políticas Sociais - DISOC; Felipe Vella Pateo; Joana Simões de Melo; Juliane da Silva Círiaco
Nota Técnica Disoc 123
Analisa os possíveis impactos econômicos e setoriais de propostas de redução da jornada máxima de trabalho e de alterações na escala de trabalho no Brasil, com destaque para o debate recente em torno do fim da escala 6x1. O estudo diferencia conceitualmente jornada e escala de trabalho, ressaltando a limitação de dados públicos sobre a distribuição das escalas no mercado formal. A análise empírica baseia-se nos microdados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) de 2023, considerando vínculos celetistas ativos, e simula cenários de redução da jornada semanal para 40 e 36 horas, mantendo a remuneração nominal. Os resultados indicam aumento médio do custo da hora trabalhada, com impactos heterogêneos entre setores econômicos, mais intensos em atividades intensivas em trabalho. O texto discute ainda a capacidade de absorção desses custos pelos setores, compara os efeitos com experiências anteriores de valorização do salário mínimo e argumenta que o contexto recente do mercado de trabalho brasileiro pode favorecer mudanças na regulação da jornada, contribuindo para qualificar o debate sobre políticas públicas trabalhistas.

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