(Ipea, 2007) Lall, Somik V.; Wang, Hyoung Gun; Silva, Alexandre Manoel Angelo da; Magalhães, João Carlos Ramos; Miranda, Rogério Boueri; Ellery Junior, Roberto de Goes; Sandi, Danielle; Chomitz, Kenneth M.; Sousa, Maria da Conceição Sampaio de; Timmins, Christopher; Almeida Júnior, Mansueto Facundo de; Cruz, Bruno de Oliveira; Aristides Monteiro Neto; Constantino Cronemberger Mendes; Cerqueira, Daniel Ricardo de Castro; Mata, Daniel Ferreira Pereira Gonçalves da; Resende, Guilherme Mendes; Mota, José Aroudo ; Piancastelli, Marcelo ; Carlos Wagner de Albuquerque Oliveira; Carvalho, Alexandre Xavier Ywata de; José Aroudo Mota; Marcelo Piancastelli
Analisa alguns dos principais problemas urbanos brasileiros: crescimento econômico, favelas e criminalidade. Trata do crescimento comparado entre municípios dos Estados de Alagoas e Minas Gerais, do padrão de desigualdade nacional, do fluxo migratório, do mercado de trabalho rural e da demanda por serviços públicos locais. Reflete sobre políticas e instrumentos de desenvolvimento regional no Brasil ao longo do período (e/ou com ênfase) que se iniciou nos anos 1990 e até pelo menos o ano de 2003 e que reflete a fase de adoção de reformas estruturais na condução da política macroeconômica. Aborda uma visão integrada da economia brasileira encadeando três pontos para discussão da economia regional e urbana: urbanização, crescimento e bem-estar; dinâmica da renda, mercado de trabalho e demanda por serviços públicos. Analisa os instrumentos de intervenção pública nas regiões visando a ampliação da abertura comercial e liberalização financeira para o exterior como elementos atratores do investimento externo para o desenvolvimento.
(Ipea, 2018) Geracy, Igor Vinícius de Souza; Carlos Henrique Leite Corseuil; Coordenação de Pós-Graduação e Capacitação - COPGC; Igor Vinícius de Souza Geracy; Paes, Nelson Leitão; Mata, Daniel Ferreira Pereira Gonçalves da; Carlos Henrique Leite Corseuil; Fernando Gaiger Silveira
Este trabalho realiza uma avaliação de impacto das alterações tributárias do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre o mercado de trabalho no período de 2007 a 2012, quando se fortaleceu o uso das desonerações como política de promoção de crescimento econômico e de desenvolvimento industrial. A avaliação foi realizada para os períodos 2007-2010 e 2010-2012, buscando considerar os distintos contextos macroeconômicos e políticas industriais – Política de Desenvolvimento Produtivo (2008- 2010) e Plano Brasil Maior (2011-2012) – que pautaram as mudanças na tributação. Utilizando a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) do Ministério do Trabalho, foram investigados os impactos das desonerações do IPI sobre os níveis de emprego e de salários em mais de 200 classes de atividades industriais implicadas pela política, e também sobre os fluxos de admissões e de demissões, buscando uma compreensão ampla da sua influência sobre a dinâmica do mercado de trabalho industrial. Em função das características da política de desonerações, foi adotada uma estratégia de identificação territorial do seu impacto, estimando-se uma variável de carga tributária municipal do imposto em uma amostra de 2,2 mil municípios no período 2007-2010 e de 2,5 mil municípios no período 2010-2012. Para a realização das estimativas, foram adotados os métodos de Mínimos Quadrados Ordinários (MQO) e Mínimos Quadrados Ponderados (MQP). Os resultados sugerem que a política teve impactos significativos no aumento das admissões em 2007-2010 e na redução das demissões em 2010-2012 nos segmentos industriais investigados, porém não foi efetiva em elevar os níveis de emprego em nenhum dos períodos. Não foram identificados efeitos significativos da política sobre os níveis de salário.