Livro: Cátedras para o desenvolvimento: patronos do Brasil
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Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea)
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Resumo
Apresenta seleção de trabalhos extraídos dos relatórios finais do Programa Cátedras para o Desenvolvimento, abordando tanto um perfil biográfico do pensamento social quanto um debate sobre a atualidade dos desafios para o desenvolvimento nacional. Mostra uma visão panorâmica, sistematizando algumas das inúmeras contribuições do grande cientista social brasileiro, Ignácio Rangel. Aborda sobre a sociedade brasileira, como uma interpretação acerca do caráter e das possibilidades da mudança social em curso no Brasil. Retoma um dos temas mais profundos da análise de Celso Furtado, a interpretação histórica-estrutural sobre o conceito de cultura, aplicada aos processos de difusão desigual do capitalismo entre centro e periferia. Propõe uma investigação sobre a obra de Sérgio Buarque de Holanda, reforçando a ideia de que, na formação da identidade brasileira, construiu-se uma civilização particularíssima. Discute as categorias fundamentais de Octavio Ianni sobre o fenômeno da globalização do capital. Recupera a contribuição da Teoria Marxista da Dependência, centrada nas proposições do patrono Ruy Mauro Marini. Apresenta as teorias que estabelecem o papel fundamental exercido pelas instituições no crescimento e desenvolvimento dos países, comparadas à tese de instituições vigentes na história do Brasil. Busca recuperar as contribuições de Roberto Simonsen para o debate econômico brasileiro, com ênfase em seu papel pioneiro na apresentação de alguns pilares centrais do projeto desenvolvimentista. Mostra a defesa e a obsessão de Amoroso Lima em construir um argumento puramente humanista para o desenvolvimento socioeconômico. Debate sobre o desenvolvimento nacional, especificamente a reforma agrária, entendida como uma ruptura do passado essencial à superação do subdesenvolvimento e as transformações que as novas tecnologias e a nova forma de organização do campo geraram no espaço rural. Retrata a dinâmica econômica do subdesenvolvimento brasileiro. Discute os temas da desigualdade, da pobreza e do crescimento, a partir do pensamento de Celso Furtado. Investiga os impactos econômicos regionais na pobreza e na distribuição de renda provocados por uma redução nas tarifas de importação. Trata das contribuições de Mario Henrique Simonsen para o desenvolvimento do sistema financeiro nacional entre 1930 e 1964. Resgata as posições práticas e epistemológicas de Guerreiro Ramos, publicadas em diferentes meios e conhecidas como "redução sociológica", estimulando a discussão do tema do desenvolvimento nos diversos centros acadêmicos de economia.
