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Tempo do Mundo (TM): v. 3, n. 1, jan. 2017

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Revista Tempo do Mundo (RTM), The perspective of the world review (PWR), Perspective of the world

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Resumo

A Revista Tempo do Mundo é uma publicação internacional patrocinada pelo Ipea, órgão que integra a Presidência da República Federativa do Brasil. A revista contará com versões em português e inglês e foi idealizada para apresentar e promover os debates contemporâneos, com ênfase na temática do desenvolvimento, em uma perspectiva Sul – Sul. O campo de atuação é o da economia política, com abordagens plurais sobre as dimensões essenciais do desenvolvimento, como questões econômicas, sociais e relativas à sustentabilidade.

Resumo traduzido

The Perspective of the World is an international periodical sponsored by Ipea (Institute of Applied Economic Research), a body belonging to the Presidency of the Federative Republic of Brazil, and was designed to promote contemporary debates, emphasizing the theme of development from a South – South perspective. The goal is to formulate proposals for the development of public policies and to encourage international comparisons, focusing on the scope of political economy.

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O Prestamista internacional de última instância para países emergentes : um contrato de swap cambial?
Hierarquia dos Estados no regime econômico-financeiro : os BRICS e a governança econômica global
A Diplomacia monetária dos Estados Unidos nos anos setenta
Economic sanctions as a political instrument in international relations : the case of the Russian Federation
A Macroeconomia da Federação Russa : do tratamento de choque à recuperação nacionalista : uma interpretação heterodoxa
Os Papéis projetados pela política externa brasileira para o Oriente Médio durante os governos Lula (2003-2010)
A Nação como "comunidade imaginada" nas relações internacionais : o caso das narrativas sobre o papel dos Estados Unidos diante da revolução da Nicarágua e da guerra civil em El Salvador nos anos 1980
Os Intérpretes do Brasil : pensamento sociopolítico lastreado no fluxo de ideias, narrativas e realidades na busca de uma identidade nacional brasileira

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Publicação
Doadores se ajudando
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-01) Sogge, David
Um paradoxo domina a vasta literatura sobre a ajuda externa: apesar de um consenso acadêmico de que os interesses dos doadores são os principais condutores do sistema de ajuda, o número de pesquisas sobre tais interesses não parece compatível com a importância fundamental desse fato. Este artigo revisa resultados das pesquisas sobre os montantes de ajuda externa e como os interesses econômicos dos países doadores são alcançados e protegidos. Parte-se de uma contextualização dos fluxos e contra-fluxos de ajuda externa e de sua geopolítica, desde o nascimento do sistema moderno de ajuda externa no início da Guerra Fria. Em seguida, passa-se a estudos que correlacionam ajuda externa e suas prescrições políticas com objetivos dos países doadores, nomeadamente em comércio e investimento. Discutem-se metas e resultados mercantis favoráveis aos doadores, tais como fluxos líquidos gerados por cartéis, bancos de desenvolvimento e outros mecanismos que conformam o sistema de ajuda. Finalmente, discutem-se as descobertas sobre interesses próprios de doadores em campos como serviços de consultoria, ajuda alimentar, marinha mercante, direitos de propriedade intelectual, ensino superior e pesquisas agrícola e médica. Como visão geral e provisória, reconhecidamente incompleta, o artigo sinaliza questões que merecem um trabalho mais profundo em termos acadêmicos e até mesmo como uma pesquisa pública.
Publicação
O Conselho de Estabilidade Financeira (FSB) : paradigma da emergente ordem mundial em rede
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-01) Franco, Fábio Guimarães
O Conselho de Estabilidade Financeira (Financial Stability Board – FSB), pouco após sua criação pelo G20, em 2009, foi rotulado de “quarto pilar” da ordem internacional, ao lado de OMC, FMI e Banco Mundial. No entanto, sua estrutura difere daquela dos três outros organismos: entre os membros desse novo órgão, destacam-se diversas redes transnacionais, razão pela qual o FSB se autointitula “a rede das redes”. A origem da configuração do FSB pode ser traçada aos escritos de David Mitrany, que teorizou sobre a progressiva expansão de uma rede de agências especializadas, processo cujo desenlace seria a formação de um governo mundial, conforme sua previsão. As teorias de Mitrany, idealizadas a partir de 1940 e reelaboradas por Council on Foreign Relations e Trilateral Commission desde 1970, preveem com décadas de antecedência e com alarmante precisão a atual estrutura do G20/FSB. A instauração dessa “governança global” tem sido liderada pelos Estados Unidos e por membros daqueles “think tanks”, os quais vêm ocupando posições-chave nas administrações Clinton, Bush e Obama. As evidências a serem exploradas no presente artigo apontam para a possibilidade de o seguinte cenário vir a concretizar-se: os Estados Unidos desmantelarão a antiga ordem fundada naquelas três “instituições internacionais”, visando à introdução de uma ordem protagonizada por redes transnacionais; e o FSB, “a rede das redes”, situada no centro do sistema financeiro global, será o paradigma a ser utilizado na construção dessa emergente ordem em rede.
Publicação
O Prestamista internacional de última instância para países emergentes : um contrato de swap cambial?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-01) Duran, Camila Villard
Por que os maiores países emergentes da América Latina e da Ásia não recorreram a organizações internacionais para responder à crise de 2008? Durante a década de 1990, esses mesmos países constituíram e se valeram de acordos monetários regionais e multilaterais. No entanto, em 2008, houve uma mudança de política e de desenho institucional das respostas monetárias: países emergentes recorreram a acordos bilaterais ad hoc baseado em contratos de swaps cambiais, como primeiro e mais importante mecanismo de defesa. O principal argumento deste artigo é o de que as preferências desses países foram moldadas pela experiência prévia da década de 1990 (conduzindo ao estigma político em relação a instituições multilaterais, notadamente o Fundo Monetário Internacional – FMI) e pela crescente autonomia política e importância econômica adquirida por bancos centrais nacionais nas últimas décadas. A dinâmica entre esses fatores (isto é, estigma político e bancos centrais com poder) tende a produzir mais respostas monetárias a crises formalizadas por meio de swaps cambiais, em níveis bilateral e regional. Este artigo examina o modelo de cooperação monetária escolhido por alguns países da América Latina e da Ásia (Brasil, México, Colômbia, Equador, Coreia do Sul e Indonésia) em duas fases: na gestão da crise de 2008 e no pós-crise. A evidência empírica aponta para uma redução do papel de organizações internacionais e para um aumento ao recurso de swaps cambiais entre bancos centrais. O desenho institucional da cooperação monetária global parece revelar um sistema mais fragmentado e diversificado, com a re-emergência de novos instrumentos e atores, bem como outras moedas internacionais
Publicação
Hierarquia dos Estados no regime econômico-financeiro : os BRICS e a governança econômica global
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-01) Coelho, Jaime Cesar; Capinzaiki, Marília Romão
O presente trabalho explora a evolução da relação entre os cinco países que compõem o grupo dos BRICS e as instituições tradicionais de Bretton Woods: Banco Mundial e FMI. Em particular, destacam-se os processos de reforma das instituições tradicionais e as recentes iniciativas dos BRICS para a criação de um banco de desenvolvimento e de um fundo contingencial de reservas. Nesse contexto, o objetivo geral do trabalho é o de avaliar a robustez da coalizão em face de constrangimentos econômicos e políticos recentes, especialmente a permanência de imagens coletivas – conceito formulado por Robert Cox – compatíveis com o status quo do regime internacional econômico vigente. Para isso, inicialmente traçamos um breve histórico da atuação dos BRICS no campo da cooperação econômica e de suas motivações particulares, em especial os atrasos na implementação das reformas do FMI e do Banco Mundial. Em seguida, a análise aborda os Acordos de Fortaleza, que fundamentam a criação do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e do Arranjo Contingente de Reservas (CRA) dos BRICS, enfatizando sua relação com as instituições tradicionais. Por fim, conclui-se que o atual regime econômico-financeiro internacional, apesar de não ser diretamente desafiado em seus princípios fundamentais, não está estável. Mesmo que os arranjos alternativos protagonizados pelos BRICS incorporem muitas das prerrogativas e dos princípios dominantes nas organizações tradicionais, criam ambientes institucionais que possibilitam novos desdobramentos.
Publicação
A Diplomacia monetária dos Estados Unidos nos anos setenta
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2017-01) Metri, Maurício
No final dos anos 1960 e ao longo dos 1970, período marcado por uma excessiva instabilidade econômica, pelo fim dos Acordos de Bretton Woods e pelos dois choques do petróleo, o dólar norte-americano sofreu questionamentos como a moeda de referência internacional. O objetivo deste artigo é analisar a estratégia e as ações político-diplomáticas dos Estados Unidos em defesa de sua moeda no sistema internacional. Parte-se, para tanto, de uma releitura ampliada, para o âmbito das relações internacionais, da perspectiva cartal da moeda. Contrapõem-se outras interpretações que acentuam o peso das escolhas dos agentes de mercados e/ou do conjunto dos demais estados nacionais.

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