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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 28, n. 02, ago. 1998

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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Renda permanente e poupança precaucional : evidências empíricas para o Brasil no passado recente
Ganhos de produtividade e de eficiência : novos resultados para e a economia brasileira
Impactos produtivos da infra-estrutura no Brasil – 1950/95
Abertura Comercial : criando ou exportando empregos?
Independência do banco central : teoria e aplicações para o Brasil
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5357
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5358
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5832
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5516
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/5831
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Publicação
Renda permanente e poupança precaucional : evidências empíricas para o Brasil no passado recente
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1998-08) Reis, Eustáquio José; Issler, João Victor; Blanco, Fernando A.; Carvalho, Leonardo Mello de
O objetivo central deste artigo é analisar empiricamente se há poupança precaucional no Brasil por parte dos agentes privados (famílias). Utilizam-se séries temporais agregadas e técnicas econométricas de variáveis instrumentais, incluindo máxima verossimilhança e o método generalizado dos momentos. O modelo teórico que serve como base para as estimativas econométricas é o da escolha intertemporal de quanto consumir e poupar. De forma complementar, usa-se um modelo em que uma parcela da população se vê restrita a consumir apenas a sua renda corrente para testa a validade da teoria da renda Permanente, estimando a proporção dos consumidores restritos para o Brasil. As evidencias empíricas comprovam que o efeito da incerteza sobre o consumo – e por consequência sobre a poupança – é não-trivial no Brasil. Nossas estimativas econométricas mostram que, sob o efeito da incerteza macroeconômica, a taxa de crescimento esperada do consumo é de 1,6% a.a maior do que aquela que vigoraria se eliminássemos essa incerteza. Adicionalmente, os testes econométricos revelam que aproximadamente 80% da população brasileira estão restritos a consumir apenas a sua renda corrente, valor relativamente alto para padrões internacionais.
Publicação
Ganhos de produtividade e de eficiência : novos resultados para e a economia brasileira
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1998-08) Bonelli, Regis; Fonseca, Renato
Este artigo investiga se existem ganhos significativos de eficiência na economia brasileira nos últimos anos em relação a períodos anteriores. O texto discute a evolução e questões metodológicas e conceituais relacionadas à produtividade da mão-de obra, identificada como principal força do crescimento da produtividade total dos fatores (PTF). Em seguida, um modelo de contabilidade do crescimento estima a evolução da PTF para a economia e para os setores industrial e agrícola. A principal conclusão é que a economia brasileira atravessou, nos últimos anos, uma fase de desenvolvimento em que a PTF apresentou movimento contrário à tendência decrescente das últimas décadas.
Publicação
Impactos produtivos da infra-estrutura no Brasil – 1950/95
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1998-08) Ferreira, Pedro Cavalcanti
Este trabalho apresenta uma análise empírica do setor de infraestrutura brasileiro no período 1950/95. Concentra-se na estimação das elasticidades do produto e da produtividade em relação ao capital e ao investimento em infraestrutura desagregados em cinco setores (energia elétrica, telecomunicações, ferrovias, rodovias e portos), bem como e relação a medidas físicas de estoque de capital. Investiga também o sentido de causação entre capital de infraestrutura e PIB e entre capital de infraestrutura e produtividade total dos fatores (PTF). Os resultados obtidos confirmam para o Brasil a existência de forte relação entre infraestrutura e produto no longo prazo. As nossas estimativas para a elasticidade-renda de longo prazo situam-se entre 0,55 e 0,61, sendo que os setores que influenciam mais intensamente o PIB são os de energia elétrica e transportes. As estimativas de longo prazo da elasticidades da PTF em relação ao capital em infraestrutura são também altas e bastante significativas, da mesma forma que o impacto das medidas de estoque físico de capital sobre o PIB.
Publicação
Abertura Comercial : criando ou exportando empregos?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1998-08) Moreira, Maurício Mesquita; Najberg, Sheila
Este artigo procura discutir a teoria e as evidencias relativas às relações entre regime de comercio e emprego e, com base nessa discussão, investigar o impacto da abertura comercial sobre a estrutura e o nível de emprego no Brasil no período 1990/96. Os resultados vão na direção de corroborar o argumento de que a abertura comercial em países em desenvolvimento tem um “custo emprego”, no curto prazo – que no caso brasileiro tem sido relativamente pequeno -, mas que esse tende a ser compensado por um mix de produção mais trabalho-intensivo e por melhores perspectivas de crescimento, principalmente em função de um maior aumento da produtividade.
Publicação
Independência do banco central : teoria e aplicações para o Brasil
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1998-08) Rigolon, Francisco José Zagari
O objetivo deste artigo é investigar a relevância da independência do Banco Central do Brasil (Bacen) para a eficiência da política de estabilização neste país. Inicialmente, são apresentados e discutidos os principais resultados da teoria da independência. A teoria normativa enfatiza a desejabilidade da escolha de indivíduos conservadores para dirigir bancos centrais independentes. A teoria positiva mostra que uma menor independência associa-se, caeteris paribus, com maior inflação média, maior variância da inflação, maior incerteza inflacionária e menor credibilidade da política monetária. Aplicações para o Brasil discutem a importância da independência para a eficiência da política de estabilização, contrastando períodos de inflação elevada (1980/93) e moderada 1994/...). Indicadores do grau de independência do Bacen foram construídos para os subperíodos 1980/85, 1986, 1987/89, 1990/93 e 1994/96 e sinalizam uma substancial elevação da independência após o Plano Real.

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