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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 03, n. 02, jun. 1973

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia brasileira. Estabelecida em 1971 sob o título Pesquisa e Planejamento, PPE é publicada em abril, agosto e dezembro.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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A Recente experiência brasileira de desenvolvimento : uma interpretação
Emprego e salários na indústria de transformação, 1949/1969
Trigo : produção, preços e produtividade
O Estado atual da economia do desenvolvimento
Transporte público e programas habitacionais
Contas nacionais do Brasil, conceitos e metodologia : um comentário
Produção industrial : sugestão metodológica para a elaboração de índices e aplicações
Análise e previsão de curto prazo : sondagem conjuntural
Concentração, tamanho urbano e estrutura industrial
Alterações recentes na regulamentação dos empréstimos em moeda estrangeira e financiamento de importações
Um Modelo de otimização para a expansão agrícola : o Triângulo Mineiro
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3709
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3708

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Publicação
A Recente experiência brasileira de desenvolvimento : uma interpretação
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1973-06) Baer, Werner
O trabalho tenta analisar o que ocorreu durante a década de 60 quando tornou-se moda especular sobre as consequências da Industrialização através da Substituição das Importações (ISI) nos países em desenvolvimento. Em sua maioria, os analistas mostravam-se pessimistas, duvidando que as altas taxas de crescimento econômico pudessem ser mantidas, uma vez esgotado o dinamismo da ISI. Críticos ortodoxos do processo de ISI julgavam que a estrutura industrial ineficiente, resultando na produção de bens de alto preço, que não podiam ser vendidos em grandes quantidades interna ou externamente, limitavam severamente as perspectivas de elevadas taxas de crescimento industrial. Acreditavam, também, que a impossibilidade de se diversificar as exportações durante o período da ISI provocaria estagnação, em virtude das restrições às importações. Porém, é intenção deste trabalho apresentar um sumário das políticas brasileiras responsáveis pelo auge, examinar as fontes de crescimento nos anos transcorridos desde 1958 e sua natureza sócio-econômica, além de alinhar algumas reflexões sobre a peculiaridade do "Modelo Brasileiro".
Publicação
Emprego e salários na indústria de transformação, 1949/1969
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1973-06) Mata, Milton da; Bacha, Edmar Lisboa
Neste trabalho examinam-se as variações do emprego, da massa salarial e do salário médio na indústria de transformação, ocorridas no período 1949-69, buscando-se apresentar uma visão de conjunto do comportamento ao longo desses 20 anos. Para tanto, foram considerados os gêneros de indústria (dois dígitos) como o nível de agregação da análise. Apesar de todos os cálculos tomarem por base os gêneros de indústria, deve-se adiantar que é frequente o uso de um grau maior de agregação, visando a simplificar a exposição. Adotando-se esta orientação, foram definidos três setores-soma (um grupando as indústrias tradicionais, e os outros dois as indústrias dinâmicas).
Publicação
Trigo : produção, preços e produtividade
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1973-06) Engler, Joaquim J. de Camargo; Meyer, Richard L.
O presente trabalho trata do que acontecia em 1962 e 1963, quando o Brasil deu início a uma série de instrumentos e programas de políticas agrícolas destinados a estimular a produção nacional de trigo a fim de reduzir a dependência sobre o trigo importado. O resultado foi um aumento drástico na produção com mudanças associadas no uso de recursos de produção, produção agrícola e um aumento nas oportunidades econômicas em outros setores da economia. O trabalho visa, ainda, descrever, em linhas gerais, aquelas políticas consideradas mais importantes na promoção dessas mudanças; identificar seu impacto sobre o setor rural; apresentar resultados de pesquisa que tenham implicações para futuras políticas de trigo, e identificar áreas prioritárias de pesquisa futura. Algumas questões que são tratadas aqui, tem correlação óbvia com aspectos que são tratados em outras pesquisas.
Publicação
O Estado atual da economia do desenvolvimento
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1973-06) Srinivasan, T. N.
O presente trabalho é um compartilhamento, com os leitores, sobre pensamentos acerca de certas tendências inquietantes da economia do desenvolvimento. É possível que meus comentários sejam mera consequência da minha experiência como economista indiano. Mas acredito realmente que outros possam ter passado por experiência semelhante. Se por vezes parecer rude, isso se deverá em parte - mas apenas em parte - ao desejo de pintar certos quadros com cores vivas. Mas é preciso enfatizar desde o início que os alvos de alguns de meus comentários críticos não me excluem.
Publicação
Transporte público e programas habitacionais
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 1973-06) Barat, Josef; Batista, Maurício Sá Nogueira
Os resultados apresentados nesse estudo servirão de subsídios consideráveis à orientação dos programas do Banco Nacional de Habitação, mormente os do Plano de Habitação Popular, onde nos parece importante considerar não só a oferta de moradias a preços compatíveis com os orçamentos familiares mais baixos, como também o valor social desta oferta, isto é, as condições de implantação e de acessibilidade da casa em relação à cidade e aquilo que ela significa como oportunidade de realização humana. Tudo isso baseado nos recentes estudos de transportes urbanos e os planos urbanísticos em geral que indicam a existência de elevada inter-relação entre a disponibilidade de serviços de transportes de passageiros, responsáveis pelo grau de mobilidade dos habitantes das cidades, e os padrões vigentes de uso do solo. A distribuição espacial das atividades urbanas determina, por sua vez, o uso de certas áreas de espaço urbano para fins predominantemente residenciais. Normalmente, a ocupação e o desenvolvimento destas áreas se faz em função da existência de serviços públicos básicos e, em particular, do transporte.

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