Publicação: A Recente experiência brasileira de desenvolvimento : uma interpretação
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Resumo
O trabalho tenta analisar o que ocorreu durante a década de 60 quando tornou-se moda especular sobre as consequências da Industrialização através da Substituição das Importações (ISI) nos países em desenvolvimento. Em sua maioria, os analistas mostravam-se pessimistas, duvidando que as altas taxas de crescimento econômico pudessem ser mantidas, uma vez esgotado o dinamismo da ISI. Críticos ortodoxos do processo de ISI julgavam que a estrutura industrial ineficiente, resultando na produção de bens de alto preço, que não podiam ser vendidos em grandes quantidades interna ou externamente, limitavam severamente as perspectivas de elevadas taxas de crescimento industrial. Acreditavam, também, que a impossibilidade de se diversificar as exportações durante o período da ISI provocaria estagnação, em virtude das restrições às importações. Porém, é intenção deste trabalho apresentar um sumário das políticas brasileiras responsáveis pelo auge, examinar as fontes de crescimento nos anos transcorridos desde 1958 e sua natureza sócio-econômica, além de alinhar algumas reflexões sobre a peculiaridade do "Modelo Brasileiro".
