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  • Publicação
    Indicadores de indústria, comércio e serviços : Carta de Conjuntura : n. 69, out./dez. 2025
    (Ipea, 2025-12) Carvalho, Leonardo Mello de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
    Carta de Conjuntura
    O produto interno bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025, na série dessazonalizada, confirmando a desaceleração do nível de atividade econômica como consequência de efeitos defasados e contemporâneos da política monetária contracionista. Mesmo num contexto interno ainda caracterizado por um mercado de trabalho pujante, com ocupação elevada e massa de rendimentos em expansão moderada, sobressaem os impactos da manutenção de patamares elevados da taxa nominal de juros básica por um período já bastante longo. Descontando a inflação projetada para os próximos doze meses, os juros reais se situam atualmente acima de 10,0%, o que não apenas desestimula decisões de investimento privado – ao encarecer o custo de capital e aumentar a exigência de retorno dos novos projetos –, mas também pressiona o orçamento das famílias, à medida que encarece o custo do crédito ao consumidor.
  • Publicação
    Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Carvalho, Leonardo Mello de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
    Carta de Conjuntura
    O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma queda de 7,2% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 8,5%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em outubro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada. Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou retração de 2,1% em outubro, e alta de 0,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 4,8%.
  • Publicação
    Análise e projeções de inflação : Carta de Conjuntura : n. 69, out./dez. 2025
    (Ipea, 2025-12) Maria Andreia Parente Lameiras; Oliveira, Tarsylla da Silva de Godoy; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andréia Parente Lameiras; Tarsylla da Silva de Godoy Oliveira
    Carta de Conjuntura
    O ambiente inflacionário brasileiro apresenta sinais claros de arrefecimento ao longo de 2025, embora ainda permaneça desafiador. Após um período marcado por pressões intensas, a trajetória recente do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) revela um processo de desinflação mais consistente, tendo a inflação acumulada em doze meses retornado ao intervalo de tolerância da meta. No entanto, os núcleos de inflação seguem acima do centro do objetivo estabelecido e as expectativas permanecem desancoradas, indicando que ainda há incertezas quanto à sustentabilidade desse movimento. Em que pese a comercialização da safra brasileira recorde e a desaceleração das commodities agrícolas no mercado mundial, o principal vetor de alívio inflacionário no período recente tem sido a valorização cambial, que reduziu pressões sobre os preços de alimentos, bens industriais e combustíveis. Dessa forma, o processo de descompressão inflacionária avança, mas ainda de forma gradual e com custos relevantes em termos de política monetária restritiva.
  • Publicação
    Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – outubro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Carvalho, Leonardo Mello de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
    Carta de Conjuntura
    O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais recuou 2,2% na comparação entre outubro e setembro na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) caiu 1,0%, enquanto as importações de bens industriais recuaram 6,3%, conforme mostra a tabela 1.
  • Publicação
    Visão geral da conjuntura : Carta de Conjuntura : n. 69, out./dez. 2025
    (Ipea, 2025-12) Santos, Claudio Hamilton Matos dos; Claudio Roberto Amitrano; Monica Mora Y Araujo de Couto e Silva Pessoa; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Claudio Hamilton Matos dos Santos; Cláudio Roberto Amitrano; Mônica Mora Y Araujo de Couto e Silva Pessoa
    Carta de Conjuntura
    Conforme previsto na última Visão Geral da Conjuntura (VG) (Nota de Conjuntura nº 25 da Carta de Conjuntura nº 68 de setembro de 2025), o PIB do terceiro trimestre de 2025 foi 0,1% superior ao valor reportado no segundo trimestre do ano na série dessazonalizada. Na comparação interanual com o terceiro trimestre de 2024, o crescimento do PIB no terceiro trimestre de 2025 alcançou 1,8%, resultado apenas ligeiramente superior à projeção de 1,6% divulgada na VG de setembro para essa mesma base de comparação.
  • Publicação
    Desempenho recente do mercado de trabalho : Carta de Conjuntura : n. 69, out./dez. 2025
    (Ipea, 2025-12) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente Lameiras
    Carta de Conjuntura
    O mercado de trabalho brasileiro segue em terreno favorável, mas começa a dar sinais de acomodação, em linha com um quadro macroeconômico de atividade mais moderada, decorrente de uma monetária mantida em patamar restritivo, tendo em vista que, mesmo em trajetória de desaceleração, a inflação ainda se mantém acima da meta.
  • Publicação
    Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de setembro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Carvalho, Leonardo Mello de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
    Carta de Conjuntura
    O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou uma alta de 8,6% na comparação entre setembro e agosto na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu queda de 2,6%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em setembro registrou expansão de 0,9% na comparação dessazonalizada – resultado já ajustado de acordo com as contas nacionais trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nas comparações com os mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou crescimento de 8,1% em setembro, e alta de 2,3% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram uma expansão de 6,0%.
  • Publicação
    Inflação por faixa de renda : novembro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente Lameiras
    Carta de Conjuntura
    O Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostra que, após o recuo observado em outubro, a inflação voltou a acelerar em novembro para todos os segmentos de renda, impulsionada pelos reajustes nos grupos habitação, transportes e despesas pessoais. Em termos absolutos, a classe de renda muito baixa registrou a menor taxa (0,01%), enquanto a faixa de renda alta apresentou a variação mais elevada (0,45%). A deflação de alimentos, itens de residência e artigos de higiene pessoal atenuou a pressão exercida pela alta das tarifas de energia, beneficiando especialmente as famílias de menor renda. Já os aumentos das passagens aéreas e dos serviços de recreação contribuíram de forma mais significativa para a inflação da classe de renda alta.
  • Publicação
    Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em novembro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Ferreira, Sérgio Fonseca; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sérgio Fonseca Ferreira
    Carta de Conjuntura
    Segundo dados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que constituem uma fonte confiável para a aproximação dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de novembro de 2025 registrou déficit primário de R$ 13,4 bilhões nas contas do governo central. A receita líquida alcançou R$ 172,7 bilhões, frente aos R$ 175,3 bilhões observados em novembro de 2024, representando uma redução real de 1,5%. As despesas totais atingiram R$ 186,1 bilhões, ante R$ 180,0 bilhões no mesmo mês do ano anterior, crescimento real de 3,4%. No acumulado anual até novembro, verifica-se déficit primário de R$ 75,7 bilhões, superior ao déficit de R$ 70,7 bilhões registrado no mesmo intervalo de 2024.
  • Publicação
    Indicadores bimestrais de receitas e despesas correntes dos entes subnacionais - atualização para o 5° bimestre de 2025
    (Ipea, 2025-12) Santana, Pedro Marques de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Pedro Marques de Santana
    Carta de Conjuntura
    No quinto bimestre de 2025, a receita corrente do conjunto dos estados e do distrito federal (DF) cresceu 4,0% em relação ao mesmo período do ano anterior enquanto a taxa de variação acumulada em doze meses registrou expansão de 1,6%. O principal componente do crescimento foram as transferências correntes. Com efeito, no quinto bimestre de 2025, as transferências correntes recebidas pelos estados e pelo DF cresceram 9,4% na comparação interanual, muito acima do observado no acumulada em doze meses (-2,0%). Por sua vez, as receitas correntes próprias tiveram um crescimento de 2,5% na comparação interanual, ligeiramente inferior ao crescimento verificado nos dados acumulados em doze meses (2,7%).
  • Publicação
    Desempenho do PIB : terceiro trimestre de 2025
    (Ipea, 2025-12) Carvalho, Leonardo Mello de; Santos, Claudio Hamilton Matos dos; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho; Claudio Hamilton Matos dos Santos
    Carta de Conjuntura
    O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,1% no terceiro trimestre de 2025, na série dessazonalizada, ritmo que representa nova desaceleração do nível de atividade, após as expansões de 1,5% no início do ano e de 0,3% no período seguinte. Na comparação com o mesmo período de 2024, a economia expandiu 2,2%. Esses resultados vieram próximos às previsões apresentadas na Nota de Conjuntura no 68,1 publicada em junho de 2025 pela Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas (Dimac) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que projetava altas de 0,1% na margem, e de 1,6% na comparação interanual. Com isso, o carry-over para o ano de 2025 ficou em 2,3%, significando dizer que a economia crescerá a essa última taxa no referido ano caso o crescimento verificado no quarto trimestre seja zero. Cabe destacar que a nova divulgação incorporou previsões relevantes na série recente das Contas Nacionais Trimestrais, elevando as taxas de crescimento interanual do PIB no primeiro e no segundo períodos de 2025 e, por conseguinte, aumentando também o resultado acumulado do primeiro semestre, que passou de 2,5% para 2,7%.
  • Publicação
    Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) - outubro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente Lameiras
    Carta de Conjuntura
    O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de -0,21% em outubro de 2025, situando-se 0,57 ponto percentual (p.p.) abaixo da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,84 p.p. menor.
  • Publicação
    Metodologia de cálculo dos indicadores bimestrais de receitas e despesas correntes, receitas de transferências correntes e próprias e despesas com pessoal e encargos sociais e outras despesas correntes de estados e municípios
    (Ipea, 2025-12) Santos, Cláudio Hamilton dos; Santana, Pedro Marques de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Cláudio Hamilton dos Santos; Pedro Marques de Santana
    Carta de Conjuntura
    O objetivo desta nota é apresentar uma metodologia de construção de indicadores bimestrais de receitas e despesas correntes, receitas de transferências, receitas correntes próprias, despesas com pessoal e encargos sociais e outras despesas correntes para o conjunto dos estados e do Distrito Federal e dos municípios brasileiros.
  • Publicação
    Retrato dos rendimentos do trabalho : resultados da PNAD Contínua do terceiro trimestre de 2025
    (Ipea, 2025-12) Sandro Sacchet de Carvalho; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sandro Sacchet de Carvalho
    Carta de Conjuntura
    Os dados dos rendimentos do trabalho do terceiro trimestre de 2025 apresentaram uma elevação da renda em relação ao trimestre anterior, renovando outra vez o pico da série histórica iniciada em 2012. O crescimento interanual da renda habitual média foi de 4%. No trimestre móvel terminado em outubro de 2025, a renda média subiu para R$ 3.528,00, sendo 3,9% acima do mesmo trimestre no ano anterior. Com tal resultado, completa-se exatamente três anos com o crescimento interanual da renda acima de 3%.
  • Publicação
    Balanço de pagamentos e balança comercial : Carta de Conjuntura : n. 69, out./dez. 2025
    (Ipea, 2025-12) Bastos, Estêvão Kopschitz Xavier; Leite, Caio Rodrigues Gomes; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Estêvão Kopschitz Xavier Bastos; Caio Rodrigues Gomes Leite
    Carta de Conjuntura
    O déficit em transações correntes acumulado em doze meses tem se mantido aproximadamente estável em 2025, um pouco acima de 3,5% do produto interno bruto (PIB), depois de ter aumentado ao longo de 2024, quando começou o ano perto de 1% do PIB. O investimento direto no país tem sido de magnitude semelhante, registrando 3,6% do PIB no acumulado em doze meses, em outubro. As reservas internacionais, em outubro, eram de US$ 357 bilhões, tendo oscilado, desde novembro de 2024, entre US$ 328 bilhões e US$ 363 bilhões. Desde 2011, as reservas permanecem em níveis elevados, tendo ficado na faixa entre, aproximadamente, US$ 320 bilhões e US$ 390 bilhões. A maior parte da elevação observada em 2025 deu-se por variações em taxas de câmbio entre as moedas componentes das reservas, receitas de juros e variações nos preços dos ativos, e menos por intervenções do Banco Central do Brasil (BCB).
  • Publicação
    Indicador Ipea de consumo aparente de bens industriais – setembro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Carvalho, Leonardo Mello de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
    Carta de Conjuntura
    O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais avançou 2,1% na comparação entre setembro e agosto na série com ajuste sazonal. O indicador é uma proxy da demanda interna por bens industriais – definido como a parcela da produção industrial doméstica destinada ao mercado interno, acrescida das importações. Por trás deste resultado, a produção interna destinada ao mercado nacional (bens nacionais) cresceu 1,8%, enquanto as importações de bens industriais avançaram 6,3%, conforme mostra a tabela 1.
  • Publicação
    Inflação por faixa de renda : outubro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente Lameiras
    Carta de Conjuntura
    Os dados mais recentes do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda mostram que, após a aceleração registrada em setembro, a inflação registrou recuo expressivo em outubro, ainda que de forma distinta entre os grupos. Entre as famílias de renda muito baixa, a inflação passou de uma alta de 0,59% em setembro para uma leve deflação de 0,03% em outubro, possibilitada não só pela continuidade da queda dos preços dos alimentos no domicílio, mas também pelo recuo do grupo habitação. Já para as famílias de renda alta, a desaceleração ocorreu de modo mais suave, uma vez que após registrar taxa de 0,35% em setembro, a inflação recuou para 0,22% em outubro. Neste caso, nota-se que a descompressão inflacionária menos intensa reflete não apenas uma contribuição negativa menor vinda da queda dos alimentos e da energia elétrica – dado o peso destes itens nas suas cestas de consumo –, mas também as altas dos combustíveis, das passagens aéreas e dos serviços pessoais ocorridas em outubro.
  • Publicação
    Estimativa preliminar do resultado primário do governo central em outubro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Ferreira, Sergio; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Sergio Ferreira
    Carta de Conjuntura
    Segundo dados da execução orçamentária registrados no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) do governo federal, que constituem uma fonte confiável para a aproximação dos resultados oficiais posteriormente divulgados pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN), o mês de outubro de 2025 registrou superávit primário de R$ 37,1 bilhões nas contas do governo central. Conforme apresentado na tabela 1, a receita líquida do governo central alcançou R$ 229,4 bilhões nesse período, frente aos R$ 219,2 bilhões observados em outubro de 2024, representando um aumento real de 4,7%. As despesas totalizaram R$ 192,4 bilhões, ante R$ 176,3 bilhões no mesmo mês do ano anterior, crescimento real de 9,1%. No acumulado anual, verifica-se um déficit primário de R$ 61,8 bilhões, a preços constantes de outubro, o que é inferior ao déficit de R$ 65,9 bilhões registrado no mesmo intervalo de 2024.
  • Publicação
    Indicador Ipea mensal de FBCF – resultado de agosto de 2025
    (Ipea, 2025-12) Carvalho, Leonardo Mello de; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Leonardo Mello de Carvalho
    Carta de Conjuntura
    O Indicador Ipea de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que agrega os investimentos em máquinas e equipamentos, na construção civil e em outros ativos fixos, registrou recuo de 1,2% na comparação entre agosto e julho na série com ajuste sazonal, resultado que sucedeu à alta de 0,7%. Com isso, o trimestre móvel encerrado em agosto registrou avanço de 0,4% na comparação dessazonalizada. Em relação aos mesmos períodos de 2024, o indicador mensal apresentou queda de 0,5% em agosto, com alta de 1,9% no trimestre móvel. No acumulado em doze meses, por sua vez, os investimentos totais apresentaram expansão de 6,8% em 2025
  • Publicação
    Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI) - setembro de 2025
    (Ipea, 2025-12) Maria Andreia Parente Lameiras; Diretoria de Estudos e Políticas Macroeconômicas - DIMAC; Maria Andreia Parente Lameiras
    Carta de Conjuntura
    O Índice de Custo da Tecnologia da Informação (ICTI), calculado pelo Ipea, apresentou taxa de variação de 0,36% em setembro de 2025, situando-se 0,14 ponto percentual (p.p.) acima da taxa registrada no mês anterior. Na comparação com o mesmo mês de 2024, a variação foi 0,04 p.p. maior.
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