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Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE): v. 43, n. 03, dez. 2013

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Resumo

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) é uma publicação quadrimestral com análises teóricas e empíricas sobre uma ampla gama de temas relacionados à economia.

Resumo traduzido

Pesquisa e Planejamento Econômico (PPE) publishes theoretical and empirical research on a broad range of topics related to the Brazilian economy. Established in 1971, under the name Pesquisa e Planejamento, PPE is currently published three times a year, in April, August and December.

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A relação entre proficiência e dispersão de idade na sala de aula : a influência do nível de qualificação do professor
Os Efeitos da criminalidade sobre a proficiência escolar no ensino fundamental no município de São Paulo
A Distribuição funcional da renda no Brasil no período 1959-2009
Como as famílias brasileiras avaliam a satisfação com seus rendimentos?
Emprego industrial e custos de ajustamento nas empresas : uma análise a partir de microdados
Impactos regionais da reforma tributária : lições de uma análise EGC para o Rio Grande do Sul
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/4892
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3660
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3659
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3658
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3655
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3332
http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3331

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Publicação
A relação entre proficiência e dispersão de idade na sala de aula : a influência do nível de qualificação do professor
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2013-12) Machado, Danielle Carusi; Firpo, Sérgio Pinheiro; Gonzaga, Gustavo
Este artigo documenta a existência de uma relação negativa e significativa entre dispersão etária dentro das turmas e a proficiência individual em meio aos alunos do ensino básico, no Brasil. A ligação entre a defasagem idade-série da criança e a sua capacidade escolar é usualmente explicada por diversos fatores que influenciam o processo de formação educacional, já que tanto o descompasso idade-série de um aluno quanto a sua proficiência refletem dificuldades implícitas da vida da criança. Contudo, mostra-se neste texto que essa relação negativa entre dispersão etária das turmas/classes escolares e o aproveitamento individual pode ser mitigada pela presença de professores com altos níveis de certos atributos, tais como experiência de magistério e escolaridade. Este vínculo corrobora a hipótese de que quanto maior a dispersão de idade dentro da turma, as dificuldades de se implantar projetos comuns de aprendizado são mais expressivas, tendo em vista que há uma acentuada diversidade de interesses. Nestas condições, o papel do professor parece ser fundamental para minimizar o efeito negativo das diferenças sobre desempenho individual.
Publicação
Os Efeitos da criminalidade sobre a proficiência escolar no ensino fundamental no município de São Paulo
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2013-12) Gama, Victor Azambuja; Scorzafave, Luiz Guilherme
Este artigo analisa a relação entre criminalidade no entorno das escolas e a proficiência escolar de alunos de quarta e oitava séries (quinto e nono anos) do ensino fundamental no município de São Paulo. Mais especificamente, é abordado no estudo o efeito da community violence, ou seja, da violência que ocorre no entorno da escola, e as modalidades criminais analisadas são: homicídios dolosos, lesões corporais dolosas e tentativas de homicídio. Utilizando informações de registros policiais compilados pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e dados de proficiência escolar da Prova Brasil, verificou-se que alunos de escolas inseridas em regiões mais violentas apresentam pior resultado escolar no quinto ano, mesmo após a utilização de diversos controles na especificação econométrica. Um aumento de 10% na taxa de homicídios dolosos provoca redução da proficiência escolar no mesmo ano em cerca de 0,12 ponto na escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB), tanto em português como em matemática, enquanto o efeito das lesões corporais não foi significativo. Para o nono ano, não foram encontrados efeitos significativos de nenhuma das variáveis. Ao estimarem-se regressões quantílicas, novamente só foi constatado efeito para o quinto ano. Nessa série, os efeitos em matemática são mais fortes para os alunos nos percentis mais elevados da distribuição de proficiência. Para português, os efeitos são maiores para os alunos de menor competência escolar. No entanto, a magnitude dos efeitos quantílicos, apesar da variação destacada, é relativamente baixa em termos práticos.
Publicação
A Distribuição funcional da renda no Brasil no período 1959-2009
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2013-12) Considera, Cláudio Monteiro; Pessoa, Samuel de Abreu
Muitos artigos foram escritos sobre a distribuição da renda do povo brasileiro. No entanto, poucos têm sido feito, principalmente, devido à falta de informações. Este trabalho começa por descrever a evolução dessa distribuição funcional da renda, sob o ponto de vista das remunerações dos assalariados, para o periodo em que se tem informacoes das contas nacionais, de 1959 a 2009. Em seguida, procura-se analisar essa evolução sob a ótica da participação da remuneração do capital, utilizando-se uma função de produção com coeficiente de elasticidade de substituição constante (CES). Após discutir três procedimentos alternativos para aferir o que seria a remuneração do trabalho, verifica-se que a participação de tal remuneração é, em média, de 52,6%. Esta participação é inferior à de países mais desenvolvidos ou menos desenvolvidos do que o Brasil.Em seguida, vai-se além do relato evolutivo da distribuição funcional da renda. Utilizando-se uma função de produção CES agregada, procura-se explicar a evolução da participação dos rendimentos de propriedade na renda interna bruta para o total da economia; procede-se da mesma forma para o setor privado em separado. A teoria econômica sugere que a relação entre a participação do capital na renda e a quantidade de capital é negativa – isto é, a participação do capital na renda reduz-se quando a quantidade de capital sobe – se as possibilidades de substituição de capital por trabalho forem relativamente baixas. O resultado da simulação da participação do rendimento de propriedade em função da relação capital-produto se mostrou bastante robusto, tanto para o total da economia com imputação de excedente para as administrações públicas como para o setor privado em separado. O exame da renda disponível apropriada pelas famílias também parece evidenciar a relação entre a parcela do rendimento do capital e a distribuição pessoal da renda. Chama-se a atenção adicionalmente que um elemento que não pode ser relegado é o papel que joga a política de salário mínimo na melhoria da distribuição pessoal da renda.
Publicação
Como as famílias brasileiras avaliam a satisfação com seus rendimentos?
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2013-12) Pessoa, Marcelo de Sales; Silveira, Marcos Antonio Coutinho da
O trabalho investiga os determinantes demográficos, econômicos e sociais do grau de satisfação das famílias brasileiras com seus rendimentos. Um modelo logit ordenado é estimado para explicar o desempenho de um indicador subjetivo de suficiência da renda construído com base no questionário da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2002-2003 sobre Avaliação das Condições de Vida. Apesar do expressivo efeito marginal da renda corrente e do consumo sobre o indicador, o reduzido poder de explicação conjunto dessas variáveis é consistente com a bem documentada evidência empírica de que existe um descasamento entre indicadores objetivos e subjetivos de qualidade de vida, pelo menos no que tange aos domínios materiais da existência humana. Esse resultado pode ser explicado, pelo menos em parte, por diferenças de expectativas e de percepção de renda relativa no universo das famílias brasileiras. A inclusão de um exaustivo número de variáveis explicativas no modelo melhora sensivelmente seu poder de explicação, embora numa extensão ainda insuficiente para produzir um ajustamento satisfatório aos dados. Isso sugere a existência de algum tipo de heterogeneidade não observada que explica uma proporção considerável da variação do grau de satisfação das famílias brasileiras com suas rendas. Outro resultado importante do trabalho é que o efeito marginal de choques permanentes na renda corrente sobre o indicador de suficiência da renda é mais forte que o efeito de choques transitórios na renda corrente.
Publicação
Emprego industrial e custos de ajustamento nas empresas : uma análise a partir de microdados
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2013-12) Jacinto, Paulo de Andrade; Ribeiro, Eduardo Pontual
Este estudo tem como objetivo realizar uma análise empírica da estrutura dos custos de ajustamento do emprego industrial. Para tanto, estima-se um modelo dinâmico de demanda por trabalho que contempla custos de ajustamento quadráticos e custos de ajustamento fixos como casos particulares. A metodologia traz um teste de hipótese de coeficientes do modelo de regressão que permite identificar o tipo de custo de ajustamento do emprego mais apropriado. A partir de microdados de empresas industriais do Rio Grande do Sul, os resultados obtidos sugerem que um modelo misto, em que custos de ajustamento quadráticos e custos fixos são considerados, representa melhor a estrutura de custos de ajustamentos. A elasticidade emprego-salário condicional foi estimada entre –0,4 e –0,8, com valores similares e positivos para a elasticidade emprego-produto. O tempo mediano de ajustamento a choques varia de um a dois anos.

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