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Mercado de Trabalho : Conjuntura e Análise (BMT) : n. 19, jun. 2002

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O boletim Mercado de trabalho: conjuntura e análise tem periodicidade semestral e traz uma análise conjuntural do Mercado de trabalho, acompanhada de indicadores e seções temáticas que abordam tanto considerações mais técnicas como questões de cunho político-institucional.

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The bulletin Mercado de trabalho: conjuntura e análise is published twice a year. The publication analyses labor market situation reporting a range of indicators. Thematic sessions complements the material combining technical analysis with policy related issues.

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Apresentação : Mercado de Trabalho n.19 – jun. 2002
(Ipea, 2002-06) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Os principais indicadores do mercado de trabalho nos primeiros cinco meses de 2002 mostram uma situação indefinida, já que o nível de ocupação nas seis maiores regiões metropolitanas vem mostrando um crescimento que se pode considerar satisfatório, da ordem de 1,5%, na média, em comparação com janeiro-maio do ano passado, e, por outro lado, a taxa de desemprego tem apresentado uma tendência ascendente, fruto de um aumento da oferta de trabalho maior que aquele exibido pela ocupação.
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Análise do mercado de trabalho : Mercado de Trabalho n.19 – jun. 2002
(Ipea, 2002-06) Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego; Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada; Ministério do Trabalho e Emprego
Ao iniciar-se 2002, as perspectivas que se apresentavam para a economia eram em certa medida favoráveis, já que os últimos meses de 2001 haviam sinalizado uma tendência de recuperação do nível de atividades, com uma reversão do quadro de estagnação que havia caracterizado a maior parte do ano. Assim, as primeiras projeções apontavam para 2002 uma variação do PIB da ordem de 4%, sendo essa taxa alcançada a partir de uma evolução gradativa ao longo do ano, com uma pequena retração nos primeiros três meses em relação a igual período de 2001 - e cerca de 5% de crescimento no último trimestre. Dessa maneira, guardadas as devidas proporções, as expectativas que esses números geravam para o mercado de trabalho lembravam a situação de um ano atrás - na virada de 2000 para 2001 - quando, após um excepcional desempenho da maioria dos indicadores no ano anterior, se esperava uma continuidade do crescimento da ocupação, da formalização, queda da taxa de desemprego e recuperação dos rendimentos reais.
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Microcrédito, ocupação e renda
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2002-11) Moreira, Sérgio
A obtenção de crédito é um dos maiores problemas da pequena produção, ao lado do excesso de burocracia, dos impostos e das dificuldades de acesso à tecnologia e conhecimento. O trabalha faz uma contextualização a cerca de outra categoria de excluídos: os sem-banco, além da categoria dos sem-terra e dos sem-teto.
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Do microcrédito às microfinanças
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2002-11) Valente, Monica
A política pública de financiamento aos pobres no Brasil é focalizada no microcrédito: financiamento da produção autônoma, nas formas de investimento e capital de giro. Todos os programas apoiados pelo BNDES e regulados pelo Banco Central são explícitos quanto a isso, presos ao paradigma do crédito produtivo popular.
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Microcrédito
(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), 2002-06) Machado, Tânia
A grande maioria das instituições que hoje atuam como microcrédito utiliza recursos, ou oriundos do sistema bancário formal, ou oriundos, como mandatários, de recursos disponibilizados via BNDES ou bancos de desenvolvimento locais. Quando utilizamos esses recursos, temos também de seguir as mesmas regras que os bancos formais são obrigados, ou seja, temos de verificar ficha cadastral, pedir fiador e confirmar se a utilização dos recursos foi feita dentro do objetivo proposto.
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